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terça-feira, março 20

Exame de imagem das artérias traz diagnóstico precoce de infarto

Angiotomografia permite ver claramente se há gordura ou cálcio nas artérias.Médico deve indicar se o paciente tem risco alto, moderado ou leve.

O Bem Estar desta terça-feira (20) mostrou como funciona o exame de angiotomografia de artéria coronária, um grande avanço da medicina, segundo os médicos. No estúdio, os cardiologistas Roberto Kalil e Luiz Francisco Ávila falaram sobre os benefícios da nova tecnologia e explicaram como ocorre o infarto.

Ao contrário dos exames funcionais como o eletrocardiograma de esforço, o ecocardiograma de estresse e os exames da medicina nuclear que só conseguem detectar a artéria com mais de 70% de obstrução, a angiotomografia fornece um diagnóstico precoce e permite ver claramente se há gordura ou cálcio acumulados nas paredes arteriais mesmo com 5% de obstrução.

O aparelho de tomografia computadorizada multislice é usado para fazer o exame e é uma tecnologia moderna que permite que o médico veja uma imagem 3D das artérias coronárias. O exame é feito com um tomógrafo (aparelho de Raio X) acoplado a um eletrocardiograma. O médico localiza o coração e injeta um contraste para que as artérias possam ser visualizadas num monitor.
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abçs,

segunda-feira, agosto 29

Exame de imagem pode detectar Alzheimer antes dos sintomas


Exame de imagem pode detectar Alzheimer antes dos sintomas.Mudanças no cérebro indicam chances da pessoa desenvolver a doença. Estudo foi publicado na revista médica 'Neurology'.

Um exame de imagem pode identificar mudanças no cérebro de pessoas saudáveis, mas que podem desenvolver a doença de Alzheimer no futuro, de acordo com um estudo publicado na edição online dessa semana da revista médica Neurology (neurologia, em inglês).

O trabalho contou com 311 voluntários entre 70 e 80 anos, sem sinais de problemas de atenção e raciocínio, que foram submetidos a exames de espectroscopia de prótons por ressonância magnética na Clínica Mayo. O objetivo dos pesquisadores era procurar por anormalidades no cérebro que pudessem servir como "marcadores" da doença. Os participantes também responderam a testes de memória, linguagem e outras habilidades.

Os cientistas descobriram que 33% dos voluntários tiveram os níveis de uma proteína chamada beta-amiloide aumentados no cérebro. Esse é o primeiro sinal de mudanças no órgão que, no futuro, provocam a doença de Alzheimer. A proteína beta-amiloide leva os pacientes a terem resultados piores nos testes de raciocínio. O acúmulo da substância foi medida com exames de tomografia por emissão de pósitrons (PET).

Para os cientistas, conhecer as mudanças no cérebro antes do aparecimento dos sintomas da doença de Alzheimer pode oferecer uma nova janela para tratamentos. Pessoas que recebem os testes e sejam identificadas como possíveis portadoras da doença no futuro podem ser encaminhadas para tratamento antes que a memória e a capacidade de raciocínio comecem a ser afetadas.

O estudo foi feito com ajuda financeira dos Institutos de Saúde norte-americanos (NIH, na sigla em inglês).

Fonte: G1

Vamos nos cuidar com carinho...nós merecemos!
beijinhos...

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