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domingo, setembro 6

Osteoporose atinge mais o público feminino após a menopausa


A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição da massa óssea, associada à deterioração na macro arquitetura do tecido ósseo, que atinge mais o público feminino após a menopausa. 

A preservação de bons níveis de densidade mineral óssea (DMO) é o fator crucial para um envelhecimento saudável. O pico de massa óssea é influenciado pelo sexo, raça, nutrição, exercícios e saúde global. 

Em relação ao sexo e a etnia, a massa óssea é 30% maior nos homens do que nas mulheres e, aproximadamente, 10% mais alta na população negra em relação à branca. 

Segundo o American College of Sports Medicine, instituto americano que promove e integra pesquisa científica, educação e aplicações práticas na medicina do esporte, o exercício físico está entre os principais fatores que influenciam na saúde da estrutura óssea. Para os exercícios maximizarem ganhos da DMO, é necessário que possuam determinadas características, como a união entre a tensão muscular e a ação da gravidade. 

A atividade que envolve trabalho com pesos é essencial para o desenvolvimento normal e para a manutenção de um esqueleto saudável. Os efeitos de um programa de exercícios resistidos sobre a DMO podem compensar o declínio típico relacionado à idade e, assim, contribuir para a manutenção ou incremento da DMO e do conteúdo mineral corporal.


Educador Físico formado (USCS - Universidade São Caetano do Sul) e Pós-Graduando em Biomecânica e Avaliação Física (FMU), é colunista convidado do Portal Terceira Idade

sexta-feira, dezembro 12

Tomar água com limão em jejum ajuda a emagrecer



Em meio às dietas infalíveis, tem-se falado muito sobre a dieta do limão. Hoje vamos entender a sua origem, o seu princípio e os benefícios do limão.
A dieta do limão (ou da limonada) teve origem em uma dieta desintoxicante criada por um americano nos anos 50. Desde então, ganhou várias versões e também alcançou certa popularidade tanto no Brasil quanto no exterior.

Em sua forma mais popular, a dieta é simples de ser seguida. Existem diversas versões de cardápios, alguns de uma semana, outros de quinze dias ou até mesmo um mês, onde o efeito esperado é emagrecer 3 kg por semana. 

Essa dieta combina dois pontos: o consumo da limonada (sem açúcar) em jejum e o consumo de um cardápio bem balanceado e com calorias reduzidas ao longo do dia. Algumas versões dessa dieta incluem a limonada no almoço ou nos lanches entre as refeições ou ainda indicam o uso do suco de limão como tempero em saladas, por exemplo. Variam também quanto a temperatura da água utilizada para preparar a bebida.

Antes que você se proponha a fazer a dieta do limão, vamos primeiramente conhecer a origem do limão e seus benefícios. E a partir deste ponto discutiremos se a dieta tem fundamento.


A grande maioria dos frutos cítricos provém da Ásia, de regiões compreendidas entre a Índia e o sudeste do Himalaia. O limoeiro, no início, era um simples arbusto que se espalhava espontaneamente pelo sudeste asiático. Existem diferentes versões sobre a forma como o limão tornou-se conhecido na Europa. De qualquer forma, nas Américas, ele chegou junto com os primeiros conquistadores portugueses e espanhóis, no século dezesseis.

O Brasil é um grande produtor desse fruto. Nacionalmente, é encontrado facilmente durante todo o ano, nas suas diversas variedades, embora sendo mais produtivo entre os meses de abril a setembro. Em geral, todas as variedades apresentam aspectos básicos semelhantes, diferenciando-se na cor, tamanho, forma e textura da casca.


Sabe-se que, o limão ajuda a "atacar" a gordura localizada, ou seja, aqueles quilinhos a mais associados com a ação hormonal, que participam do processo de acúmulo de tecido adiposo em determinadas partes do corpo, (no caso das mulheres, na região do quadril e glúteos, e em homens, no abdômen). Alimentos como o limão favorecem o bom funcionamento intestinal, minimizando a absorção de gordura e facilitando a perda de peso. 

Além disto, o limão deixa o pH do sangue mais alcalino, favorecendo o trabalho das enzimas responsáveis pela eliminação das toxinas. A sua casca é rica em monoterpenos, moléculas dos óleos cítricos que penetram com facilidade em tecidos e células do corpo, ajudando a regular a absorção de açúcares e o armazenamento de gordura. Atua como diurético, já que o potássio contido na fruta auxilia na eliminação de sódio, facilitando a produção de urina. A sua acidez ajuda na quebra das moléculas de proteína, facilitando e acelerando o processo de digestão dos alimentos ingeridos. Aumenta a sensação de saciedade, devido à grande concentração de pectina (fibra solúvel).

Já a vitamina C, contida no limão em grande quantidade, é um potente antioxidante, ou seja, combate os radicais livres responsáveis pela oxidação da célula e pelo envelhecimento; fortalece o sistema imunológico, já que impede que estes radicais livres ataquem as células imunológicas do corpo.

