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sexta-feira, outubro 11

Suécia é o melhor país para se envelhecer; Brasil ocupa 31ª posição

 
Estudo respaldado pelas Nações Unidas indicou que suecos, noruegueses e alemães são os mais bem preparados para lidar com os desafios da velhice.

Um estudo idealizado pelo Índice Global de Vigilância Etária, e respaldado pela ONU, indicou que a Suécia é o melhor país para se envelhecer. Os resultados divulgados nesta semana apontam que os suecos, seguidos de noruegueses e alemães, são os mais amparados para lidar com os desafios de uma população em processo de envelhecimento. O Brasil ficou com a 31ª posição, atrás dos vizinhos Chile (19º) e Uruguai (23º). O Afeganistão ficou na última colocação.

O estudo classificou o bem-estar social e econômico dos idosos em 91 países, comparando dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras agências globais especializadas em renda, educação, emprego e qualidade de vida dos mais velhos. Aspectos como a cobertura proporcionada pela aposentadoria, número de idosos considerados pobres, expectativa de vida e saúde até os 60 anos, idosos empregados, segurança e liberdade cívica foram analisados.


As primeiras posições foram dominadas por nações da Europa, além de Estados Unidos e Japão. O Brasil foi o mais bem colocado entre os países emergentes do bloco Brics, composto também por Rússia, Índia, China e África do Sul.

O estudo, inédito, aponta que muitos países estão despreparados para lidar com uma população cada vez mais idosa. Silvia Stefanoni, diretora-executiva do grupo que idealizou o informe, disse que a lentidão no debate sobre o bem-estar dos mais velhos "é um dos maiores obstáculos para responder às necessidades da população mundial em envelhecimento". "Ao nos dar uma compreensão melhor da qualidade de vida de homens e mulheres à medida que envelhecem, este novo índice pode nos ajudar a focar nossa atenção nas áreas em que precisamos fazer melhorias", afirmou.

A forma como os países cuidam dos idosos se tornará um tema cada vez mais importante, uma vez que o número de pessoas com mais de 60 anos deve aumentar dos atuais 809 milhões para mais de 2 bilhões em 2050 - quando elas serão mais de uma em cada cinco pessoas do planeta, destacou o informe.

Um comentário:

marciagrega disse...

Muito interessante!
Gostei!

Bjus e boa semana!
Marineide

Paz!