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terça-feira, junho 23

UFSCar oferece avaliação para síndrome da fragilidade em idosos


O Laboratório de Pesquisa em Saúde do Idoso (LaPeSI) do Departamento de Fisioterapia (Dfisio) da UFSCar oferece avaliação gratuita da Síndrome da Fragilidade em idosos com idades a partir dos 60 anos. Os exames fazem parte dos estudos desenvolvidos pelo aluno de mestrado do Programa de Pós Graduação em Fisioterapia (PPGFt) Paulo Giusti Rossi, sob orientação da docente Anielle Cristhine de Medeiros Takahashi do DFisio.

A Síndrome da Fragilidade é caracterizada pela perda da força muscular, emagrecimento, fraqueza e a baixa tolerância ao exercício. Essa síndrome geriátrica apresenta alta prevalência com o aumento da idade e está associada com maior risco de adoecimento, internações hospitalares e morte. “É importante avaliar e tratar esses idosos devido essa maior propensão a adoecimento e hospitalização e também pela maior taxa de mortalidade quando comparado a idosos que não cursam essa síndrome”, reforça Rossi. 

Podem participar das avaliações idosos com idade igual ou superior a 60 anos, que não estejam internados em instituições asilares ou casas de repouso, capazes de percorrer pequenas distâncias desacompanhados e sem dispositivo de auxílio à marcha. Serão realizados um exame para verificar a síndrome da fragilidade, testes cognitivos, físicos e cardiológicos. Não poderão participar das avaliações idosos institucionalizados, com diagnóstico de demência ou doenças neurológicas que interfiram na cognição ou mobilidade, que apresentem perda localizada de força decorrente de grave acidente vascular encefálico, distúrbio audiovisual severo e não corrigido que dificulte a comunicação durante a realização dos testes ou idosos em estágio terminal. 

Interessados em participar podem entrar em contato com os pesquisadores do LaPeSI pelo telefone (16) 3351-8704.

segunda-feira, janeiro 20

Rapaz de 17 anos morre de velhice


Sam Berns, um adolescente de 17 anos, faleceu, na sexta-feira, de velhice. O rapaz norte-americano sofria de progeria, ou Síndrome de Huntchinson-Gilford, uma doença genética que acelera o processo de envelhecimento.

Ainda com a vida pela frente, uma grave condição de saúde atirou Sam para uma velhice extrema ainda em criança e para a morte ainda na adolescência. Sam Berns morreu com uma condição física idêntica à de um idoso.

A sua doença não lhe roubou, porém, a vivacidade. Desde que soube da doença rara que tinha fez força para ajudar quem padece do mesmo problema, ficando conhecido pelo vasto leque de palestras que deu pelos Estados Unidos, de forma a promover esta rara condição física. O seu nome ficou associado à Progeria Research Foundation, instituição que ajudou, através do seu testemunho, a dar a conhecer esta doença genética.

Os médicos e os pais de Sam conseguiram, ao longo dos anos, desenvolver métodos que prolongaram a vida deste jovem-idoso. Contudo, a morte chegou ainda durante a adolescência. Os pais de Sam confirmaram a morte do filho na sexta-feira, através da Progeria Research Foundation.

quarta-feira, julho 11

Ansiedade nos idosos / Transtorno do pânico e agorafobia



Caracterizado por ataques espontâneos de pânico, podendo estar associado com agorafobia (medo de permanecer em lugares abertos, fora de casa, sozinho ou no meio de uma multidão).

Agorafobia pode ocorrer isolada sozinha, embora os pacientes em geral tenham ataques de pânico associados.

As crises de pânico, consistem em períodos de Ansiedade intensa e são acompanhados de alguns sintomas específicos como : taquicardia, perda do foco visual, dificuldade de respirar e sensação de irrealidade.

A freqüência da crise,varia de pessoa para pessoa e a duração é variável. A pessoa costuma apresentar alguns pensamentos catastróficos: perdendo o controle, desmaio ou morte. A ansiedade antecipatória caracteriza-se pela sensação da iminência de pânico, impotência ou humilhação.

A Síndrome do Pânico é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e estando presente na Classificação Internacional de Doenças (CID 10).
Sinais e sintomas 
Palpitações e sudoreses;Tremores;Sensação de dispnéia ou sufocamento;Sensações de asfixia;Dor e desconforto torácico;Náuseas e desconforto abdominal;Sensação de tontura, vertigens e desmaios;Desrealização;Medo de perder o controle;Medo de morrer;Parestesias (torpor ou sensação de formigamento);Calafrios e ondas de calor.
Fabiana Gonçalves Boccia Viscaino * 
* Enfermeira e pós-graduanda do curso Saúde e Medicina Geriátrica da Metrocamp
abraços...

domingo, fevereiro 12

Síndrome do olho seco


O olho seco é uma doença crônica, caracterizada pela diminuição da produção da lágrima ou deficiência em alguns de seus componentes.

Os sintomas são de ardor, irritação, sensação de areia nos olhos, dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado ou em frente ao computador e olhos embaçados ao final do dia. 
Estima-se que cerca de 10% da população adulta apresente sintomas ou sinais de olho seco. A maioria dos casos está ligada à diminuição da produção lacrimal associada ao envelhecimento e alterações hormonais que ocorrem na menopausa e andropausa. Olho seco também pode estar relacionado a trauma (queimaduras térmica e química), doenças reumatológicas, alguns medicamentos, uso de lentes de contato e outras doenças do sistema imunológico. Os sintomas podem piorar quando há exposição a determinadas condições do meio ambiente (poluição, ar condicionado e computador).

O diagnóstico é baseado na combinação das informações do paciente, exame oftalmológico e dos resultados de um ou mais testes. É importante que os testes sejam realizados numa seqüência lógica para minimizar alterações nos testes subsequentes. 
R.Holzchuh em colaboração de oftalmologistas do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, analisam a influência do tratamento feito com a oclusão parcial punctal térmica na superfície ocular do olho seco relacionados com a síndrome de Sjögren.

Trinta e sete olhos de 19 pacientes (3 do sexo masculino e 16 do sexo feminino, 49,11 ± 14,33 anos de idade) com ceratoconjuntivite seca foram incluídos neste estudo. Superior e inferior.
A oclusão parcial superior e inferior foram realizados em ambos os olhos sob anestesia tópica usando a ponta de cautério térmico.As avaliações foram antes e após 24 semanas e após 24 meses do procedimento. Todas as medições foram realizadas sob clima controlado. 
Os valores médios dos testes melhoraram após 24 semanas e manteve-se estável após 24 meses mostrando ser um adequado tratamento da sindrome do olho seco relacionado com a síndrome de Sjögren. 
 
Fonte :: Curr Eye Res.  
bjs,

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