A vitamina C ainda compõe a base da molécula de colágeno, substância essa que funciona como um "cimento", mantendo as fibras unidas favorecendo a sustentação da pele. A vitamina C ajuda na absorção de ferro pelo corpo, mineral que atua na produção de enzimas as quais mantêm os neurônios sempre ligados; mantém a estrutura do organismo, já que assimila cálcio, mineral que atua na firmeza da massa óssea e dos dentes.

Por tudo o que discutimos, concluímos que, tomar água com limão em jejum ajuda a emagrecer, mas não é responsável diretamente pela perda de peso. Entenda o por quê.

Um estudo da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, provou que pessoas que consomem vitamina C, vitamina presente no suco fresco de limão, têm um sistema digestivo mais eficiente e perdem peso mais facilmente do que aquelas que não mantêm uma dieta rica em tal vitamina. Isso porque essa bebida ajuda a "limpar" o intestino, eliminando o muco acumulado no órgão.

Quando essa bebida é preparada com água gelada, alia-se a um outro benefício, como a água gelada é termogênica, ela faz nosso organismo gerar calor e, consequentemente, perder calorias, visto que, para absorvê-la, nosso corpo faz um grande esforço, elevando sua temperatura até os 36ºC.

No entanto, cabe mencionar que, o consumo excessivo de limão em jejum pode causar náuseas, diarreia, cólicas estomacais e lesões na mucosa gástrica, razão pela qual é contraindicado para pessoas com gastrite e úlceras. Além disso, ataca o esmalte dentário, descalcificando os dentes, expondo-os à formação de cáries. Ao mesmo tempo o consumo excessivo de vitamina C pode provocar cálculos renais, distúrbios gastrintestinais e incômodos na bexiga. Neste ultimo caso, o excesso de vitamina C acidifica a urina, provocando irritações.

Vale ressaltar que, o ideal é praticar exercícios físicos e manter uma alimentação saudável. O exercício físico por si só estimula o crescimento muscular, mas não leva necessariamente à perda de peso, se não aliado a uma dieta equilibrada. Por outro lado, os hábitos alimentares ajudam a diminuir a camada adiposa do corpo, mas não enrijecem os músculos. Por isso, ambos são imbatíveis para remodelar o corpo e fortalecer a saúde.

terça-feira, setembro 2

Mingau de aveia emagrece: saiba consumir e anote receita poderosa

 
Nutricionista ensina a turbinar o prato para perder medidas.

Mingau de aveia é a mais nova tendência nos cardápios para emagrecer. A receita tradicionalmente feita pelas avós se tornou queridinha das dietas, graças ao seu poder para secar medidas. Mas esse efeito só acontece se o prato for consumido da maneira certa. E mais: é possível turbinar o emagrecimento apostando em ingredientes potentes para o corpo.

Benefícios


Esse poder emagrecedor do mingau vem do seu principal ingrediente. A aveia ajuda a perder peso porque é rica em fibras e garante saciedade, evitando a fome e controlando a compulsão. Além disso, possui minerais importantes como cálcio e ferro, vitaminas do complexo B e E e proteínas. 
Todos esses nutrientes também transformam a aveia na melhor amiga da saúde, já que melhora o funcionamento do intestino, facilita a digestão, controla a pressão arterial, diminui colesterol ruim e controla quantidade de açúcar no sangue.
Como consumir

Segundo a nutricionista Dra. Andrezza Botelho, o ideal é consumir um prato de mingau pela manhã ou à noite. Ele deve ser usado como café da manhã ou jantar – e não como ceia, aquela última refeição, depois do jantar, que é geralmente indicada em cardápios para emagrecer.

Para quem faz exercícios, a especialista garante que o mingau pode ser consumido antes ou depois do treino, sempre dependendo do horário que a pessoa faz as atividades.

“É preciso muito cuidado para não acabar ganhando peso com o mingau. Como ele é muito saboroso e, estando quentinho, acaba apetecendo ao paladar, é muito fácil perder a noção da quantidade. Recomendo um prato raso por dia, três vezes na semana”, explica, ao lembrar que é essencial beber muita água ao longo do dia para que a fibra da aveia não acabe promovendo prisão de ventre.
Os ingredientes tradicionalmente usados no preparo do mingau são aveia, leite e açúcar. Porém, se a ideia é emagrecer com o preparo, é possível fazer algumas trocas e usar outros alimentos que possam turbinar esse efeito.

O leite integral pode ser substituído pelo desnatado ou por leite de cereais, de amêndoas, de arroz, água de coco ou mesmo água. Já entre os tipos do grão, o farelo de aveia é o mais indicado para emagrecer já que possui mais fibras do que as versões em flocos, flocos finos ou farinha. E o açúcar deve ser trocado por adoçante de forno ou ágave.

