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terça-feira, outubro 6

Dança afasta a depressão de idosos e ajuda a exercitar a mente


Embora sejam fundamentais na vida de qualquer ser humano, principalmente daqueles que estão na terceira idade, muitos não gostam de praticar exercícios físicos com frequência.

Mas se você não quer levar uma vida sedentária e não sabe qual atividade escolher, a dança pode ser uma boa opção. Sabemos que durante muitos anos ela foi considerada apenas um instrumento de lazer. Porém, uma pesquisa realizada na Itália mostrou que a prática possui inúmeros benefícios para a saúde do coração, além de aumentar a capacidade respiratória e, claro, melhorar a qualidade de vida do praticante.

O controle dos ponteiros da balança é mais um proveito tirado por quem costuma “mexer o esqueleto”. Afinal, na terceira idade é muito comum ocorrer o aumento do peso, já que a diminuição dos níveis de estrógeno, testosterona e de hormônio do crescimento no organismo colaboram para a perda de massa muscular agravando numa queima menor de calorias.

Todavia, essas não são as únicas vantagens encontradas por quem costuma movimentar-se ao ritmo de alguma canção. Dançar na terceira idade contribui para um melhor condicionamento físico e mental. Além disso, ajuda a elevar a autoestima e afastar os sintomas da depressão. A razão para isso é que através da atividade o cérebro libera serotonina, uma substância que traz a sensação de alívio, melhorando o humor e o sono.

A Dança e o Cérebro do Idoso

Dançar em salões coopera para uma mudança significativa de comportamento do praticante que passa a ser menos tímido e aprende a ter mais confiança. Mais uma vantagem é que ela ajuda manter o cérebro em plena atividade, melhorando, desta forma, a coordenação motora e a concentração, pois eleva a circulação cerebral em áreas adormecidas.

Isto porque esses estímulos aumentam as conexões neuronais, proporcionando ao idoso maiores habilidades no aprendizado, raciocínio e na memória. Mediante a isso, reduz o estresse e a ansiedade.

O que você está esperando para aproveitar todos esses benefícios e se arriscar nos primeiros passos? Vale a pena praticar essa atividade porque não tem contraindicação!

segunda-feira, dezembro 9

Pesquisa Descobre Neurotoxina do Alzheimer Que Causa Depressão


Um estudo realizado por cientistas brasileiros da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) descobriu um agente responsável pela associação entre a Doença de Alzheimer e a Depressão.

De acordo com os resultados da pesquisa, as neurotoxinas oligômeros de abeta, em maior quantidade no cérebro de pessoas com Alzheimer e os principais responsáveis pela perda de memória nas fases iniciais da doença, também são capazes de provocar sintomas de depressão.

Os oligômeros atacam as conexões entre os neurônios, prejudicando o processamento de informações. Como essas neurotoxinas são solúveis no líquido que banha o cérebro, os cientistas aventaram que elas acabam se diluindo e atacando o órgão em várias regiões, inclusive aquelas relacionadas à depressão.

Para testar a hipótese, foram aplicados oligômeros de abeta no cérebro de camundongos. Depois de 24 horas, os roedores foram submetidos a testes que identificaram comportamentos depressivos nos animais, confirmando a relação. Em seguida, surgiu uma segunda descoberta: ao administrarem o antidepressivo fluoxetina para reverter o quadro de depressão, observou-se concomitantemente melhoria na memória.

Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Sérgio Ferreira, professor do Instituto de Bioquímica da UFRJ, os resultados são um passo muito importante para o estudo do tratamento de Alzheimer, embora a associação clínica entre a doença e a depressão já tenha sido feita há muito tempo. “Sabe-se que quem teve depressão sofre mais risco de desenvolver Alzheimer e vice-versa. O nosso trabalho fornece a explicação para isso, mostra por qual motivo as duas doenças são associadas. Com essa descoberta, já se sabe que tratamentos de depressão talvez possam funcionar para amenizar os sintomas de Alzheimer.”

Apesar do resultado promissor, não haverá testes em seres humanos no Brasil. “Gostaríamos de fazer isso por aqui, mas infelizmente ainda não temos infraestrutura suficiente. Aqui os recursos são bem limitados. Provavelmente essa fase deve ser realizada no exterior, baseado no que foi descoberto por aqui”, afirma Ferreira.

terça-feira, outubro 1

Depressão em idosos pode estar relacionada à solidão e perda de autonomia social


Terapia e acolhimento podem ser decisivos para o sucesso do tratamento da depressão entre o público da terceira idade.

