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domingo, dezembro 6

Osteopenia


Osteopenia não é uma doença. É uma condição pré-clínica que sugere a perda gradual de massa óssea que pode levar à osteoporose esta, sim, uma doença, que compromete a resistência dos ossos e aumenta o risco de fraturas no fêmur, pulsos e coluna vertebral.

Isso acontece porque, sob a aparência de solidez e resistência, nossos ossos estão em permanente processo de renovação. Eles se decompõem e reconstroem constantemente pela ação de três tipos de células: os osteoblastos, responsáveis pela reprodução da matriz óssea que entra na composição de todo o esqueleto; os osteócitos, células maduras que regulam a quantidade de minerais (especialmente de cálcio) no tecido ósseo e os osteoclastos, células gigantes que reabsorvem a massa óssea envelhecida para dar lugar a novas matrizes. Graças a esse potencial de reconstrução do tecido ósseo, é possível restaurar a forma e a função dos ossos, nos casos de lesões ou fraturas, por exemplo.

O pico de densidade mineral óssea (DMO) ocorre na terceira década de vida. Depois de alguns anos de estabilidade, o equilíbrio entre produção e reabsorção de células ósseas começa a ficar comprometido e os ossos se tornam mais fracos e porosos.

A osteopenia pode afetar mulheres e homens. No entanto, são mais vulneráveis as mulheres com menopausa precoce ou na pós-menopausa, especialmente as brancas e as asiáticas, de baixo peso e estatura, que se ressentem da queda na produção do estrogênio, hormônio feminino que contribui para a absorção de cálcio e estabiliza o metabolismo ósseo.

Causas

Entre as causas da osteopenia, é importante destacar o envelhecimento, que torna os ossos mais porosos e dificulta a absorção do cálcio. Fazem parte dessa lista também fatores genéticos e hereditários, desnutrição, exposição insuficiente ao sol e sedentarismo.

A osteopenia pode ser, ainda, a manifestação secundária de doenças em outros órgãos, como a tireoide, a paratireoide, o fígado e os rins. E não para por aí. O uso prolongado de alguns medicamentos (anticonvulsivantes, corticoides, hormônios tireoidianos), quimioterapia,anorexia nervosa, alcoolismo, cafeína e cigarro podem influir negativamente na qualidade da formação óssea.

Nos homens, o problema se agrava depois dos 60, 70 anos, quando cai a produção de testosterona o hormônio masculino.


Sintomas

A osteopenia é uma condição absolutamente assintomática. Os sintomas só aparecem, quando os ossos estão seriamente comprometidos pela osteoporose.

Diagnóstico

Segundo critérios estabelecidos pela OMS, considera-se que a osteopenia está instalada, quando a densidade mineral do osso gira entre menos 1% e menos 2,4%; portanto maior do que a perda fisiológica considerada normal para a faixa de idade.

O recurso mais importante para diagnóstico é a densitometria óssea, exame não invasivo, com baixa exposição à radiação, que permite medir a quantidade de cálcio por centímetro quadrado no fêmur e na coluna vertebral.

Exames laboratoriais de sangue são úteis para avaliar possiveis causas secundárias da degeneração óssea, que exigem tratamento específico.

Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de sucesso terá no tratamento.

Tratamento

É muito dificil reverter um quadro de osteopenia. Por isso, o objetivo maior é deter ou retardar a degradação do tecido ósseo que pode levar à osteoporose. O tratamento pode ser medicamentoso ou não medicamentoso.

O não medicamentoso consiste basicamente em adotar um estilo de vida saudável, o que inclui as seguintes medidas:

1) optar por uma alimentação balanceda, rica em cálcio, (leite e seus derivados, por exemplo), vitamina D (ovo, salmão, atum, verduras de folhas escuras, grãos integrais e cereais) pode ser suficiente para repor os 1.000 mg diários de cálcio necessários para a saúde dos ossos;

2) expor a pele ao sol, especialmente a dos braços e das pernas, sem passar protetor solar durante 10/15 minutos, no período da manhã ou no final da tarde, para garantir a síntese da vitamina D indispensável para a absorção intestinal de cálcio;

3) praticar atividades físicas, se possível com algum impacto, durante 30 minutos, pelo menos cinco dias na semana. Exercícios simples, como andar, dançar, nadar, ajudam a manter a densidade óssea, a fortalecer os músculos e a melhorar o equilíbrio, o que reduz o risco de quedas;

4) evitar o consumo excessivo de álcool e ficar longe do cigarro que prejudica muito a qualidade dos ossos;

5) controlar a ingestão de cafeína, presente não só no café, mas também em vários tipos de chá, refrigerantes, chocolate e bebidas energéticas, porque interfere na absorção de cálcio pelo organismo.