Junte tudo e misture em fogo baixo até formar o mingau. Para aumentar a queima de calorias, a nutricionista indica salpicar canela em pó, que é um termogênico natural capaz de acelerar a perda de peso, ou colocar pedaços de goji berry, uma frutinha pouco calórica que tem ação antioxidante e promove detox no organismo.


terça-feira, julho 29

Exercícios intensos durante seis segundos melhoram saúde dos idosos, diz estudo

Thinkstock Photos

Estudo sugere que treinos intensos reduzem pressão sanguínea e podem ser tão eficientes quanto exercícios mais longos.

Pesquisadores da Escócia descobriram que seis segundos de exercícios físicos intensos podem transformar a saúde de idosos, ao reduzir a pressão sanguínea e melhorar o condicionamento geral ao longo do tempo.

Esta modalidade de treinamentos curtos, de alta intensidade, tem atraído cada vez mais seguidores, prometendo alguns dos mesmos benefícios que os exercícios convencionais, mas em um tempo muito menor.

O estudo piloto da Universidade de Abertay testou a hipótese em 12 aposentados. O grupo realizou exercícios intensos de bicicleta duas vezes por semana durante duas semanas.

Após os exercícios, os participantes reduziram sua pressão arterial em 9%, aumentaram a sua capacidade pulmonar e acharam mais fácil realizar atividades do dia-a-dia, como levantar-se de uma cadeira ou levar o cachorro para passear.

"Eles não foram excepcionalmente rápidos, mas para alguém dessa idade, foram", disse o coordenador do estudo, John Babraj.

"Muitas doenças estão associadas com o comportamento sedentário - como doenças cardiovasculares e diabetes - mas se mantivermos as pessoas ativas e funcionando, poderemos reduzir o risco (dessas doenças)."

Os resultados foram detalhados na publicação da Sociedade Americana de Geriatria, Journal of the American Geriatrics Society.

Seguro?

O estudo adotou a abordagem que advoga por explorar os limites do corpo durante apenas alguns segundos, em vez de gastar mais tempo em uma corrida de meia hora ou pedalar por alguns quilômetros.

Alguns especialistas argumentam que o treinamento curto e intenso é mais seguro do que o exercício convencional. Nestes últimos, taxas mais altas de batimentos cardíacos e pressão arterial podem levar a ataques cardíacos e derrames.

Babraj disse que corridas por longos tempos "colocam uma pressão maior sobre o coração em geral".

Já o método intenso pode ajudar a reduzir os custos "astronômicos" dos problemas de saúde em idosos, disse ele. "Temos uma população com alta média etária, e se não a incentivarmos a ser ativa, a carga econômica disso será astronômica."

Os exercícios usados na pesquisa podem ser realizados em casa, desde que os interessados procurem aconselhamento médico de antemão, segundo o acadêmico.

Mais de 10 milhões de pessoas no Reino Unido - de uma população total de 63 milhões - têm mais de 65 anos de idade, e esse número tende a aumentar.

No Brasil, há cerca de 14,9 milhões de pessoas nesta faixa etária, segundo o IBGE. O órgão prevê que essa fatia da população atingirá 58,4 milhões em 2060.

Especialistas consultados pela BBC elogiaram que o estudo tenha destacado os benefícios do exercício físico em qualquer idade. "O estudo desafia a suposição de que tipo de exercício é correto na velhice", disse o secretário-honorário da Sociedade Britânica de Geriatria, Adam Gordon.

"A mensagem geral é que você nunca está velho demais, frágil demais ou doente demais para se beneficiar de exercícios, desde que sejam escolhidos com cuidado."

terça-feira, outubro 8

Para o corpo e para a mente


Todos sabem dos benefícios que a atividade física traz para a saúde de forma geral. O sedentarismo é um grande inimigo das mulheres, em especial daquelas que estão acima do peso. Sentir-se bem é a ordem do dia, portanto, uma mudança de hábito pode melhorar muito a sua qualidade de vida

Fazer exercícios, mesmo os mais simples, pode colaborar muito para que você tenha uma vida mais saudável. Além de melhorar a função cardiovascular, essa prática oferece grande auxílio para o corpo e a mente. “A atividade física ajuda na queima de calorias, facilitando a manutenção e redução do peso, aumenta as endorfinas circulantes, melhorando o humor e também a autoestima”, explica Maria do Socorro Maciel, mastologista do Hospital A.C.Camargo, em São Paulo. “Na menopausa, ajuda a evitar ou até melhorar a densidade óssea, reduzindo as fraturas patológicas que diminuem a qualidade de vida das mulheres”, esclarece.

Para as pacientes de câncer de mama, a prática de exercícios orientada pelo fisioterapeuta ou pelo médico é fundamental antes, durante e após o procedimento cirúrgico e o tratamento, como explica a diretora da Fisioterapia do Hospital A.C.Camargo, Celena Freire Friedrich. “A atuação do fisioterapeuta deve se iniciar no pré-operatório, objetivando conhecer as principais alterações pré-existentes e identificar os possíveis fatores de risco para complicações pós-operatórias, conscientizando a paciente da importância dos procedimentos fisioterapêuticos.”

