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segunda-feira, outubro 21

Andropausa: descubra os sinais e saiba como lidar


Você anda mais cansado que de costume? Está menos disposto para o sexo? Tem se irritado com muita facilidade? Se você for homem com mais de 50 anos e respondeu sim para essas perguntas, fique atento. A causa para algumas mudanças físicas e emocionais após esta idade pode ser a andropausa, uma espécie de menopausa masculina, que diminui drasticamente os níveis hormonais e exige alguns cuidados.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Ricardo Meirelles, nem todos os homens apresentam níveis tão baixos de testosterona que podem causar problemas e, em alguns casos, os sintomas podem ser confundidos e atribuídos ao envelhecimento. "Cerca de 20% dos homens entre 50 e 60 anos apresentam a andropausa. Este número aumenta para mais de 80% após os 80 anos", explica.

Ainda assim, é preciso ficar de olho e conhecer os tratamentos adequados para passar por essa fase da melhor maneira. Por isso, o Terra conversou com especialistas no assunto para tirar todas as suas dúvidas sobre o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM), popularmente conhecido como andropausa.

Sintomas 

A andropausa não tem características tão marcantes quanto a menopausa, que é diagnosticada com o fim da menstruação e fortes ondas de calor. No entanto, são frequentes sintomas como a indisposição, tendência a se cansar facilmente, perda de pelos, queda de cabelos, diminuição da libido, dificuldades de ereção e irritabilidade.

Segundo especialistas, os homens também podem sofrer perda de massa muscular. "Com a redução dos níveis de hormônio masculino, ocorre maior tendência a acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal. Além disso, podem ocorrer anemia e perda de massa óssea, com osteoporose", afirma Meirelles.

Diagnóstico 

O exame de sangue é o melhor jeito para diagnosticar a andropausa e calcular a dosagem de testosterona no sangue. Isso porque, são os níveis baixos deste hormônio que caracterizam esta fase. Também é importante realizar outros exames para anular possíveis causas de testosterona baixa, como dosagem da prolactina e gonadotrofinas (hormônios que estimulam os testículos) e hormônios relacionados à função da tireoide.

De acordo com o presidente da SBEM, a redução progressiva dos níveis de testosterona se inicia em torno dos 30 anos, a uma taxa de diminuição de 1% ao ano. Por isso, é preciso ficar atento ao diagnóstico após os 50 anos.

Prazer sexual 

Especialistas explicam que a disfunção erétil pode ocorrer em alguns casos de andropausa, mas existem inúmeros outras alterações associadas a este sintoma, como problemas vasculares, neurológicos e de outros hormônios, que não a testosterona.

Vale lembrar ainda que não são todos os homens que entram na andropausa e sentem diminuição do prazer, segundo a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano. "Na verdade, mesmo nessa fase, o prazer continua o mesmo, o que altera é a necessidade de buscar o prazer. As relações sexuais podem ficar mais espaçadas sem que isso possa interferir na vida a dois, a não ser que haja cobrança e desconhecimento sobre o assunto".

Tratamento


O tratamento da andropausa consiste em aplicar testosterona ou medicamentos que aumentem a produção deste hormônio pelos testículos. A testosterona pode ser administrada por via injetável, em gel ou adesivos transdérmico.


De acordo com Ricardo Meireles, todos os homens que apresentem níveis baixos de testosterona e sintomas compatíveis com a andropausa devem ser tratados, exceto se houver contraindicações, como câncer de próstata ou de mama masculina.

"Outras condições que contraindicam a reposição hormonal são a apneia do sono, a poliglobulia (excesso de glóbulos vermelhos), a epilepsia e a insuficiência cardíaca descompensada. Estas, entretanto, são contraindicações relativas que, quando tratadas, não impedem a reposição. Os níveis sanguíneos da testosterona devem ser mantidos dentro dos limites da normalidade", avisa o presidente da SBEM.

Mudanças de hábitos

Como os homens podem sofrer perda de massa muscular e acúmulo de gordura na região abdominal, o ideal é manter a alimentação sempre saudável.

Segundo os médicos, não há um alimento específico para ser indicado, mas o excesso de peso pode agravar a deficiência do hormônio masculino. Já o emagrecimento, ajuda a normalizar os níveis de testosterona.

Como lidar

Para passar pela andropausa da melhor maneira, é preciso ser paciente e ter uma parceira compreensiva. "As mulheres começam a cobrar muito o desempenho masculino, o que faz com que o homem fique emocionalmente afetado e cada vez mais ansioso em relação à sua performance sexual", alerta Sylvia Marzano.

Por isso, de acordo com a terapeuta sexual, é fundamental conhecer as mudanças físicas e emocionais do envelhecimento masculino e prevenir possíveis disfunções durante consulta anual com urologista.

"Em relação ao relacionamento sexual, a dica é não ter a expectativa de eterna juventude e lembrar que uma boa conjugalidade se consegue com novidades, individualidade, namoro sem sexo, para a manutenção do erotismo e consequentemente da atividade sexual", afirma Sylvia.

sábado, dezembro 11

ANDROPAUSA



O distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (DAEM), ou andropausa, decorre da diminuição da produção de testosterona, hormônio masculino produzido nos testículos.

A andropausa pode causar grande variedade de sinais e sintomas e estar relacionada a diversas enfermidades do homem. No diagnóstico da andropausa, leva-se em conta o que o indivíduo sente e/ou apresenta durante o exame físico para avaliação das possíveis causas.

Muitos homens não estão seguros da maneira mais adequada de escolher um médico. Para começar, o melhor profissional é mesmo o médico da família. No entanto, também existem vários especialistas que se ocupam de problemas masculinos específicos como a andropausa.

Ação da testosterona



A ação da testosterona está presente em diferentes funções, nas diversas fases da vida do homem, desde a vida embrionária até a idade adulta.

No embrião e no feto a ação da testosterona é responsável pelo desenvolvimento das glândulas sexuais (testículos) e dos órgãos genitais.

Na puberdade, a ação da testosterona é responsável pela virilidade (masculinização).

No homem adulto, a ação da testosterona se faz presente em muitas funções sexuais (libido, ereção, fertilidade). Além disso, preserva a aparência masculina, que se desenvolveu na puberdade.

A ação da testosterona mantém o desempenho e a saúde física do homem e também tem influência sobre o humor e a sensação de bem-estar.

Sua parceira e você – Libido do Homem

Podem ocorrer algumas mudanças no seu desejo sexual (libido) as quais você ainda não tinha observado ou julgava normais. Assim como se atribuem sintomas de alteração de humor ou de depressão a causas não médicas (por exemplo, estresse no trabalho), pode-se achar que a falta de libido é algo passageiro e que não merece uma atenção maior.

Se você perceber mudanças em sua libido, converse a respeito com sua parceira. Uma pessoa mais próxima de você pode ajudá-lo a avaliar se essas mudanças se devem mesmo a estresse, a uma fase da sua vida ou necessitam de cuidados médicos.



Algumas perguntas que você pode fazer a sua parceira:
* Notou alguma mudança incomum em meu comportamento ou humor?
* Eu pareço apático e com menos energia do que antes?
* Notou agitação em meu sono? Eu me debato muito durante a noite?
* A qualidade de meu desempenho sexual caiu?

bjs,soninha



Paz!