Solidão, falecimento de entes queridos, irritabilidade e perda de autonomia social são alguns dos fatores que podem levar o idoso a desenvolver depressão. É o que explica a psicóloga Ana Paula Dias Ladeira, de 33 anos, que trabalha como coordenadora da Escola da Maturidade do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH).

“Com o avançar da idade a pessoa está mais propensa às perdas, tanto mortes e doenças, como as perdas simbólicas dos papéis de mãe e pai, quando os filhos saem de casa; os profissionais, por conta da aposentadoria, o que faz com que a pessoa seja afastada do convívio social e da sua função para a sociedade”.
No entanto, a psicóloga completa que a depressão pode trazer outros problemas de saúde e que o acolhimento do profissional e das pessoas envolta do idoso é fundamental para o sucesso do tratamento. “Geralmente, a depressão aparece quando o paciente apresenta rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade. Também podem ocorrer problemas no sono, na memória, no apetite e na libido. No caso do idoso, é preciso ter um cuidado especial. O tratamento pode ser feito por meio de psicoterapia ou análise e também pode estar associada ao uso de psicofármacos recomendado por um Psiquiatra ou Geriatra que podem prescrever remédios específicos. O acolhimento também faz toda a diferença, pois o paciente percebe que não está sozinho e tem alguém com quem conversar”, explica.

Para a aposentada Maria da Piedade Nunes, de 67 anos, a depressão veio depois que os filhos saíram de casa. De uma hora para outra, a casa que era cheia, ficou vazia e ela não tinha mais com quem dividir as coisas do dia-dia. “Meu maior medo era achar que poderia ir dormir e não acordar viva dentro de casa sem ninguém perceber. Meus filhos foram morar em outras cidades depois que casaram e não queria ficar ligando todos os dias para não incomodar. Passei a ficar muito dentro de casa e via o dia passar pela janela. Não tinha sono, dormia pouco e me alimentava mal. Até que um dia, conversando com uma vizinha, ela me disse que poderia estar com depressão e me indicou um especialista”.

Maria da Piedade conta ainda que está em tratamento e que tem se dedicado a outras atividades para passar o tempo. “Cheguei num ponto de que só saia de casa para ir ao médico ou no banco. Quando comecei a terapia percebi que a minha vida não tinha terminado e que poderia fazer outras coisas. Mas falo por mim mesmo que não é fácil reconhecer isso. Tive muita resistência e custei a contar para os meus filhos que estava em tratamento de depressão. Contar foi libertador porque vi que não estava sozinha. Passei a interagir mais com meus vizinhos e me matriculei num curso de informática. Hoje, não fico mais isolada em casa”, revela.

quinta-feira, janeiro 24

Suicídio de Walmor Chagas serve de alerta para a depressão na velhice


O suicídio do ator, diretor e produtor Walmor Chagas,  no dia 18 de janeiro, trouxe à tona um assunto espinhoso, mas de suma importância: a depressão na terceira idade. Aos 82 anos, Walmor vivia praticamente isolado em um sítio no interior de São Paulo. Enxergava mal, tinha dificuldades para andar, se alimentava pouco e contava frequentemente com a ajuda de empregados para executar tarefas cotidianas. Um de seus amigos disse à imprensa que o artista teria comentado que desejaria partir, caso se tornasse uma pessoa dependente. 

As limitações típicas da velhice são o principal detonador dos casos de depressão entre idosos, conforme pesquisas da psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). "O sistema imunológico, a visão e a capacidade motora e de locomoção ficam comprometidos. Em alguns casos, a pessoa requer auxílio até para fazer a própria higiene. É uma fase de difícil aceitação, e há quem jamais a aceite", afirma a especialista.

Outros fatores que devem ser levados em consideração são o isolamento social e o sentimento de inutilidade, em geral decorrentes da ausência do mercado de trabalho.

"Hoje em dia, a maioria das famílias não tem tempo ou estrutura para cuidar dos idosos. Todos têm de trabalhar e os deixam sós. A solidão, a falta de dinheiro e a dependência entristecem", explica Sônia Fuentes, psicóloga com especialização em geriatria e mestre em Gerontologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). "E mesmo em circunstâncias em que as condições monetárias são boas, há casos em que a depressão e as limitações os atrapalham, impedindo-os de fazer suas escolhas e tornando-os apáticos demais".