Recuperando movimento e autoestima 
Mas o que pode ser feito? Após a cirurgia, o fisioterapeuta acompanha e indica o que e como fazer. “Durante o período de internação pós-operatória, as pacientes realizam exercícios ativos assistidos ou ativos livres, respeitando sempre o limite de amplitude articular de 90° do lado operado”, explica Celena. “Pacientes submetidas a esvaziamento axilar recebem orientações em relação aos cuidados com o membro superior do lado operado”, complementa.

No período de tratamento, a paciente pode e deve se exercitar para recuperar os movimentos normais, mas sempre respeitando os próprios limites. “É necessário que entendam a importância e o benefício dos exercícios para a manutenção da flexibilidade e da força muscular, bem como a da função do aparelho locomotor e da manutenção do condicionamento cardiovascular e respiratório”, alerta a fisioterapeuta. “Após o tratamento, a realização de atividade física promove o restabelecimento da função do membro e desperta na mulher o sentimento de independência, além de estimular sua percepção em relação à importância da qualidade de vida no processo de tratamento do câncer de mama”, conclui Celena Freire Friedrich.

Exercícios durante o tratamento

Para esclarecer o que pode ser feito em cada fase do tratamento, a mastologista Maria do Socorro Maciel orienta:

1. Exames pré-operatórios (estadiamento): a paciente que está se preparando para a cirurgia deve procurar manter sua vida como antes, respeitando suas limitações (tempo, estresse, expectativas e mudanças). Exercícios aeróbicos ou outros podem ser mantidos;

2. Pós-operatório (dependendo do tratamento cirúrgico): geralmente nesse período é solicitado que não se faça esforços físicos, no caso de a pessoa ter sido submetida a tratamento conservador, ou não, seguido de reconstrução mamária. A fisioterapeuta orienta os movimentos com os braços e, nos casos em que a cirurgia foi mais conservadora, sugere-se alongamentos (se a cirurgia estiver sem qualquer complicação), evitando sol, mar e piscina;

3. Durante a quimioterapia (período em que a paciente apresenta queda de imunidade): recomenda-se evitar aglomerações, piscina ou mar, mas, dependendo da sua disposição, efetuar esteira ou caminhadas leves, mas não priorizar a atividade nesse período;

4. Durante a radioterapia (evitar tomar sol ou banho de mar e piscina): nessa fase, a paciente pode sentir sonolência e perda de suas energias, logo é importante respeitar o seu corpo;

5. Após todos os tratamentos citados, procurar voltar à vida normal. Caminhada, ioga, musculação, natação, pilates… O importante é tentar se sentir bem, incentivando exercícios aeróbicos.

Portanto, converse com o seu médico, mas saiba que, para cada fase, há uma possibilidade de se exercitar. É importante para sua recuperação e autoestima. Isso vai possibilitar uma vida melhor e mais saudável.

quinta-feira, setembro 26

Depois dos 60 cai tudo?

Muita gente diz que depois dos 50 ou 60 anos toda a musculatura cai. Bom, minha célebre tia era uma das que acreditavam nisso … “Malhar pra que? Você vai ficar velho e flácido mesmo. Você devia é ir trabalhar!”. Bom, é porque certamente ela não viu essa foto do Bob Delmonteque pra lá de seus 84 anos. Que moral chegar na casa dos oitenta assim, não?

Creio que sirva como motivação para vocês também.

sexta-feira, março 15

O que é melhor para perder gordura: Caminhar na rua ou Andar na esteira?


Muitos chegam a mim com a dúvida clássica sobre o que é melhor: CAMINHAR ou ANDAR NA ESTEIRA. Por isso, faço aqui uma análise, abordando aspectos diversos sobre as duas modalidades. Particularmente, sou adepto da caminhada. Pratico e recomendo. ANDAR é uma maneira natural e simples de contribuir para manter a saúde. Mas, como a questão é pertinente, gostaria de trazer alguns parâmetros para as pessoas escolherem entre as duas atividades físicas.

Tanto a ESTEIRA quanto a CAMINHADA são frequentemente procuradas pelos que querem perder peso. A pessoa acima do peso pode sobrecarregar os ossos e vir a ter problemas. Alguns números podem ajudar na hora de decidir qual atividade é melhor. 

ANDAR durante um minuto, em terreno plano, consome oito calorias; em uma subida, o consumo é de onze calorias. Saiba que para obter o mesmo gasto calórico na ESTEIRA é preciso um tanto mais de esforço. 

Explico porque: a ESTEIRA não está sujeita a intempéries, como chuva, sol, vento ou mesmo calor e frio, o que confere ao exercício físico uma certa adrenalina que contribui para a queima de calorias. O movimento na CAMINHADA inclui o terreno acidentado, como ultrapassar buracos e passar por subidas e descidas, trajetos que exigem mais energia. 

Mesmo na ESTEIRA com inclinação, o gasto calórico é 1% menor se comparado ao da CAMINHADA. De outro lado, a ESTEIRA leva vantagem em programas de condicionamento físico por permitir o uso de uma maior velocidade, aliada à segurança.

