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quarta-feira, julho 30

Tratamento do diabetes em idosos merece atenção

Mais de 382 milhões de pessoas sofrem de diabetes no mundo, 11,9 milhões só no Brasil, segundo dados do IDF (International Diabetes Federation). A prevalência e a incidência do diabetes tipo 2 em idosos vêm crescendo proporcionalmente ao aumento da expectativa de vida da população. 
Estima-se que 10 milhões de pessoas (26,9% da população mundial) com idade igual ou superior a 65 anos tenham diabetes, segundo dados do Center for Disease Control and Prevention. Muitas delas não sabem ser portadoras da doença. Em 2013, 226 mil adultos morreram em decorrência do diabetes nas Américas do Sul e Central, mais da metade (56%) com mais de 60 anos.
O impacto do diabetes tipo 2 nos idosos tem recebido atenção especial da comunidade médica e científica nos últimos anos. Isso porque o tratamento da doença nessa população é um desafio, já que inúmeros fatores podem dificultar o controle da glicemia, como condições médicas, doenças associadas, uso de outros medicamentos e a possibilidade de interação medicamentosa, características comuns a essa faixa etária.

A idade avançada também é um fator de risco para a hipoglicemia (nível baixo de açúcar no sangue), problema que pode ser ocasionado pela omissão ou atraso de refeições, por exercícios físicos excessivos ou por doses elevadas de insulina e/ou alguns medicamentos para diabetes. Ela é potencialmente perigosa para os idosos por apresentar sintomas que podem ser confundidos com os comuns à idade avançada, como calafrios, tontura, sudorese, fome, cefaleia, palidez, alteração repentina do humor ou do comportamento e confusão mental. Sem diagnóstico, a hipoglicemia pode aumentar a chance de quedas e comprometer o sistema nervoso central, o que aceleraria a evolução do Alzheimer, já que o baixo nível de açúcar no sangue pod e levar à morte de neurônios e à demência.
A baixa adesão ao tratamento nessa faixa etária também é um problema, já que as múltiplas condições médicas podem dificultar o comprometimento dos pacientes com a terapia. É comum que idosos se preocupem mais com a capacidade funcional e a habilidade de manter as atividades do dia a dia do que com os objetivos específicos do tratamento. Sem o controle efetivo do diabetes, eles acabam ficando suscetíveis aos riscos associados à doença. Cerca de 20% dos diabéticos morrem de insuficiência renal e 50%, de ataque cardíaco. 

O diabetes ainda traz impactos negativos na qualidade de vida: a doença é responsável por um milhão de amputações dos membros inferiores ao ano e por 5% dos casos de cegueira em todo o mundo, segundo a World Diabetes Foundation. Aproximadamente um terço das pessoas com diabetes desenvolvem retinopatias ou algum grau de lesão nos olhos relacionados à doença.
Por esses motivos, é fundamental que o tratamento do idoso seja feito individualmente, levando em consideração as peculiaridades da idade, com acompanhamento multidisciplinar e comportamental, além do controle da glicemia. A boa notícia é que hoje já existem medicamentos eficazes, os chamados inibidores de DPP-4, que agem de forma glicose-dependente, atuando apenas quando a glicemia está aumentada, reduzindo o risco dos episódios de hipoglicemia e proporcionando, assim, mais qualidade de vida para o paciente.

quarta-feira, março 9

Nutrição e Diabetes


Esta semente tem propriedades que protegem contra o diabetes tipo 2 e as doenças cardíacas, segundo um estudo americano publicado na revista Journal of the American College of Nutrition.

A pesquisa, realizada na Universidade de Medicina e Odontologia de New Jersey (EUA), incluiu amêndoas na dieta de 65 voluntários, todos adultos e em estado pré-diabético, ou seja, com nível de glicose acima do normal.

Após a mudança no cardápio, os médicos verificaram nos pacientes um aumento da sensibilidade à insulina, o que melhora o processamento de açúcares pelo corpo. A insulina é o hormônio responsável pela quebra dos açúcares no sangue, deficiente no organismo dos diabéticos.

