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sexta-feira, outubro 7

Depressão


A depressão é um sério problema para os idosos.

Alguns estudos sugerem que cerca de 25% dos idosos são acometidos por estados depressivos, de variáveis graus de severidade. Quando estão em asilos essa marca supera os 30%. Nos Estados Unidos o homem com mais de 65 anos tem a mais alta taxa de suicídio: 23%.

O tratamento da depressão costuma ser eficaz e a prevenção dessa triste ocorrência pode ser feita com relativo sucesso em muitos casos.

PREVENÇÃO 
A perda do cônjuge (marido/esposa) é sem dúvida o fator mais devastador na vida das pessoas. O longo convívio, amor e amizade interrompidos, leva boa parte dos indivíduos a estados graves de depressão. É comum ouvir que logo depois da morte de um o outro faleceu em pouco tempo. 
É claro que não se pode prevenir a depressão nesses casos, pois a morte é uma ocorrência inexorável. Porém, quando se conhece e se entende o impacto desse evento sobre a saúde mental, podemos estar, durante o curso da vida, criando oportunidades e alternativas nos preparando para enfrentar essa fase da vida com menos dor e sofrimento.

O que os estudos sugerem é que, apesar de ser perfeitamente compreensível a dor e a tristeza dos que perderam seus companheiros, esse grau de sofrimento passa em alguns casos a tomar dimensões não aceitáveis em termos de saúde mental. Se essa dor ultrapassa determinados limites estaremos frente não a uma ocorrência triste, normal da vida, e sim frente a um estado de doença. 
A perda do cônjuge é seguida primeiramente por um embotamento de raciocínio, sensação de vazio, diminuição do desempenho intelectual e intensa ansiedade. Podem apresentar uma série de sintomas como insônia, perda do apetite e dores musculares generalizadas. Após cerca de 6 semanas passam a entender melhor e aceitar, em parte o ocorrido. Os sintomas depressivos continuam, as crises de choro se agravam, sentem falta de energia, problemas com a memória e com o desempenho intelectual. 
A sensação de culpa é freqüente, pensamentos negativos sobre momentos ruins que poderiam ter sido evitados, questionam se poderiam ter evitado a morte se tivessem tomado alguma outra providência. A última fase é marcada por uma retomada do cotidiano e que costuma estabilizar por volta do primeiro ano de falecimento.

As possibilidades de prevenção nesses casos são limitadas. O modo de encarar a vida e acima de tudo o tipo de relacionamento mantido são fatores decisivos que irão determinar de que maneira as pessoas enfrentarão essa perda. Envelhecemos como vivemos. Vamos colher os frutos das árvores que estaremos plantando no curso de nossa existência. Em nível de prevenção ainda podemos enfatizar a importância da saúde física e mental, particularmente da nossa independência, na ocorrência da falta do parceiro que nos completava, nos auxiliava.

A solidariedade dos parentes, o tempo e uma terapia de apoio psicológico são aliados extremamente positivos na prevenção de estados depressivos maiores e até de suicídio.

DOENÇAS E DEPRESSÃO 
Algumas doenças acompanham-se freqüentemente de depressão: o Acidente Vascular Cerebral (derrame) e a doença de Parkinson ilustram essa afirmativa. Uma intervenção médica adequada estará prevenindo que esses estados se agravem. O alcoolismo é um dos fatores precipitantes de depressão e que pode e deve ser tratado logo que detectado.

Idosos portadores dessas condições devem ser vistos como indivíduos de alto risco para processos depressivos, devendo receber antecipadamente suporte médico e psicológico adequados.
Fonte: AlzheimerMed 
abçs,

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