Veja as principais diferenças entre ANDAR NA ESTEIRA e CAMINHAR: 

1. A ESTEIRA é a opção quando se dispõe de um tempo mais restrito para a atividade física.

2. A preferência pela ESTEIRA muitas vezes se dá pelo conforto de ter comodidades ao lado, como água ou banheiro.

3. Algumas pessoas gostam mais porque podem praticar na ESTEIRA enquanto leem, assistem tevê ou ouvem música. Neste caso, lembre-se que sem a concentração, o exercício físico nem sempre é tão eficaz.

4. A ESTEIRA está constantemente disponível, seja de dia ou de noite, com chuva ou com sol, ventando ou não. Só necessita da sua disposição e desejo.

5. Tecnologias como a do medidor de gasto calórico acoplado costumam atrair as pessoas – porém, lembro que não são precisas o bastante.

6. Segurar no corrimão prejudica a boa postura. Evite o uso e procure manter a coluna na vertical e os braços livres, em movimento natural, como na caminhada.

7. A CAMINHADA é mais vantajosa do ponto de vista do impulsionamento: na esteira, não se consegue realizar uma impulsão forte com o calcanhar.

8. Inclinação: as ESTEIRAS não inclinam para baixo. Este é um exercício favorável para trabalhar alguns grupos musculares e leva à maior queda dos níveis de glicemia. Na CAMINHADA, basta descer ladeiras.

9. Na CAMINHADA é possível fazer curvas e andar para o lado, exercitando outros grupos musculares. Na ESTEIRA, isto não é possível.

10. Uma grande vantagem da CAMINHADA é que andar não agride as articulações, por ser uma atividade de pouco impacto com o solo.

Há na CAMINHADA outro aspecto importante: a prática propicia o desenvolvimento do senso de equilíbrio e o fortalecimento da musculatura. As depressões do terreno, irregularidades, buracos e até as paradas e partidas conferem à caminhada mais estímulo aos mecanismos ligados ao equilíbrio do corpo e a boa parte da musculatura.

Quem já está avançado na prática da CAMINHADA pode apertar o passo. Normalmente praticado em terreno plano, o COOPER queima dez calorias por minuto. A modalidade é uma fase intermediária entre a caminhada e a corrida. Apesar de queimar mais gordura do que o andar, o COOPER traz muito mais impacto para as articulações e força bem mais o coração. Então, é preciso ter cuidado e não é recomendável a todos.

CAMINHAR é um bom exercício para queimar gorduras e ganhar resistência. Mesmo não tendo contra-indicações, quem resolver adotar a caminhada como exercício físico frequente não pode esquecer de usar roupas leves e calçados adequados, para tirar o maior proveito possível da prática. Quem não pratica nenhuma atividade, independente de qual seja a opção, convém consultar um médico para fazer uma avaliação física antes de dar início.

De toda a maneira, o importante para a saúde é manter o corpo em movimento. Pratique sempre uma atividade física e atinja suas metas.

Dr. Fabio Ravaglia


domingo, novembro 6

Incontinência urinária atinge dez milhões no Brasil, a maioria mulheres



Dez milhões de brasileiros, ou 5% da população, sofrem de incontinência urinária, quando aquela vontade incontrolável de fazer xixi literalmente não consegue ser controlada.

Mulheres, crianças e idosos sofrem mais com o problema, que pode ser prevenido e tratado com exercícios ou cirurgia, nos casos mais graves.

Para falar sobre as causas, como evitar e cuidar desse incômodo, o Bem Estar contou com a participação do urologista Fernando Almeida, do ginecologista José Bento e da fisioterapeuta Débora Pádua, especialista em uroginecologia e autora do livro "Prazer em conhecer".






Clique na imagem e amplie.
A bexiga é um órgão elástico, que pode ser enchido e esvaziado. Na maioria das pessoas, há um completo controle sobre esse armazenamento e esvaziamento, o que não ocorre na incontinência.

Perder xixi não é normal. Se isso começar a acontecer com frequência, procure um médico. Por falta de informação ou até por vergonha, muitos indivíduos partem direto para o uso de fraldas ou absorventes. Este problema destrói a qualidade de vida e pode ser resolvido, às vezes sem intervenção cirúrgica.

O assoalho pélvico é um grupo de músculos de controle voluntário que se localiza na porção inferior da bacia, especificamente entre as coxas. Essa rede muscular começa no osso púbico (região baixa do abdômen), passa pelas paredes laterais dos ossos da bacia e se dirige para o cóccix (osso no início da fenda que separa as nádegas).

A função da pelve é sustentar os órgãos internos e proporcionar o correto funcionamento da uretra e do reto. Ela age como válvulas de fechamento, conhecidas como esfíncteres, e também circunda a vagina.
Quando esses músculos ficam frouxos ou pouco fortalecidos, podem acontecer vazamentos involuntários da bexiga ou do reto. Por isso, exercícios para fortalecer o assoalho pélvico devem ser feitos todos os dias.