A perda de parceiros e amigos de toda uma vida pode contribuir para o surgimento da depressão. "Quando morre alguém querido, morre também uma parte sua. Para um idoso isso é ainda mais grave, porque ele sabe que foi embora um pedaço de sua vida que nunca mais vai poder viver de novo", declara Denise Diniz.

De acordo com o cardiologista Thiago Marchini Naves, diretor-administrativo da Casa Vita – Moradia Assistida para Idosos, em São Paulo, a depressão ainda costuma surgir associada a doenças de grande incidência na terceira idade, como pressão alta, diabetes, infarto, artrose, derrame e câncer. Certos remédios também podem provocar quadros depressivos.

Sinais de alerta

Boa parte dos sintomas é a mesma dos casos de depressão em qualquer faixa etária: distúrbios do sono e do apetite, fadiga, tristeza, choro, dificuldade de concentração e memória falha. O que define a doença é a intensidade e a frequência desses sinais. Mas os idosos, de acordo com a psicóloga Denise Diniz, costumam se entregar com mais facilidade.

"Os idosos têm sentimentos de culpa e inutilidade. Dificilmente vão falar abertamente que querem morrer, porém começam a usar frases como ‘Seria melhor seu eu desaparecesse’, ‘Não queria dar tanto trabalho’, ‘Velho não serve para nada’ etc. A desesperança revelada por essas palavras é um caminho perigoso rumo ao suicídio", diz a médica.

Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) apontam que as taxas de suicídio é maior entre os homens. "As mulheres também sofrem com os problemas típicos da velhice, claro, mas costumam encarar a vida com mais realismo e menos passividade, talvez porque tenham uma noção mais nítida da mortalidade e se cuidem mais, sob os pontos de vista estético e da saúde", afirma Thiago Naves.

Velhice feliz

A maneira com que cada pessoa investe na qualidade de vida ao longo dos anos tem tudo a ver com o que vai colher na terceira idade, obviamente. Racionalmente, o que você faz hoje repercutirá no futuro, mas nem sempre as coisas saem conforme o planejado. E apesar do aumento da longevidade e dos avanços tecnológicos ninguém pode nem deve contar com a garantia de que chegará aos 90, 100 anos, com saúde e vigor.

Além dos medicamentos específicos e das sessões de psicoterapia, para enfrentar a depressão é preciso coragem, motivação e vontade de se adaptar às necessidades de mais uma fase do desenvolvimento humano. A família e os amigos têm papel fundamental para ajudar o idoso a atravessar a doença, mas ele também tem de encontrar os próprios mecanismos de defesa e procurar se manter ativo.

Seja na companhia de parentes, amigos ou em centros de convivência, é fundamental não descuidar da socialização e cultivar algum hobby. Se existe algum tipo de limitação, vale procurar outras formas de atividade. Quem sempre adorou ler ou escrever, por exemplo, mas agora tem a visão debilitada, pode gravar suas memórias ou narrá-las para alguém.

Lembrar acontecimentos antigos e contar histórias para a nova geração são atitudes importantes, porém, o idoso não deve ficar preso somente ao passado. "Ter objetivos é fundamental para ter disposição e mandar bem longe a impressão de que o tempo está acabando", diz a psicóloga Denise Diniz.


segunda-feira, março 12

Sinais da depressão

Aprenda a identificar os primeiros sinais da doença e procurar ajuda correta
Se você apresenta sintomas como tristeza profunda por muito tempo, apatia, perda do apetite e do sono, cuidado! Você pode estar entre os cerca de 121 milhões de pessoas no mundo todo, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), afetadas pela depressão. E não há motivo nenhum para vergonha. Assim como qualquer outra enfermidade física, como dores e machucados, os sintomas da depressão podem ser tratados e remediados, bastando afastar os convencionalismos, identificar os sinais e procurar ajuda profissional.

O primeiro passo para se dar início a qualquer tratamento é conhecer a doença. De acordo com o psiquiatra, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria e da Sociedade Internacional de Pesquisa em Esquizofrenia Leonardo Palmeira, a depressão “é um transtorno de humor cujas características principais são tristeza, desânimo, falta de prazer, sintomas neurovegetativos (insônia ou aumento do sono) e aumento ou diminuição de apetite. Para identificar a depressão, é bom observar se há uma tristeza profunda, que dura mais de duas semanas. Além disso, a pessoa apresenta muito desânimo, baixa autoestima, não vê graça em nada, não vê sentido na vida”.

