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domingo, outubro 13

Santos terá monitoramento à distância para idosos


Sistema permite que idoso seja monitorado 24 horas por dia.Em Santos, 50 idosos irão passar por uma experiência com o sistema.

Santos terá um sistema de monitoramento à distância que vai cuidar de idosos em situação de risco. O programa foi lançado nesta terça-feira (8) no Centro Comunitário Vila Nova. O sistema permite que os idosos que usarem colares ou pulseiras sejam são monitorados 24 horas por dia e tenham um rápido atendimento em caso de perigo.

O programa Televida, oferecerá um serviço de teleassistência ao Idoso, comandado por uma empresa que desenvolve o projeto no país há, pelo menos, cinco anos. Segundo o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, o serviço atenderá, principalmente, as pessoas que vivem sozinhas e precisam de assistência. O mercado de teleassistência é utilizado nos Estados Unidos e Europa.

No final de outubro, 50 idosos irão passar por uma experiência com o sistema durante 90 dias. Eles receberão uma pulseira ou um colar de plástico antialérgico, que podem ser usados, inclusive, no banho. Desta forma, os idosos são monitorados 24 horas por dia, em uma central com atendentes treinados. Quando o idoso estiver em uma situação de risco ou em perigo, ele aciona o botão. O relógio manda um sinal de aviso para um equipamento que pode ser colocado em qualquer parte da casa. Pela linha telefônica, o aparelho envia um sinal de alerta para a central. A primeira atitude da atendente é tentar contato com o idoso pelo aparelho viva voz. Se o idoso não conseguir responder a chamada, a atendente avisa um grupo de até cinco pessoas cadastradas. Se for preciso, a ambulância será acionada imediatamente. A atendente só desiste de tentar um contato após a pessoa ser resgatada.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) havia 80 mil idosos vivendo em Santos, em 2012. Atualmente, um em cada cinco santistas tem mais de 60 anos. De acordo com a Prefeitura de Santos, um terço dos acidentes atendidos nos prontos-socorros e hospitais municipais tem como vítimas pacientes nesse faixa etária, com 85% das ocorrências em casa.

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