O tratamento medicamentoso, em geral, é reservado para os quadros mais graves de osteopenia e procura corrigir a deficiência de cálcio e vitamina D no organismo. Em alguns casos, o médico pode prescrever o uso de biofosfanatos, droga que têm demonstrado eficácia na preservação da densidade mineral óssea, e reposição hormonal, se não houver contraindicações.

Nenhum medicamento está livre de provocar efeitos colaterais indesejáveis e ser contraindicado em algumas situações. Portanto, qualquer remédio, inclusive as suplementações de cálcio e vitamina D aparentemente inofensivas, só deve ser utilizado com prescrição e acompanhamento médico.

Prevenção

A prevenção da osteopenia e, por tabela da osteoporose, deve começar na infância e estender-se vida afora. Para tanto, alimentação equilibrada e rica em cálcio, prática regular de exercícios físicos, exposição moderada ao sol para garantir a síntese de vitamina D, beber com moderação e não fumar representam a melhor escolha para quem quer ter ossos fortes e saudáveis.

quinta-feira, janeiro 8

Encontro discutiu como mulheres e homens vivenciam o envelhecimento de formas diferentes

Com o tema “Envelhecimento e Gênero”, o encontro discutiu 
direitos de homens e mulheres em processo de envelhecimento

O Portal Terceira Idade participou do II Fórum Internacional de Longevidade, que aconteceu em outubro, no Rio de Janeiro. O evento contou com a presença de representantes de governos e organizações internacionais.

Aspectos sociais e biológicos têm influência na maneira como homens e mulheres envelhecem? Para debater esta e outras questões, representantes de governos estrangeiros, da Organização das Nações Unidas (ONU) e de diversas instituições internacionais que lidam com a terceira idade, além de jornalistas dos principais órgãos de imprensa do País, estiveram presentes ao II Fórum Internacional de Longevidade, que aconteceu entre os dias 16 e 17 de outubro, no Rio de Janeiro. 

Com o tema “Envelhecimento e Gênero”, o encontro, mediado por Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil (ILC, na sigla em inglês), contou com a participação de representantes do Portal Terceira Idade, entre eles, Tony Bernstein, jornalista e diretora geral do Portal, Karol Bernstein, diretor de tecnologia da informação, e Rafael Peregrina, diretor de sustentabilidade. 


Política, trabalho, finanças, seguridade social, direitos de homens e mulheres em processo de envelhecimento, foram temas abordados em painéis conduzidos por representantes do Parlamento Canadense, Organização Internacional do Trabalho, Help Age International e Rádio CBN/GloboNews. A consolidação do debate incluiu discussão em grupos sobre as principais questões para a prática e as políticas necessárias, bem como suas implementações. 

Conscientizar o jovem sobre envelhecimento

“Devemos ter no ensino, desde o primário até o nível universitário, aprendizados sobre envelhecimento, e que isso faça parte da LDB (Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e seja incluído no MEC. É necessário conscientizar a população sobre envelhecimento, incentivando os jovens a trabalhar com idosos”, relatou Rafael Peregrina (na foto, abaixo), do Portal, que participou de um dos grupos de discussão. 

“Sendo jovem e trabalhando com idosos, eu incentivo outros jovens a terem interesse em trabalhos com faixa etária. Hoje em dia, temos poucos jovens engajados nesse trabalho”, enfatizou.



Coordenadora de redação e interatividade do Portal

*soninha*

domingo, agosto 3

Não deixe seus lábios sofrerem neste inverno



O inverno anda castigando seu lábios e você não sabe em qual hidratante confiar? Fizemos uma seleção especial de 5 hidratantes labiais nacionais: além de fáceis de achar, eles não vão pesar tanto no seu bolso como versões importadas.

Make B. Anti-Aging Nutribatom Incolor

Este protetor forma um filme protetor nos lábios mantendo a hidratação por até 24 horas. Tem uma textura emoliente, é rico em Ômega 3 e 6 e ainda suaviza linhas finas ao redor dos lábios.


Nivea Essential Care

Os produtos da Nivea são clássicos que sempre andam nas bolsas das mulheres. O hidratante labial não poderia ser diferente. Ele é ótimo na ação contra o ressecamento dos lábios: impede que percam sua umidade, além de deixá-los mais macios e suaves. Além de garantir 12 horas de hidratação, ele ainda é enriquecido com óleo de jojoba e manteiga de karité.