Mesmo com a discriminação em torno da depressão, esse termo já está vulgarizado na cultura popular. Diz-se que ou a pessoa está feliz ou está deprimida. O médico explica que “a tristeza passageira se relaciona apenas a algum evento externo como luto, perda de emprego, falência econômica. Como o nome já diz, ela é passageira, dura alguns dias, menos de uma semana. A depressão apresenta outros sintomas como alteração de apetite e do sono. A tristeza passa, todo mundo tem momentos de tristeza. A depressão é uma doença”. 
A síndrome depressiva, bem como a tristeza comum, pode ser desencadeada simplesmente por algum fator externo que cause tristeza profunda, como a morte de um ente querido ou a perda de um emprego. No entanto, ela também pode ter raízes muito mais profundas. “A depressão pode ser desencadeada por uma condição médica. Ela pode ser hormonal, uma vez que o hipotireoidismo apresenta sintomas semelhantes; vitamínica, já que a deficiência da vitamina B12 no organismo está associada ao transtorno;e devido a certas doenças crônicas. Algumas pessoas, no entanto, não sabem exatamente o motivo, que é chamada de endógena. Ela vem de dentro e é mais popularmente conhecida como melancólica, que não tem nenhum fator externo evidente”, exemplifica o médico.

No entanto, como muitos já devem imaginar, a depressão também pode estar associada às variações hormonais que acontecem após os 50 anos. Leonardo Palmeira explica que “a depressão é comum em todas as fases da vida, mas após os 50 as causas podem estar associadas à diminuição na produção de certos hormônios, especialmente nas mulheres. Algumas desenvolvem a condição quando entram na menopausa ou na perimenopausa, período que antecede a menopausa. Após os 60, em ambos os sexos, observa-se uma associação da síndrome ao declínio da independência do indivíduo, que começa a ter dificuldades para se manter sem ajuda”. 
Superar uma depressão pode não ser fácil, e sem a assistência de um especialista e o apoio da família fica mais difícil. Ainda de acordo com a OMS, menos de 25% das pessoas afetadas pelo transtorno depressivo têm acesso a tratamentos eficazes. Diante desse quadro, procurar ajudar é fundamental para tratar a doença. 
“A depressão é uma doença recorrente, que pode se manifestar mais de uma vez ao longo da vida. Ela é caracterizada pela diminuição dos neurotransmissores serotonina e noradrenalina e esse equilíbrio não pode ser corrigido sem o uso de medicamentos. No entanto, o uso da medicação deve ser acompanhado por um médico e em paralelo a sessões de terapia. A participação da família é importante também, pois ela funciona como colaboradora no tratamento. Se o familiar for bem esclarecido ele poderá ajudar ainda mais”, finaliza o psiquiatra.
Por Ilana Ramos
Maisde50.com.br 
abçs,

sexta-feira, outubro 7

Depressão


A depressão é um sério problema para os idosos.

Alguns estudos sugerem que cerca de 25% dos idosos são acometidos por estados depressivos, de variáveis graus de severidade. Quando estão em asilos essa marca supera os 30%. Nos Estados Unidos o homem com mais de 65 anos tem a mais alta taxa de suicídio: 23%.

O tratamento da depressão costuma ser eficaz e a prevenção dessa triste ocorrência pode ser feita com relativo sucesso em muitos casos.

PREVENÇÃO 
A perda do cônjuge (marido/esposa) é sem dúvida o fator mais devastador na vida das pessoas. O longo convívio, amor e amizade interrompidos, leva boa parte dos indivíduos a estados graves de depressão. É comum ouvir que logo depois da morte de um o outro faleceu em pouco tempo. 
É claro que não se pode prevenir a depressão nesses casos, pois a morte é uma ocorrência inexorável. Porém, quando se conhece e se entende o impacto desse evento sobre a saúde mental, podemos estar, durante o curso da vida, criando oportunidades e alternativas nos preparando para enfrentar essa fase da vida com menos dor e sofrimento.

