Paz e Amor!

Paz e Amor!
O Inverno Chegou!!

sexta-feira, julho 6

NOITES


Noites feitas de saudade,
de lembranças, de meiguice... 
- Tão curtas na mocidade
e tão longas na velhice!

Alfredo de Castro
Nasceu em Pouso Alegre, MG, em 8 de junho de 1922. Filho de Rodrigo Pereira de Castro e de Amália de Castro. Casado com Haydée Coutinho de Castro. Teve 4 filhos: Jane, Edna, Sued e Udiléia, 10 netos e 2 bisnetas. 
Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade. Gerente-Adjunto aposentado da Caixa Econômica Federal. Náufrago de guerra do navio “Afonso Pena”, torpedeado em 02.03.1943 e Ex-Combatente do Exército Brasileiro no último conflito mundial. 
Ocupou a Cadeira nº 32 da antiga Arcádia de Pouso Alegre, fundada pelo Dr. Jorge Beltrão. Membro efetivo da AHARPA (Associação Histórica e Artística de Pouso Alegre). Membro atuante da UBT (União Brasileira de Trovadores) Nacional. Colaborou com vários jornais, revistas, mostras de arte e coletâneas em todo o país, inclusive em “Meus irmãos os trovadores” de Luiz Otávio. Em sua galeria, há duas centenas de troféus, medalhas, cartões de prata e diplomas, como prêmios por sua participação em Concursos de Trovas e em Jogos Florais. Membro fundador da Academia Pouso-alegrense de Letras, ocupava a Cadeira nº 18, cujo patrono é Dr. José Antônio Garcia Coutinho. 
Publicou: “Fagulhas Evangélicas”, trovas, 1953; “Torpedeamento”, poema, 1955. Participou das seguintes coletâneas publicadas pela Arcádia de Pouso Alegre: “Coletânea Poética”, sonetos, 1955; “5 Poetas em l Livro”, sonetos, 1956; “Cigarras em Desfile”, trovas, 1957; “Garimpeiros de Sonhos”, sonetos, 1957; “Cantigas de Pouso Alegre”, trovas, 1963; “Enquanto o Mandu Corre”, trovas, 1964; “Na Taça da Saudade”, trovas, 1979; “Em Prosa e Verso”, sonetos, trovas e contos, publicados pela Academia Pouso-alegrense de Letras, 1996, “Cantigas do Mandu”, trovas, 1998; “Em Prosa e Verso II”, publicação da Academia Pouso-alegrense de Letras, 2005.

abçs,

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