Bepantol

Todo mundo sabe dos benefícios do Bepantol: ele é um produto chave, que pode te salvar em diversas situações. Apesar de ele ser originalmente para assaduras e rachaduras na pele de bebês e adultos, ele é maravilhoso para lábios rachados: é só passar pela noite que seus lábios estarão lindos pela manhã. E já que você vai ter ele por perto, experimente suas outras funções: hidratante corporal para peles muito secas, amolecer e hidratar cutículas e melhorar a aparência das olheiras.


Cold Cream Stick labial Avene

Ideal para quem tem a pele seca ou muito seca, ele vai nutrir e hidratar seus lábios de forma poderosa. Ele tem fácil aplicação, uma textura suave e transparente, além de ação antioxidantee reparadora. Quem tem fissuras nos lábios causadas por tratamento anti-acne vai adorar este hidratante labial.


Cocoa Butter Swivel Stick

Este hidratante é feito de uma base com o mais puro extrato do cacau e enriquecido com vitamina E. Além dos seus lábios, você ainda pode usar em áreas do corpo ressecadas e áspera.

Fonte

terça-feira, maio 15

OSTEOPOROSE EM MULHERES

Osteoporose é o enfraquecimento dos ossos que pode ocorrer à medida que envelhece. Os ossos se tornam mais finos e mais fracos com o avançar da idade. Assim, há um risco maior de quebrarem em quedas ou pequenas lesões. Complicações destas lesões podem resultar num longo período de internação hospitalar, deficiências e até a morte. 
Osteoporose é mais comum em mulheres brancas e asiáticas, principalmente em mulheres magras, mas pode ocorrer em mulheres de qualquer raça.
Como ocorre?
A osteoporose ocorre em mulheres quando se tornam mais velhas. Após a menopausa, as mulheres produzem muito menos hormônio sexual - o estrogênio, e é este hormônio que ajuda para que os ossos permaneçam fortes. O estrogênio ajuda no depósito de cálcio nos ossos e uma diminuição desta taxa acarreta no enfraquecimento dos mesmos.
O fumo e inatividade física aumentam as chances de desenvolvimento osteoporose na velhice. Outros fatores de risco são alimentação deficiente de cálcio e histórico de osteoporose familiar. 


Além da idade, outras causas da osteoporose são:
- Remoção cirúrgica dos ovários, o que reduz as taxas de estrogênio
- Exercícios intensos (tais como corrida de maratona), que reduzem as taxas de estrogênio
- Períodos longos de repouso durante alguma doença grave
- Muito hidróxido de alumínio, um antiácido comum usado para tratar azia e úlceras.
Quais são os sintomas?
Pode não haver nenhum sintoma até que algum osso quebre. Ossos quebrados são o problema mais comum para pessoas com osteoporose. Geralmente são os ossos da bacia, braços e punhos que se quebram. 
Os ossos da espinha são também uma região comum de estreitamento. Geralmente, com o passar do tempo, os ossos da espinha (vértebras) enfraquecem um por um, causando perda de força, dor nas costas e postura curvada para a frente.
Como é diagnosticada?
Seu médico poderá descobrir se você tem osteoporose através de raio-X feito para diagnosticar outros problemas. O diagnóstico deverá ser feito através de uma revisão da sua história clínica e dos sintomas, exame físico, raios-X e exames de sangue. Se você estiver em alguma categoria de alto risco, seu médico poderá pedir exames que meçam a densidade dos ossos do seu antebraço e da espinha.
Como é tratada?
O tratamento pode não eliminar a osteoporose mas medicamentos podem retardar a perda dos ossos e recuperar alguns. 
O único tratamento eficiente para osteoporose é o estrogênio (tratamento de reposição hormonal). Antes da menopausa, as mulheres começam a produzir menos estrogênio e sem este hormônio para providenciar que os ossos permaneçam fortes, ficam mais suscetíveis a terem osteoporose. Começar a tomar pílulas de estrogênio por volta da época da menopausa é a melhor forma de retardar a perda de cálcio pelos ossos e mantê-los fortes. A maior perda de densidade óssea ocorre nos primeiros anos da menopausa. Por esta razão, alguns médicos prescrevem estrogênio para mulheres que estão perto da menopausa. 
Existem vantagens e desvantagens em se tomar estrogênio. Este hormônio ajuda a retardar a perda de cálcio e pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares. No entanto, o estrogênio sozinho sem a progesterona pode aumentar os riscos de câncer uterino. O médico poderá não recomendar estrogênio se houver um histórico de câncer de mama, má circulação sanguínea ou derrame cerebral. Nestas situações você e seu médico precisam conversar para saber qual o caminho a seguir. 
Aumentar a quantidade de cálcio em seu organismo também faz parte do tratamento e isto é feito normalmente através da alimentação e de suplementos alimentares. O cálcio é bastante útil no tratamento da osteoporose, principalmente se você não toma estrogênio, mas não é tão eficaz quanto o estrogênio. A maioria das mulheres adultas necessitam de 1000mg de cálcio por dia, mas no caso das grávidas e das que estão amamentando, a necessidade é de 1200 a 1500mg por dia. Mulheres que já passaram da menopausa também necessitam de 1500mg por dia de cálcio quando não estão repondo estrogênio.
Novos tratamentos para osteoporose estão sendo estudados. Exemplos de novos remédios são:
- CALCITONIN, que ajuda a prevenir o enfraquecimento dos ossos mas não é tão eficaz quanto o estrogênio. A forma mais conveniente deste medicamento é um spray nasal que é usado uma vez por dia.
- ALENDRONATE (FOSAMAX), que também ajuda a prevenir o enfraquecimento do osso e ajuda a reconstituir alguns. Ele é tomado na forma de pílulas, uma vez por dia.
- RALOXIPHENE (EVISTA), uma nova droga similar ao estrogênio que mantém a densidade óssea sem aumentar os riscos de câncer uterino. É tomado em forma de pílula uma vez por dia.
Estes medicamentos são na maioria das vezes prescritos para mulheres que não podem tomar estrogênio ou que já tenham tido uma fratura causada pela osteoporose.

