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quarta-feira, setembro 1

OS HORMÔNIOS E O ENVELHECIMENTO



Já se vão mais de cinco décadas desde que os primeiros pioneiros ousaram em desafiar a menopausa e iniciaram a terapia de reposição hormonal.

Naqueles tempos as coisas eram feitas de maneira empírica e quase heróica, uma vez que o fenômeno da menopausa era algo não muito bem compreendido, além de aceito até mesmo pela ciência médica como uma fase “normal” da vida.

Por outro lado, não havia como aferir o momento exato em que uma mulher entrava em deficiência hormonal e inexistiam controles laboratoriais para avaliar a resposta clínica ao uso dos hormônios.

Para dificultar ainda mais as coisas, os hormônios utilizados naqueles tempos eram artificiais e administrados em doses literalmente cavalares.

Este contexto, como seria de se esperar, produziu benefícios mas também efeitos adversos, dentre os quais o mais temido de todos: o aumento do risco de câncer.

Ao longo de todo este tempo avanços importantes foram obtidos, e ao contrário do que muitos ainda persistem em acreditar, reposição hormonal está longe de ser um tratamento de beleza para rejuvenescer e que pode causar câncer.

Reposição hormonal significa retardar de modo consistente os processos do envelhecimento humano, além de contribuir para a manutenção da qualidade de vida.

O grande quebra-cabeças é que estamos atingindo expectativas de vida cada vez maiores em um curto intervalo de tempo, de modo que os nossos sistemas glandulares produtores de hormônios ainda não tiveram o necessário tempo para adaptação, entrando em falência e esgotamento muitas décadas antes do final da vida.

É curioso observar que a natureza tem regras muito rígidas para todos os animais. Os seres vivos não vivem muito além da fase em que esgotam a capacidade de reproduzir, sendo o homem um dos poucos animais que conseguem quebrar estas regras.

Pagamos um preço muito elevado por tal insolência, uma vez que, a partir do momento que a produção de hormônios começa a declinar, todo o processo de fabricação de proteínas no nosso organismo passa também a sofrer um agudo declínio, acelerando de forma intensa o envelhecimento.

Os estudos da última década na área dos hormônios, não só confirmam como consagram um novo e bem mais abrangente conceito: o de modulação hormonal.

Ao contrário do que se acreditava, nós humanos temos, na verdade, não apenas uma grande pausa, mas inúmeras pausas diferentes, que acometem indistintamente homens e mulheres, instalam-se de maneira própria em cada pessoa, com níveis de intensidade e em idades completamente distintos para cada um de nós.

Abandonou-se aquela idéia de que apenas repondo estradiol na menopausa estaríamos fazendo muito pelas nossas clientes.

O que há, de fato, é a busca por um equilíbrio na produção de uma vasta gama de hormônios, já existindo marcadores para avaliar o momento exato em que cada um deles começa a declinar, permitindo que a reposição possa ser prontamente iniciada, igualmente para homens e mulheres.

É por demais oportuno lembrar que as múltiplas deficiências destes hormônios em conjunto, podem fazer com que o envelhecimento passe a ocorrer a uma velocidade muito maior.

É importante compreendermos que os hormônios não caem porque nós envelhecemos.

Nós envelhecemos porque os nossos hormônios caem ... 

Do arsenal disponível atualmente, os principais hormônios usados na modulação, com algumas das suas principais funções, são brevemente descritos a seguir:

Estradiol é o grande hormônio da menopausa. Exerce incontáveis e importantíssimas funções: síntese de colágeno, proteção cardiovascular, redução do risco de osteoporose, redução do risco de Alzheimer, redução do risco de câncer colorretal, redução do risco de cegueira, preservação dos dentes, manutenção do trofismo urogenital. 

Hormônio do crescimento humano (HGH) usado em homens e mulheres, reduz a gordura corporal de forma dramática,aumenta a massa muscular, estimula o desejo sexual, aumenta a resposta imunológica, melhora os níveis de energia e a performance cerebral, além de reduzir o processo de enrugamento da pele

Testosterona primordialmente utilizado em homens, aumenta de forma notória o rendimento cardíaco e resistência ao esforço físico, recupera as funções e o desejo sexual, além de ter um  efeito hipoglicemiante, contribuindo decisivamente para a normalização da glicemia no diabetes tipo II.

DHEA usado em homens e mulheres, estimula o sistema imunológico, o desejo sexual, age como poderoso anti-oxidante e regula as funções do cortisol, hormônio do stress, responsável por vários efeitos nocivos ao nosso organismo.


Melatoninapoderoso anti-oxidante, reduz os processos de oxidação e envelhecimento celular, além de ser um indutor da produção de serotonina, proteína responsável pela indução do sono profundo e natural. Usado em homens e mulheres. 

Extrato natural de hormônios tireoidianos usado nos dois sexos, evita a conversão inadequada dos hormônios ativos da tireóide, e, diante do hipotireoidismo, apresenta resultados clínicos superiores a qualquer outro produto de origem sintética.

Para finalizar, é importante destacar que todos estes hormônios são biologicamente idênticos aos  produzidos no nosso próprio organismo, permitindo que a sua suplementação seja realizada de forma segura e fisiológica.

autor do texto:Dr. Ítalo Rachid 

 bjs,soninha



Um comentário:

Arnoldo Pimentel disse...

Tem selos de presente pra você nos blogs abaixo, tem apenas duas regras para seguir

haikainosventos.blogspot.com
palavrasnosventos.blogspot.com

Beijos

Paz!