O que os estudos sugerem é que, apesar de ser perfeitamente compreensível a dor e a tristeza dos que perderam seus companheiros, esse grau de sofrimento passa em alguns casos a tomar dimensões não aceitáveis em termos de saúde mental. Se essa dor ultrapassa determinados limites estaremos frente não a uma ocorrência triste, normal da vida, e sim frente a um estado de doença. 
A perda do cônjuge é seguida primeiramente por um embotamento de raciocínio, sensação de vazio, diminuição do desempenho intelectual e intensa ansiedade. Podem apresentar uma série de sintomas como insônia, perda do apetite e dores musculares generalizadas. Após cerca de 6 semanas passam a entender melhor e aceitar, em parte o ocorrido. Os sintomas depressivos continuam, as crises de choro se agravam, sentem falta de energia, problemas com a memória e com o desempenho intelectual. 
A sensação de culpa é freqüente, pensamentos negativos sobre momentos ruins que poderiam ter sido evitados, questionam se poderiam ter evitado a morte se tivessem tomado alguma outra providência. A última fase é marcada por uma retomada do cotidiano e que costuma estabilizar por volta do primeiro ano de falecimento.

As possibilidades de prevenção nesses casos são limitadas. O modo de encarar a vida e acima de tudo o tipo de relacionamento mantido são fatores decisivos que irão determinar de que maneira as pessoas enfrentarão essa perda. Envelhecemos como vivemos. Vamos colher os frutos das árvores que estaremos plantando no curso de nossa existência. Em nível de prevenção ainda podemos enfatizar a importância da saúde física e mental, particularmente da nossa independência, na ocorrência da falta do parceiro que nos completava, nos auxiliava.

A solidariedade dos parentes, o tempo e uma terapia de apoio psicológico são aliados extremamente positivos na prevenção de estados depressivos maiores e até de suicídio.

DOENÇAS E DEPRESSÃO 
Algumas doenças acompanham-se freqüentemente de depressão: o Acidente Vascular Cerebral (derrame) e a doença de Parkinson ilustram essa afirmativa. Uma intervenção médica adequada estará prevenindo que esses estados se agravem. O alcoolismo é um dos fatores precipitantes de depressão e que pode e deve ser tratado logo que detectado.

Idosos portadores dessas condições devem ser vistos como indivíduos de alto risco para processos depressivos, devendo receber antecipadamente suporte médico e psicológico adequados.
Fonte: AlzheimerMed 
abçs,

segunda-feira, setembro 12

Estudo liga níveis baixos de testosterona a depressão em idosos


Baixos níveis do hormônio masculino podem alterar transmissores no cérebro. 
Baixos níveis do hormônio testosterona podem estar ligados à depressão em homens de idade avançada, apontou um estudo realizado por pesquisadores australianos. 
A equipe, da University of Western Austrália, avaliou cerca de 4 mil homens, com idade entre 71 e 89 anos. 
Durante o estudo, os especialistas colheram amostras de sangue - para avaliar a quantidade do hormônio - e aplicaram um questionário para investigar o estilo de vida e tendência para depressão entre os voluntários. 
Os pesquisadores concluíram que 203 participantes (5,1% do total) apresentaram baixos níveis de testosterona no sangue e acusaram um quadro de depressão. 
Na avaliação dos especialistas, esses voluntários apresentaram três vezes mais chances de desenvolver depressão do que os que tinham o hormônio em níveis mais elevados. 
Suplemento 
Segundo o estudo, publicado na revista especializada Archives of General Psychiatry, mulheres têm mais chances de ter depressão do que os homens até os 65 anos, idade a partir da qual a diferença entre os gêneros "quase desaparece por completo" nesse aspecto. 
Os pesquisadores disseram que os níveis de testosterona diminuem com a idade mas não souberam explicar a ligação entre os baixos níveis do hormônio e a depressão em 5,1% dos participantes. 
Eles acreditam, no entanto, que a baixa produção do hormônio altera os níveis de neurotransmissores ou hormônios no cérebro. 
"Agora são necessários novos testes para determinar se a aplicação de um suplemento de testosterona em homens mais velhos será capaz de combater os sinais de depressão", afirmou Osvaldo P. Almeida, coordenador do estudo. 
A testosterona é um hormônio é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características masculinas normais, sendo também importante para a função sexual normal e o desempenho sexual. 
Apesar de ser encontrado em ambos os sexos, a testosterona é produzida em grandes quantidades pelos homens. 
Fonte:G1 
bjs e muita paz...

Paz!