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sexta-feira, maio 15

Como cuidar bem do coração com uma boa alimentação

Os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontaram que as brasileiras representam cerca de 30% dos casos de infarto no Brasil. O número assustador é um alerta para as primeiras mudanças visando o bem-estar e a saúde.
E começar a pensar na ‘saúde do coração’ pode começar na alimentação. Simples, não? 

“As doenças cardiovasculares afetam principalmente pessoas adultas acima de 60 anos, embora já tenha aumentado a ocorrência em mais jovens. Podemos considerar doença cardiovascular as doenças coronarianas (infarto do miocárdio e angina do peito), cerebrovascular (AVC e ataque isquêmico), doença arterial periférica e aterosclerose da artéria aorta. Hábitos saudáveis levam a uma vida mais longa e de qualidade. Pequenas dicas causam grande impacto na redução dos riscos de doenças cardíacas”, alerta a nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center.


terça-feira, setembro 30

Coração - Proteja com suco de uva


Tese de doutorado da FMUSP comprova que a bebida tem o mesmo efeito vasodilatador do vinho mas sem efeitos colaterais do álcool.

Quem toma um cálice de vinho às refeições com o objetivo de evitar possíveis problemas no coração, mas tem como inconveniente os efeitos colaterais do álcool, pode substituir a bebida por suco de uva. A tese de doutorado da cardiologista e médica assistente do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP, Silmara Regina Coimbra, comprovou que ...tanto o vinho tinto quanto o suco de uva provocam o mesmo efeito sobre o endotélio... (camada que forra internamente os vasos sanguíneos), aumentando a sua dilatação, frente a um estímulo.

Nessa camada é que se depositam as placas de gordura (ateroscleróticas), que comprometem a circulação e são capazes de provocar o infarto do miocárdio. A grande vantagem do suco na proteção contra a aterosclerose é a ausência de álcool.

Estudo

O estudo foi realizado no Incor com 31 pacientes hipercoleste-rolêmicos (com nível elevado de colesterol), sem outros fatores de risco. O primeiro grupo, formado por 15 pessoas, consumiu diariamente, durante sete dias, 500 ml de suco de uva (250 ml por refeição). Após um intervalo de sete dias, eles repetiram o procedimento com o vinho tinto, na mesma quantidade. O outro grupo, com 16 pacientes, foi analisado por um período maior: 14 dias de consumo, por bebida, com o mesmo período de intervalo.

Como resultado, com 14 dias de consumo, houve aumento da dilatação endotélio-dependente tanto no caso do suco quanto no do vinho, ou seja, melhorou a função endotelial. A reatividade vascular endotélio-independente também aumentou após consumo do vinho tinto. Não foi observada, porém, nenhuma alteração em lípides e agregação plaquetária com vinho ou suco de uva.

Proteção sem riscos

Segundo a cardiologista Silmara Coimbra, a principal conclusão deste trabalho é que o suco de uva pode proteger o indivíduo contra a doença arterial coronária (DAC) sem os riscos associados ao consumo do álcool. Profissionais do Incor, sob a coordenação do Prof. Dr. Protásio Lemos da Luz, já haviam comprovado o efeito protetor do vinho e de outros produtos não alcoólicos do vinho em coelhos.

Na recente pesquisa junto a pacientes com níveis elevados de colesterol, as duas bebidas demonstraram efeito vasodilatador.

A ação do vinho tinto na prevenção de doenças do coração já é conhecida há pelo menos uma década. O consumo moderado da bebida é capaz de aumentar o nível de HDL, o colesterol “bom”. O que se discute é se esse efeito benéfico do vinho se origina do álcool ou é devido à sua grande quantidade de flavonóides, substância química que também é encontrada na casca da uva, na cebola, na casca da maçã e no tomate. Os flavonóides têm poder antioxidante e, portanto, protegem o coração dos efeitos das gorduras.

Não é álcool que protege

Na pesquisa da cardiologista Silmara Coimbra, concluiu-se que “a proteção do vinho tinto parece dar-se por outras substâncias que não o álcool”. Para pessoas que pretendem adotar o suco de uva em sua dieta com o objetivo de reduzir os riscos de problemas coronários, Coimbra recomenda a ingestão de um copo (150ml) no almoço e outro no jantar. O vinho é contra-indicado a pessoas com elevados níveis de pressão arterial e diabéticos, e pode produzir efeitos adversos.



segunda-feira, setembro 22

Casamento faz bem ao coração, afirmam cardiologistas americanos


Estar casado ajuda a manter um coração saudável, enquanto ser divorciado ou viúvo está associado a níveis mais altos de doenças cardiovasculares, segundo um estudo realizado com 3,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos.
Este é o maior estudo que mostra como a saúde cardíaca está ligada ao estado civil, e foi apresentado na conferência anual do American College of Cardiology, realizada em Washington neste fim de semana.

"Esses resultados certamente não devem levar as pessoas a se casar, mas é importante saber que as decisões sobre com quem você está, por que e por que não, podem ter implicações importantes para a saúde vascular", explica o autor do estudo Carlos Alviar, cardiologista do Langone Medical Center da Universidade de Nova Iorque.

De acordo com o estudo, para os casados, o risco de desenvolver qualquer doença cardiovascular é 5% menor em comparação com os solteiros. O risco de doenças cardíacas também é menor entre casados, em relação aos viúvos ou divorciados.

Os divorciados apresentaram uma maior probabilidade de desenvolver qualquer doença vascular, aneurisma da aorta abdominal, doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral em comparação com solteiros e casados​.

Os viúvos mostraram probabilidades ligeiramente mais elevadas de sofrer qualquer doença vascular e doença arterial coronariana em comparação com os outros grupos.

"O estudo mostra que outros fatores de risco, como tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes e sedentarismo, também aumentam (o risco) junto ao fato de ser divorciado ou viúvo", indica Suzanne Steinbaum, diretora do departamento de mulheres e de doenças do coração do hospital Lenox Hill de Nova York.

Solidariedade conjugal

"Como os casados tendem a ajudar uns aos outros a ser mais saudáveis​​, assegurando que seu cônjuge se alimente bem, faça exercícios, tome seus medicamentos e ajude a ir a compromissos, as pessoas casadas tendem a ter menos risco de doenças do coração", acrescenta Steinbaum, que não participou do estudo.

Os pesquisadores ficaram surpresos ao ver que a relação era maior em pessoas com menos de 50 anos de idade.

"A parceria entre casados ​​e uma menor probabilidade de doença vascular é maior entre os jovens, o que não esperávamos", garante Alviar.

Neste grupo, o casamento esteve relacionado a 12% menos de probabilidade de apresentar doenças cardíacas ou arterial.

Entre aqueles que se casaram com idades compreendidas entre 51 e 60 anos, houve 7% menos de probabilidade de desenvolver doenças do coração e de 4% entre os 61 anos ou mais.

Os dados, coletados entre 2003 e 2008, foram obtidos a partir de 3,5 milhões de pessoas em 50 estados, com idades entre 21 e 102 anos que participaram de um programa pago para estudar doenças cardiovasculares.

Os autores observam que o estudo incluiu uma proporção relativamente pequena de participantes de minorias raciais e étnicas, o que pode limitar o significado dos resultados.

Paz!