Esses movimentos também podem ser realizados por gestantes e são ótimos para quem está se preparando para engravidar. Além disso, é importante fazer atividade física e controlar o ganho de peso sempre, inclusive na gestação. Nos últimos meses, a mulher produz mais urina, a bexiga enche mais rápido e a pressão abdominal é maior por conta do bebê.


Entre os exercícios recomendados, estão contrações para fazer deitado no chão, contrações deitado no chão e com o quadril levantado, agachamento com cabo de vassoura ou rodo, e sentar-se em uma cadeira com bola, almofada ou travesseiro dobrado.
Capacidade da bexiga

Quando temos a primeira de vontade de fazer xixi, a bexiga está com cerca de 150 ml. Quando essa sensação aperta, chega entre 250 e 300 ml.

A quantidade máxima que a bexiga consegue segurar é de 400 ml até 500 ml. Essa já é uma manifestação muito forte. Idosos e adultos não têm diferença na capacidade de armazenamento, o que muda é a força para segurar a vontade.

Xixi na cama

O principal motivo da chamada enurese nas crianças é um atraso no amadurecimento no centro do cérebro que controla a micção. Esse é geralmente um componente hereditário. Se ambos os pais tiveram o problema na infância, a probabilidade de a criança apresentá-lo é de 77%. Já se nenhum dos pais tem antecedentes, a chance cai para 15%.

Eventos causadores de tensão psicológica também são importantes, particularmente quando ocorrem entre os 2 e 4 anos de idade. Meninos, em geral, sofrem mais que as meninas – para cada 3 meninos, são 2 meninas.

Aos 5 anos de idade, 15% das crianças fazem xixi na cama. Aos 15 anos, esse índice baixa para 1%. O melhor a fazer é não repreender, mas explicar que isso é um problema temporário e que você sabe que não foi de propósito. Outra sugestão é pedir que a criança ajude os pais a trocar a roupa de cama.

Para evitar o xixi de madrugada, é bom restringir a ingestão de líquidos à noite, levar a criança para urinar antes de dormir e até acordá-la no meio da noite para ir ao banheiro.
Segundo o urologista Fernando Almeida, até os 2 anos de idade a criança deve sair da fralda durante o dia, e até os 5 anos deixar a fralda à noite.

Fonte: G1
abçs,

domingo, setembro 25

É Diabético?


O nível de açúcar no sangue e o exercício:

Os diabéticos que usam medicamentos ou insulina para controlar o nível de açúcar no sangue podem sofrer redução significativa da taxa quando realizar o exercício. Você deve:

- Ao iniciar o exercício, fazer o teste de glicose no sangue

- Caso o nível de açúcar fique abaixo de 100, você deve comer o mais breve possível

- Caso o nível esteja acima de 300mg/dl, seja cauteloso em relação ao exercício.

- Caso se exercite por mais de 60 minutos, alimente-se um pouco mais

- Leve alimentos com açúcar de ação rápida: balas, doces, bolachas, mel, torrão de açúcar... caso sinta hipoglicemia, use logo estes alimentos

- Os sintomas de hipoglicemia, podem aparecer horas depois da realização dos exercícios. Faça testes caso necessite após os exercícios. Caso sinta dúvidas sobre o exercício, consulte seu médico.

Durante a prática dos exercícios, sempre leve seu cartão de identificação médica.

- Realize os exercícios regularmente. Se possível sempre no mesmo horário.

- No início os exercícios não fazem parte da sua rotina. Será difícil encontrar tempo, porém ao incorporá-los à sua vida, sentirá falta quando não os fizer.

- É importante que sejam realizados 4 ou 5 vezes na semana, 20 a 30 minutos.

- Muito importante é a sua segurança. Tênis confortáveis e meias esportivas podem ajudar a evitar as bolhas.

- Procure realizar os exercícios, inicialmente, sob a supervisão de um profissional qualificado na área de educação física.

- Inicie o exercício devagar. Aumente o ritmo quando se sentir pronto. Faça aquecimento e alongamento.

- Beba água antes e durante os exercícios.

- Faça exercícios 60 ou 90 minutos após ter se alimentado.

- Caso sinta mal estar, sensação de desmaio, se tiver dor ou dificuldade de respirar, suspenda o exercício. Não reinicie, procure seu médico.


bjs,soninha

quarta-feira, junho 29

O que é alongamento?


O alongamento é bastante útil, quando realizado antes de se fazer exercícios, para aquecer a musculatura. Deve-se ressaltar que também é importante fazer uma segunda série de alongamentos após o término dos exercícios. Esta segunda série ajudam para que os músculos não fiquem encurtados, quando isso ocorre o corpo perde a sua flexibilidade. Os alongamentos também ajudam a eliminar o ácido láctico evitando dores musculares.

Pessoas sedentárias e pessoas que praticam esporte intensamente estão, constantemente, contribuindo para o encurtamento dos músculos, como já dito isso diminui a flexibilidade do corpo. Quando alguém precisa engessar uma parte do corpo está se expondo a uma inatividade, isso gera a perda de flexibilidade, por isso a necessidade de fisioterapia.

