Alegrai-vos no Senhor!

quarta-feira, setembro 23

O Mito do Exame da Próstata

Segundo o Dr. Maluf, é normal a próstata se desenvolver com a idade. O fato de ela crescer não significa que seja câncer, nem que irá se formar um tumor
Em entrevista exclusiva ao Portal Terceira Idade, o urologista Dr. Roberto Eid Maluf fala sobre as causas e tratamentos para o câncer de próstata, que atinge 18% da população masculina

Já está havendo uma desmistificação do exame da próstata. Hoje, o homem já procura espontaneamente o médico, sem a pressão da família ou da esposa que obriga o homem a vir”, relata o Dr. Roberto Eid Maluf, urologista do Hospital Santa Cruz, em São Paulo, e especialista na área pela Sociedade Brasileira de Urologia.

Em entrevista exclusiva ao Portal Terceira Idade, o Dr. Maluf fala sobre o mito do exame da próstata, as causas e tratamentos para o câncer que atinge aproximadamente 18% da população masculina, o que significa um paciente para cada 6 homens.

O mito do exame de toque

Segundo Maluf, o exame da próstata é recomendado a partir dos 45 anos de idade, uma vez por ano. Quando há casos na família, recomenda-se fazê-lo já a partir dos 40. O exame é importante, pois o câncer de próstata não apresenta sintomas. A cura, hoje em dia, é possível sem quimioterapia, através de cirurgia ou de radioterapia.

O exame, que não necessita de preparos, é rápido e indolor. O toque – tão temido pelo público masculino – é necessário, pois, junto com o exame de sangue (PSA), é possível detectar aproximadamente 90% dos tumores de próstata.

As causas podem ser genéticas ou ambientais. Até a alimentação pode influir no desenvolvimento de tumores do órgão. “As comidas gordurosas que os países ocidentais fazem mais consumo poderia ser uma das causas. No Japão e na China, a incidência é rara”, destaca o médico.

“É normal a próstata se desenvolver com a idade. O fato de ela crescer não significa que seja câncer, nem que irá se formar um tumor”, finaliza.

Assista à entrevista completa clicando no vídeo acima.

Nenhum comentário:

Paz!