Paz e Amor!

Paz e Amor!
Sol...Calor!
Mostrando postagens com marcador teste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador teste. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, abril 18

Diálogo Aberto: Audição!


Você assiste televisão com o volume muito alto? Tem dificuldade em acompanhar conversas em grupo? Finge que entendeu o que foi conversado?

Se você respondeu sim a estas perguntas, você pode estar com algum sintoma de perda de audição. Para ajudar as pessoas a identificarem o problema, especialistas da rede Direito de Ouvir desenvolveram um teste com 10 perguntas bem simples. Confira

Não é difícil encontrar jovens e adultos com algum sintoma de perda de audição, este não é um problema comum apenas a quem possui uma deficiência ou entre idosos. Um dos fatores que influenciam o aumento de casos em pessoas abaixo dos 60 anos é a exposição ao som muito alto ou o uso inadequado dos fones de ouvido. 

Apesar de muitos procurarem assistência médica assim que percebem que estão com dificuldade de ouvir, a maioria acaba ignorando o problema por falta de informação, o que pode agravar ainda mais a situação e evoluir para algo mais sério. “É importante sempre procurar um médico assim que os primeiros sinais de que a audição está comprometida surgirem, pois assim é mais fácil reverter o quadro e evitar complicações”, explica Andréa Abrahão, fonoaudióloga e diretora técnica da rede Direito de Ouvir, empresa brasileira de aparelhos auditivos coligada à multinacional Amplifon, líder mundial em soluções auditivas, presente em 22 países. 

Zumbido no ouvido pode ser indício de perda auditiva 

Um barulho similar a um apito, que aparece geralmente no ouvido após uma pessoa ouvir música alta: essa sensação comum é conhecida como zumbido e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, afeta mais de 28 milhões de brasileiros. 

Geralmente, o ruído é notado em situações silenciosas ou em que não existe a presença de um som ambiente. O efeito do zumbido pode variar para cada pessoa, ou seja, em alguns casos são mais leves e passageiros. Já em outros, podem ser mais graves e podem causar situações incômodas como a perda do sono e dificuldade de concentração. 

“Apesar de existirem diversos fatores que podem desencadear o aparecimento do zumbido, é fundamental fazer uma avaliação médica, pois se trata de um sintoma associado à perda auditiva”, alerta Andréa. Entre as situações que podem influenciar o surgimento do problema estão a exposição prolongada a sons acima de 85 dB e problemas de saúde como alergias, diabetes e medicamentos. 

Teste sua audição 

Além do zumbido, há outros sinais que podem indicar o início de uma perda auditiva. Para ajudar as pessoas a identificarem o problema, especialistas da rede Direito de Ouvir desenvolveram um teste com perguntas:

01 Você ouve zumbidos com frequência? 
Sim Não 

02 Costuma ter a sensação de que o ouvido esta tampado? 
Sim Não 

03 Em uma conversa, as pessoas costumam repetir as perguntas que fazem para você? 
Sim Não 

04 Percebeu alguma mudança na maneira de se comunicar ao telefone? Tem tido alguma dificuldade? 
Sim Não 

05 Assiste televisão com o volume muito alto? 
Sim Não 

06 Tem dificuldade em acompanhar conversas em grupo? 
Sim Não 

07 Tem dificuldade em entender conversas com ruídos ao fundo? 
Sim Não 

08 Dificuldade em ouvir a campainha ou a porta? 
Sim Não 

09 Finge que entendeu o que foi conversado, tendo dificuldade em admitir a perda auditiva e procurar ajuda? 
Sim Não 

10 As pessoas dizem que você fala muito alto e você não percebe? 
Sim Não

Se você respondeu “Sim” para três ou mais dessas perguntas, você deve visitar um médico otorrinolaringologista (especialista em orelhas, nariz e garganta) ou uma profissional fonoaudiologista para uma avaliação auditiva. 

Banda americana ajuda o público a se proteger de volumes altos 

A banda norte-americana Pearl Jam decidiu investir em uma ação inusitada para e conscientizar as pessoas a respeito dos danos que a música em volumes excessivos pode causar. A nova turnê da banda, que teve início agora, no mês de abril, conta com um stand onde são distribuídos plugs auriculares para serem utilizados durante o show. 