Esse encurtamento, que pode ser evitado fazendo-se corretamente alongamento, gera dores lombares, entre outros sintomas tão ou mais incômodos.

Fazer alongamento pode contribuir para que o corpo fique mais saudável e também ajuda sedentários e atletas, a evitarem dores muito incomodas. Como o alongamento contribui com o corpo:

- Diminui as tensões musculares, evitando dores.

- Relaxa.

- Contribui para uma melhor coordenação, torna seus movimentos mais fáceis.

- Aumenta a flexibilidade.

- Ajuda a evitar lesões.

- Contribui para um melhor desempenho em atividades físicas intensas, como por exemplo, corrida, natação, futebol, ciclismo, entre outros.

- Ajuda a desenvolver uma maior consciência corporal.

- Melhora a circulação.

- Facilita o aquecimento, pois, eleva a temperatura do corpo.

fonte: O que é?

bjs,soninha


domingo, junho 19

Diabetes Mellitus


A atividade física é de fundamental importância e deve estar integrada na vida do paciente diabético devido aos benefícios do exercício à ação da insulina.Ela contribui para a redução da glicemia e da necessidade de insulina no diabético tipo 1, e medicamentos no tipo 2, pois melhora a captação de glicose pelas células.

Além desses benefícios, a atividade física ainda contribui com a melhora da circulação sanguinia, o que no paciente diabético é por vezes prejudicado, isso sem falar nos efeitos benéficos do controle da pressão arterial e das dislipidemias, redução do risco de doença cardiovascular asterosclerótica, redução e controle do estresse, melhora da auto-estima e da qualidade de vida
Todos esses benefícios se dão através da pratica de exercícios físicos,principalmente aeróbicos. Já pacientes com diabetes tipo 2, além dos benefícios citados acima, com a prática regular de atividade física, conseguem um maior controle das glicêmias, devido ao maior transporte da glicose para dentro do músculo, que aprimora e prolonga o controle glicêmico.



bjs,soninha

sábado, junho 18

Projeto de Lei prevê educação física terapêutica


A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou nessa semana projeto do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), que cria o Programa de Educação Física Terapêutica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), destinado a portadores de hemofilia e doenças neurodegenerativas, como Mal de Parkinson e Alzheimer.

O PL 2677/07 foi aprovado na forma de substitutivo do relator, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), que mudou o texto original para incluir fisiatras e fisioterapeutas entre os profissionais que atenderão os pacientes. A proposta de Otavio Leite só prevê a participação de professores de educação física.

"O principal objetivo da proposta é oferecer uma relevante contribuição à melhoria da qualidade de vida de milhares de doentes que compõem o crescente grupo de portadores de doenças crônico-degenerativas não transmissíveis", disse Gomes de Matos. O projeto será analisado, de forma conclusiva, pelas comissões de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte:Correio do Povo

bjs,soninha

quinta-feira, fevereiro 17

Tai Chi Chuan em benefício da saúde do idoso.




O Tai Chi Chuan é uma modalidade de Ginástica Chinesa que, depois da musculação, é a de maior adesão entre os praticantes idosos e tem sido citado como capaz de incrementar nesta população ganhos de condicionamento físico, força e equilíbrio, ajudando também na prevenção de quedas.



Função cardiovascular e pressão arterial:

Exercícios supervisionados, de intensidade baixa a moderada, são os mais indicados para promoção de saúde em idosos. Os estudos demonstram que, para praticantes desta faixa etária, o Tai Chi Chuan é um exercício de moderada intensidade, que trabalha em valores próximos a 60% da freqüência cardíaca máxima.

A prática regular do Tai Chi Chuan produz efeitos favoráveis na função cardiovascular de idosos, melhorando tanto a capacidade de trabalho quanto a hemodinâmica cardíaca.

Alguns estudos demonstraram melhora na função cardiovascular e redução de pressão arterial em idosos praticantes de Tai Chi Chuan, mas um trabalho mostrou a pressão arterial inalterada.

Alguns estudos demonstraram melhora na função cardiovascular e redução de pressão arterial em idosos praticantes de Tai Chi Chuan, mas um trabalho mostrou a pressão arterial inalterada.

Efeitos favoráveis da prática de Tai Chi Chuan também foram observados em pacientes com infarto agudo do miocárdio e em pacientes revascularizados.

 


Função pulmonar:


As alterações da respiração verificadas durante a prática dos exercícios do Tai Chi Chuan sugerem melhora na função respiratória para as variáveis: freqüência respiratória, ventilação (VE), consumo de oxigênio (VO2) e equivalente ventilatório (VE/VO2). 


