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sexta-feira, janeiro 29

Idoso morre durante sexo com prostituta, que fica presa a ele


Um idoso morreu durante a relação sexual com uma prostituta. A dupla precisou ser levada para o hospital já que a mulher ficou presa no corpo do homem.

Um vídeo do incidente que circula nas redes sociais mostra o casal sendo retirado de uma casa em uma maca. Nas imagens, o par está sob um cobertor e a mulher parece estar se mexendo.

Apesar de incomum, a morte durante o sexo ocorre devido à tensão da atividade que pode levar a um ataque cardiovascular súbito. Segundo especialistas, a dupla ficou presa por uma ocorrência rara conhecida como "captivus pênis", onde os músculos vaginais se contraem de uma forma extrema que acabam prendendo o pênis do parceiro.
As imagens parecem ser de um site chinês de compartilhamento, mas ganhou o mundo depois que foi compartilhada por usuários do LiveLeak. Acredita-se que o incidente aconteceu na China.

A dupla foi levada para o hospital para ser separada cirurgicamente antes que o homem fosse levado para o necrotério.

domingo, abril 26

Internação de idoso por Aids é recorde

Imagem sem relação com o post
O número de internações de pacientes acima dos 60 anos com HIV nunca foi tão alto na RMC (Região Metropolitana de Campinas) quanto no ano passado. Segundo a série histórica do DataSus, banco de dados do SUS (Sistema Único de Saúde), de 2008 para 2014 a quantidade de idosos internados com a doença na RMC (Região Metropolitana de Campinas) cresceu mais de quatro vezes, de 48 para 203. Em relação ao ano anterior, a alta foi de 42,9% - foram 142 internações em 2013. 
A maior longevidade dos portadores do vírus, aliada a um maior contágio entre idosos, explicam o número, segundo especialistas. A faixa etária já é apontada por uma médica como um grupo de risco da doença.
O infectologista Arnaldo Gouveia Júnior, de Americana, que atende casos na rede privada e tem experiência também em atendimentos na rede pública, explicou que o contágio entre idosos se tornou preocupante em função da baixa adesão ao uso de camisinha desse grupo etário e à longevidade da vida sexual, potencializada por medicamentos estimulantes como o Viagra.

"Houve um aumento no contágio (para esta idade), pois é um grupo de idade que tem uma vida sexual maior do que no passado e com baixa aceitação à camisinha. Não podemos esquecer também que há internações de pessoas que já têm a doença há anos e que envelheceram", disse Gouveia. 


CAMISINHA 
Segundo Gouveia Júnior, a rejeição à camisinha tem explicação cultural. Idosos simplesmente não gostam ou não aceitam usá-las, e a redução da chance de gravidez em função da idade diminui a preocupação, afirmou. A especialista em saúde pública Carmen Lavras explicou que o histórico do HIV teve diferentes faixas etários de risco.

"Ao longo da história da doença, diferentes idades foram preocupantes, hoje os idosos são o principal grupo de risco", disse.

Os dois especialistas concordam que no Brasil a Aids, provocada pela manifestação do vírus, se tornou uma doença crônica, como a diabetes.

"O paciente já tem a Aids como um problema crônico, pelo qual vai precisar de cuidados médicos para toda a vida, mas sem o risco de morte do passado. Hoje, morre de Aids quem quer", diz Gouveia Junior.

segunda-feira, março 23

Atividade sexual aumenta após 50 anos de casamento, afirma estudo


Embora a frequência das relações sexuais diminua gradualmente ao longo do relacionamento, uma nova pesquisa indica que os casais que completam bodas de ouro têm uma vida sexual mais ativa após a data comemorativa.

Metade dos homens e um terço das mulheres com mais de 70 anos são sexualmente ativos.

O estudo, realizado pelas universidades da Florida e de Baylor, nos Estados Unidos, também descobriu que as pessoas que permanecem em seus primeiros casamentos fazem sexo com mais frequência do que aquelas que se casam novamente.

Os pesquisadores analisaram a relação entre as características conjugais e os resultados sexuais de 1.656 adultos casados com idades entre 57 e 85 anos.

Sexo regular melhora saúde do coração

Inicialmente, foi constatado o que já se esperava: os casais formados havia pouco tempo, tinham uma vida sexual mais ativa em comparação com os que eram casados havia anos. Porém, depois os cientistas descobriram que, após completarem 50 anos de casamento, os casais tiveram um leve aumento na frequência das relações.

— À medida em que as pessoas envelhecem, elas tendem a ser mais parecidas, o que pode ajudar a reduzir o conflito conjugal e facilitar a atividade sexual — avalia um dos pesquisadores, Samuel Stroope.



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