Exercícios para fortalecimento das pernas, como caminhar e subir escada, também ajudam a manter os ossos fortes. Fazer este tipo de atividade física todos os dias, poderá evitar o enfraquecimento ósseo . Nadar, além de muito saudável, poderá fazer parte do seu programa de exercícios físicos mas, para mulheres com riscos de osteoporose, a caminhada é obrigatória.

A chance de um osso quebrado resultante de osteoporose aumenta com a idade. Uma vez que o processo de menopausa comece, a maioria das mulheres, principalmente as caucasianas e as asiáticas, precisam tomar precauções pelo resto de suas vidas para prevenirem a osteoporose.


Como posso me cuidar?

Siga o tratamento prescrito pelo seu médico. Como complemento, você pode:
- Fazer uso alimentos saudáveis, principalmente leite e derivados desnatados, verduras, frutas cítricas, sardinhas e crustáceos.
- Se seu médico recomendar, tomar um suplemento alimentar que contenha cálcio.
- Fazer atividade física para fortalecimento das pernas, como por exemplo caminhar, regularmente. Esteja certo de estar exercitando a parte superior do seu corpo também.
O quê fazer para prevenir a osteoporose?

Você pode ajudar a prevenir a osteoporose com:
- Reposição hormonal na menopausa, ou outros medicamentos recomendados pelo seu médico
- Antes e depois dos 35 anos (idade em que a densidade óssea da mulher está no seu auge), ter uma dieta com uma taxa adequada de cálcio
- Atividade física regular.
O quê fazer para reduzir riscos de lesão?
- Evitar carregar peso.
- Evitar atividade física mais forte que o comum; aumentar seu ritmo gradualmente.
- Usar roupas adequadas para a atividade física: sapatos de salto baixo com solado anti-derrapante para andar e sapatos adequados para esportes e recreação. Esteja certa de que o solado do seu sapato não agarra em superfícies acarpetadas.
- Use apoio para andar, como bengala por exemplo, se necessário.
- Mantenha sua casa segura, bem iluminada e organizada para ajudá-la a prevenir quedas.
- Evite tapetes no chão da sua casa.
- Evite superfícies molhadas ou escorregadias, principalmente no banheiro.
- Use tapetes anti-derrapantes no chuveiro e na banheira.

quinta-feira, outubro 13

A TERCEIRA IDADE E A AIDS


Doenças podem se agravar com o uso dos anti-retrovirais 
Embora os procedimentos para o tratamento de pessoas vivendo com aids com mais de 60 anos sejam os mesmos previstos no Consenso Brasileiro do Ministério da Saúde para adultos, percebe-se que algumas doenças comuns à Terceira Idade podem se tornar mais graves com o uso freqüente dos anti-retrovirais. A médica Valéria Ribeiro Filho explica que há uma tendência de maior fragilidade do sistema imunológico nesta faixa etária. Segundo ela, “são pessoas mais sujeitas a pneumonias e gripes, tanto que tomam vacinas para se prevenir. Doenças como a osteoporose, por exemplo, costumam se intensificar com o uso de anti-retrovirais, o que torna necessário um reforço de cálcio para esses pacientes”. No caso das mulheres, observase que a menopausa é mais precoce, mas a médica do hospital da UFRJ ressalta que faltam pesquisas para confirmar cientificamente essa hipótese.