Força muscular:


Os idosos praticantes de Tai Chi Chuan apresentaram menor perda da força nos membros superiores durante o teste de preensão manual. O desempenho manual manteve significância mesmo quando um grupo de praticantes de Tai Chi Chuan foi comparado com outras modalidades tradicionais. Melhoras significativas também foram verificadas para a força dos músculos extensores e flexores dos joelhos de praticantes de Tai Chi Chuan em relação a grupo controle e para o pico de torque extensor do joelho, no protocolo concêntrico e excêntrico, reforçando a teoria de que o treinamento de Tai Chi Chuan em idosos pode aumentar a força e a resistência muscular dos extensores dos joelhos.



Equilíbrio e quedas


O Tai Chi Chuan leva a ganho em força, coordenação e flexibilidade, resultando em menor incidência de quedas em pessoas idosas .


Entretanto, o treinamento isolado de equilíbrio não mostrou reduzir o risco de quedas, enquanto intervenção focalizando múltiplos fatores de risco produziu proteção significativa contra quedas. Este achado sugere que o benefício do Tai Chi Chuan envolve outros mecanismos, além da simples melhora no equilíbrio, dentre eles a redução do medo de queda, o treinamento dos reflexos neuromusculares, o fortalecimento dos grupos musculares associados, a diminuição das oscilações e a melhora da flexibilidade. 


Osteoartrite e artrite reumatóide


O Tai Chi Chuan demonstrou ser seguro para os praticantes com artrite reumatóide. Foram observadas melhoras no edema e dor articular, no tempo de caminhar e na força de preensão manual, não havendo deterioração clínica nestes pacientes quando comparados ao grupo controle. Não há sugestão de que o Tai Chi Chuan possa diminuir a deterioração da cartilagem e do osso, mas que aja como terapia adjuvante para o tratamento médico.


Os movimentos do Tai Chi Chuan satisfazem as regras básicas de reabilitação para pacientes com osteoartrite. Eles são fáceis de aprender, requerem o uso das articulações maiores do corpo, servindo como uma atividade de baixo impacto e baixo risco, capaz de promover melhora na auto-eficácia, qualidade de vida e mobilidade funcional em idosos com osteoartrite. O início precoce de exercícios de baixo impacto no curso da osteoartrite pode diminuir a severidade da dor e da disfunção articular, assim como os efeitos deletérios secundários na força e equilíbrio.



Benefícios psicológicos


Os indivíduos praticantes de Tai Chi Chuan demonstraram aumento da confiança no equilíbrio e na realização dos movimentos. Entre os efeitos notados nas atividades da vida diária estavam: aumento da percepção do corpo e de diferentes facetas do bem-estar, redução do estresse, fazer coisas que achavam que não podiam fazer, sensação de vigor e força, melhor coordenação e equilíbrio, diminuição da ansiedade e percepção da dor, aumento da atenção, da confiança e do relaxamento, melhor desempenho mental e senso de realização.



Contra-indicações

Embora a maior parte dos estudos revistos mostre os benefícios do Tai Chi Chuan, verificou-se que nem todos os indivíduos se beneficiam com esta prática, havendo também situações em que a mesma é contra-indicada, tais como em indivíduos com diagnóstico de angina, arritmia ventricular ou ambos. Assim é necessária avaliação inicial para determinar a tolerância do indivíduo cardiopata ao exercício e outras possíveis contra-indicações. 


bjs,soninha

 

domingo, novembro 21



Pular corda é uma maneira bem agradável de exercitar o corpo, com sabor de brincadeira…

Quem é que não pulou corda quando era criança? Pois é, só que aquela atividade que fazíamos na escola, nas ruas, parques ou playground dos prédios e achávamos apenas uma brincadeira, é na verdade um exercício aeróbico poderoso, que ajuda e muito a desenvolver a capacidade física do organismo e ainda ajuda a queimar de 500 a 800 kcal por hora de treinamento.

Pular corda é um método hoje muito utilizado por atletas profissionais e também em algumas academias, como atividade complementar às aulas de ginástica, musculação e alongamento. Trabalha os músculos das pernas, panturrilha, braços, peitoral, costas, abdômen e glúteos. Também é auxiliar na prevenção do aparecimento da celulite e sintomas da osteoporose.

Mas apesar dos benefícios, atenção para algumas dicas: nunca pule corda em substâncias muito duras sem utilizar um tênis adequado para proteger os pés e as articulações. Comece pulando sem elevar muita a corda e praticando durante no máximo 2 minutos, com intervalos de 30 segundos e aos poucos, vá aumentando o tempo de execução, de acordo com sua capacidade.

Como é uma atividade que gera muito impacto do corpo com o solo, não deve ser praticada por pessoas obesas, pois existe o risco de lesões musculares e até fraturas. Obviamente, quem tem problemas nos joelhos, também deve evitar o exercício de pular corda e procurar outra atividade aeróbica.


Fonte: Site BemStar

bjs,soninha

terça-feira, outubro 12

MOVIMENTE-SE!


 
Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito. A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado “Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família”, realizado na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP.




Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.

“Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine”, disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo. 



Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá. Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs).



Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. 




“Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos”, disse. As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé. 

  
O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.
 

fonte:GeroVida




bjs,soninha

Paz!