Não é difícil encontrar casos de músicos que tiveram problemas de audição em decorrência da profissão. Brian Johson, vocalista da banda australiana AC/DC teve que adiar as apresentações de sua turnê pelos Estados Unidos pois foi alertado pelos seus médicos que corria o risco de ficar surdo.

Fotos/ilustrações: divulgação 
Fonte: AtitudeCom

quinta-feira, outubro 31

Pesquisa mostra que bengala reduz dores em pacientes com artrose de joelho

 
De acordo com a Agência FAPESP a Pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que o uso de bengala por pacientes com artrose de joelho ajuda a reduzir a dor e o consumo de anti-inflamatórios, além de melhorar a capacidade de locomoção.
A recomendação faz parte das diretrizes das principais sociedades médicas do mundo, mas, embora existam relatos sobre o uso de bengala desde a antiguidade, nenhum estudo havia investigado, até então, se a prática é realmente benéfica. 

“Qualquer intervenção médica, seja para diagnóstico ou tratamento, deve ser baseada em evidências científicas. Por isso, delineamos esse estudo seguindo o mais alto padrão de qualidade científica. Foi feito um ensaio controlado, randomizado e com avaliador cego”, contou o médico Jamil Natour, coordenador da pesquisa que teve apoio da FAPESP. 

Os resultados do estudo realizado com 64 pacientes foram publicados na revista Annals of the Rheumatic Diseases, uma das mais importantes da área de reumatologia, com destaque no editorial. 

A artrose é uma doença causada pela degeneração das cartilagens que revestem as articulações. A dor e o impacto funcional variam de acordo com a região afetada e o grau de comprometimento da cartilagem. 

Quando atinge o joelho, a artrose pode ser muito incapacitante. O paciente sente muita dor e perde autonomia. Tem grande impacto na qualidade de vida”, disse Natour. 

Os casos mais leves são tratados com medicamentos analgésicos e exercícios para fortalecer a musculatura do membro. Os mais graves podem exigir cirurgia para colocação de prótese. 

A bengala é indicada para diminuir a sobrecarga na articulação. “Parte do esforço vai para o membro superior. E o correto é usá-la sempre do lado oposto ao do joelho afetado”, disse Natour. 

Os médicos, no entanto, preocupavam-se com o aumento no gasto de energia ao caminhar quando se usa a bengala. “No caso de idosos com problemas cardíacos ou respiratórios, por exemplo, isso deve ser considerado”, afirmou. 

Mas a pesquisa mostrou que, após um período de adaptação, o gasto de energia ao andar com e sem a bengala se equipara. “O paciente precisa usar o acessório pelo menos durante um mês para perceber os benefícios”, disse Natour. 

Teste de caminhada 

Na pesquisa os voluntários foram divididos em dois grupos e passaram por avaliações para medir o nível de dor e a capacidade funcional. Para verificar o gasto energético, foi feito um teste de caminhada de 6 minutos com e sem auxílio de bengala. Durante o trajeto determinado, os pacientes usavam uma máscara que analisa a troca dos gases respiratórios. 

Metade do pacientes recebeu uma bengala de madeira para levar para casa e foi orientada a usá-la por dois meses. A outra metade, o grupo controle, manteve o mesmo tratamento, mas não recebeu a bengala. Todos foram reavaliados após 30 e 60 dias. 

Ao final, o nível de dor havia diminuído de 20% a 30% no grupo que recebeu a bengala e o consumo de medicamento para dor havia sido menor quando comparado ao do grupo controle. Também houve uma melhora de 20% na capacidade funcional no grupo que recebeu a intervenção. 

“No teste feito após 30 dias, o gasto energético ao andar com a bengala tinha se equiparado ao gasto sem o acessório no grupo que sofreu a intervenção. Já no grupo controle, os pacientes ainda gastavam mais energia ao caminhar com a bengala”, disse Natour. 

Os resultados podem servir de base para a inclusão da bengala no rol de tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), afirmou o pesquisador. 

Podem ainda ajudar os médicos a convencer os pacientes a adotar o acessório. “Muitos resistem a usar bengala, pois sua imagem está associada à velhice e à incapacidade. Agora, podemos mostrar os benefícios de forma objetiva”, disse.

Paz!