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domingo, julho 28

28 de julho: "Dia Mundia de Combate às Hepatites!"


Idosos sexualmente ativos têm mais risco de ter hepatite B, diz especialista.No Dia Mundial da Hepatite, especialista alertam para a prevenção da doença.

No Dia Mundial de Combate a Hepatite, a SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) alerta para a prevenção da doença, especialmente a do tipo B. Segundo Isabella Ballalai, diretora da SBIm Nacional, é necessário tomar os cuidados necessários independentemente da idade.

— Temos que ter atenção também com os idosos. Boa parte é sexualmente ativa e resistente ao uso de preservativo, o que amplia o risco de contrair a infecção.

Comum entre os brasileiros, a hepatite B acomete cerca de 800 mil pessoas no País. As principais vias de transmissão do vírus são o sangue, secreções e os objetos cortantes contaminados (alicate de unha comum em salões de beleza, por exemplo). A doença atinge o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano.

Recentemente, o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária de imunização gratuita, que antes abrangia somente pessoas até 29 anos, e passou a beneficiar também gestantes de todas as idades, para evitar a transmissão para o feto. Quando isso ocorre e o bebê nasce infectado o risco de desenvolvimento de hepatite crônica é superior a 90%.


Além da hepatite B, existem mais de cinco tipos da doença. Os principais são as hepatites A, B, C e Delta. Para os dois primeiros grupos existe vacina, mas apenas a hepatite B está disponível na rede pública. A hepatite A costuma ocorrer de forma branda e muitas vezes assintomática em crianças. Contudo, em adultos, as manifestações tendem a ser mais sérias e requer tratamento, repouso e afastamento do trabalho ou escola, por exemplo. A transmissão desta hepatite é fecal-oral e se dá por meio de água e alimentos contaminados.

A vacina da hepatite A está disponível somente nas clínicas privadas e é indicada pelas sociedades médicas, na forma simples (apenas hepatite A) ou combinada com a proteção da hepatite B, o que gera mais conforto e facilita a aplicação, já que reúne duas vacinas em uma única dose. Para as grávidas, estas duas últimas (hepatite A e hepatite A e B combinadas) são indicadas em situações de risco aumentado, como situações de surto, por exemplo.


Hepatite C, a mais grave

Os especialistas também alertam para os cuidados com a hepatite tipo C. Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente 3 milhões de brasileiros são portadores do tipo mais grave da doença, a hepatite C. Antigamente a doença era transmitida por meio de transfusões de sangue ou cirurgias; raramente por relação sexual ou no parto, mais comum por agulhas e seringas.

Segundo a hepatologista do HCor Edna Strauss, a pessoa pega a doença por meio de sangue ou secreção corporal contaminados em contato com mucosas ou pele machucada e com o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos cortantes infectados. Nas transfusões sanguíneas realizadas no país antes de 1992 houve uma grande incidência de transmissão da hepatite C. Hoje, porém, já se usam métodos de análise que garantem a segurança do processo.

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