A psicóloga Marlene Zornetta, que está estudando o comportamento de pacientes da Terceira Idade infectados pelo HIV, observa que essas pessoas, em alguns momentos, apresentam características semelhantes aos adolescentes: “Eles são preconceituosos e temerosos em revelar sua condição de soropositivos para o HIV, dificultando o trabalho psicológico em grupo”. Quanto à adesão ao tratamento, tanto Marlene quanto Valéria afirmam que a disciplina com os anti-retrovirais é uma característica pessoal e não varia conforme a faixa etária: “A adesão ao tratamento está relacionada a diversos fatores individuais, e não à faixa etária. Essa atitude positiva ao tratamento é uma decisão de cada paciente”, destaca a psicóloga. SV

Grupo de apoio ajuda a transformar a vida

No Rio Grande do Sul, J.L.X, de 60 anos, trabalhava em uma creche como cozinheira quando descobriu ser soropositiva. Casada quatro vezes, J.L.X.tem oito filhos e vários netos. “Quando minha filha mais nova soube que eu vivia com HIV, entrou em pânico. Eu consegui acalmá-la, explicando que iria viver a partir dali da melhor maneira possível”. Assim, J.L.X.obteve total apoio familiar. Com a saúde estabilizada, ela entrou para um grupo de apoio, o Com Vida. “Quando entrei no grupo, me senti ainda mais apoiada. Hoje, consegui me transformar em outra pessoa”, afirma com orgulho.

Receio de expor a família

T*, 61 anos, sabe que tem o vírus há sete anos e nunca contou para as filhas. Ela trabalha como empregada doméstica e seu patrão também é soropositivo. T*foi quem aconselhou o rapaz a fazer o teste e cuidou dele depois que veio o diagnóstico positivo. Contudo, nunca contou para ele que também é soropositiva.

No corredor do Hospital da UFRJ, histórias como a de T* se repetem.

A* está perto dos sessenta e apenas seus filhos conhecem seu diagnóstico: “tenho medo do preconceito, de ser apontada na rua”, revela. Sentado ao seu lado, um homem bem humorado de 67 anos diz que os seus seis filhos sempre o apoiaram. Entretanto, J* não pretende contar a mais ninguém porque também não quer expor a sua família a algum tipo de discriminação.

Evangélico e aposentado, hoje ele se dedica a inúmeros trabalhos comunitários: “a aids fez com que eu pensasse um pouco mais em mim. Passei a viver mais intensamente”.

Em vários serviços de saúde do Brasil é possível encontrar pessoas como J.L.X.*, T*, J* e A*. 

Suas histórias mostram que a epidemia de aids é uma realidade entre esta faixa etária. Só não vê quem não quer.
 Fonte:

Cuide-se!

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terça-feira, outubro 11

Japão tem quase 50 mil centenários, a maioria é mulher


Segundo o ministério da saúde, trabalho e previdência, o número de centenários quadruplicou em 12 anos, chegando a 47.756.

Os dados foram divulgados pela Associated Press, em Tóquio, no último dia 13 de setembro, quando o Japão anunciou um número recorde de pessoas com mais de cem anos. São 47.756, sendo que a maioria é mulher. O Japão tem 128 milhões de pessoas e é o país que envelhece mais rápido no mundo. Isso porque tem uma das menores taxas de nascimentos e uma das expectativas de vida mais longas.

No ano passado a credibilidade dessas estatísticas foram questionadas, depois de algumas pessoas incluídas na lista estarem mortas ou desaparecidas. O ministério, no entanto, confirmou que todos os centenários compilados estão vivos.

Representantes do Ministério da Saúde, Trabalho e Previdência assinalaram que o número de centenários quadruplicou em 12 anos.

De acordo com os dados divulgados, somente nos últimos 12 meses, 24.952 novos centenários foram registrados no país. Em 1999, o país tinha apenas 11.346 pessoas com mais de cem anos. Cada um dos novos centenários recebeu uma carta e uma caneca de prata do Primeiro-Ministro japonês.

As mulheres representam 87,1 % dos centenários. A mais velha é Chiyono Hasegawa, de 114 anos, que nasceu em 20 de novembro de 1896. E o homem mais velho, Jirouemon Kimura (foto), tem 114. Ele nasceu em 19 de abril de 1897.

abçs,

Paz!