Segundo os autores do estudo, os voluntários também apresentaram uma significativa redução dos níveis de LDL (colesterol ruim), o que contribui para evitar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


fonte:Portal Diabetes

bjs,soninha


quarta-feira, março 2

Café x Diabetes Melittus tipo II




Um estudo recente publicado no periódico Diabetes apresentou dados que afirmam que mulheres que tomam quatro copos de café por dia tem menos risco de desenvolver o tipo 2 de diabete.

A pesquisa, realizada na Universidade da Califórnia (EUA), analisou os históricos médicos de mulheres ao longo de 10 anos. Todas tinham o hábito de tomar café. 359 das pacientes tinham diabetes e 359 eram saudáveis.

Os resultados mostraram que as mulheres que tomavam quatro copos de café todos os dias possuíam níveis mais altos da proteína SHBG (globulina ligadora dos hormônios sexuais). Essa proteína é responsável por regular o nível de hormônios sexuais no corpo e é conhecida por diminuir os riscos de diabete 2. Os cientistas ainda não compreendem inteiramente a relação entre o café e essa proteína, mas já se sabem que a bebida aumenta os níveis desse composto no sangue.

As pacientes que tomavam menos de quatro copos de café diariamente tinham 56% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que as mulheres que tomavam essa quantidade. 


fonte: Portal Diabetes
bjs,soninha



sábado, fevereiro 26

Diabetes Mellitus



O Diabetes Mellitus é uma disfunção causada pela deficiência total ou parcial de produção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. Como conseqüência a glicose não é aproveitada adequadamente pelas células provocando sua elevação no sangue, ultrapassando as taxas normais ( 70 a 110 mg/dl ).

Para entender melhor o Diabetes, é preciso conhecer a função da glicose e da insulina em nosso organismo. A glicose é quem gera energia para nosso organismo funcionar, mas isso só ocorre se houver insulina. Portanto a função da insulina é garantir a entrada de glicose nas células para a produção de energia.. Quando nos alimentamos, ingerimos vitaminas, proteínas, sais minerais e glicose ( açúcar ). 

 
Essa glicose é absorvida no intestino, entra na corrente sanguinea e com a ajuda da insulina, penetra nas células para produzir energia e assim garantir o funcionamento do organismo. Existem algumas formas ou tipos de Diabetes, sendo os mais conhecidos os do tipo 1 e do tipo 2, no entanto existem ainda outros tipos como o gestacional , o provocado pelo uso de alguns medicamentos ou provocados por doenças do pâncreas ( tumores, etc )

O Diabetes quando não diagnosticado ou se diagnosticado e não tratado adequadamente passa a ser um grave problema de saúde pública devido as suas complicações.




Tipo 1

É o tipo de diabetes onde ocorre destruição das células do pâncreas que produzem insulina.Seu aparecimento se dá de forma abrupta em crianças, adolescentes e adultos jovens. O inicio dos sintomas é súbito e sua evolução clinica é rápida, podendo levar ao coma hiperglicêmico em poucos dias. É o chamado diabetes insulino-dependente, pois requer o uso de insulina no seu tratamento. Representa aproximadamente 10% do total de quem têm diabetes.




Tipo 2

É o tipo de diabetes mais comum. Neste o pâncreas diminui a produção de insulina e/ou a insulina produzida não é bem usada pelo organismo. Ocorre geralmente em adultos após os 35 anos de idade.O inicio dos sintomas é lento e podem passar despercebidos por longos períodos, dificultando seu diagnóstico e o tratamento. È o chamado diabetes insulino-não-dependente, na sua maioria tratado com comprimidos, embora possa também as vezes ser tratado com insulina. Representa 90% das pessoas que têm diabetes.




O Diabetes Gestacional : geralmente surge em mulheres grávidas que não eram diabéticas, onde ocorreu alteração da tolerância a glicose em graus diversos diagnosticado durante a gestação. Geralmente, desaparece quando esta termina. Futuramente elas podem vir a desenvolver o Diabetes tipo 2.




 
Outros tipos : específicos de diabetes podem vir a ocorrer, mas constituem situações raras de ocorrer e são causadas por:

Defeitos genéticos funcionais das células Beta e na ação da insulina;
Doenças do Pâncreas;
Endocrinopatias;
Induzidos por fármacos e agentes químicos;
Infecções;
Formas incomuns de diabetes imuno-mediado;
Outras síndromes genéticas associadas ao diabetes.


fonte: Portal Diabetes


bjs,soninha


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