Paz e Amor!

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quarta-feira, junho 21

Calor demais por muito tempo leva a inflamações e alterações circulatórias graves


AVCs, trombose venosa profunda, isquemias e hemorragias são alguns dos problemas circulatórios graves que podem afetar as pessoas nas altas temperaturas prolongadas.

Já se sabe que pessoas acima de 65 anos, doentes crônicos (obesos, diabéticos, hipertensos, etc.), crianças, usuários de medicação continuada, pessoas acamadas, animais e pessoas de baixa renda são as que mais sofrem com as altas temperaturas, e que a desidratação é um ponto em comum entre idosos e crianças expostos ao calor excessivo.

Porém, o que muitos não sabem é que há outros sinais e sintomas que a população em geral manifesta quando exposta a longos períodos de calor extremo, ou a ondas de calor, que são pouco divulgados. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte, desde 2011, para os efeitos deletérios do calor e de ondas de calor sobre a saúde humana e orienta as autoridades, a população e os profissionais de saúde, sobre como lidar com o calor e seus efeitos na saúde. 

Ansiedade, irritabilidade, apatia e cansaço fácil 

Em períodos de calor acentuado e prolongado, como no verão, sou mais procurado por pessoas com queixas paradoxais, como de: má circulação, irritabilidade e apatia, alterações de pressão arterial e batimentos, tanto excessivos como baixos demais; ansiedade e cansaço fácil, câimbras, erupções cutâneas, insônia, dificuldade de concentração mental e baixo desempenho físico, mental e laboral. 

A Acupuntura e a medicina chinesa sempre levaram em consideração os fatores meteorológicos como fatores causais predisponentes e agravantes de doenças, principalmente quando incidem por longos períodos. 

Banho com água fresca e alimentos refrescantes 

A fim de evitarmos as consequências negativas do calor excessivo no nosso organismo, de acordo com a medicina chinesa, deveríamos procurar nos refrescar em ambientes climatizados, tomando banho com água fresca e consumir alimentos que sejam em sua natureza mais refrescantes como: frutas, saladas, verduras, legumes, sucos diluídos (refrescos); e evitar bebidas e comidas de natureza muito calórica e/ou ingeridas quentes, como cafés, chocolates; condimentos, pimentas, sopas quentes, frituras, excesso de açúcares, excesso de proteína, carnes vermelhas, fumo e álcool de todos os tipos. 

Exercícios físicos nessa época do ano 

Nessa época do ano, o desempenho dos músculos esqueléticos também cai e aumentam as inflamações, e aí o gelo é muito bem vindo para uso local nessas lesões. 

Não é uma época boa para intensificar os exercícios físicos como muitos fazem. Aqueles que usam medicações de uso continuado precisam redobrar a atenção, pois a maioria dos medicamentos diminui o suor e com isso a regulação da temperatura interna fica prejudicada. 

Uso de ventiladores 

O uso de ventiladores quando a temperatura está acima de 35°C não evita os efeitos nefastos do calor no organismo, podendo até facilitar a desidratação. 

O Brasil deveria ter uma política de incentivo à produção e à compra de aparelhos de ar condicionado, pois só climatizando os ambientes evitaríamos milhares de pioras nos estados de saúde e a baixa produtividade no trabalho.
Especialista em acupuntura há 33 anos e fisioterapeuta, Mestre em Ciência da Motricidade Humana (UCB-RJ), especialista em Neurociência aplicada à Longevidade (IPUB/UFRJ) e presidente da ABA-RJ (Associação Brasileira de Acupuntura do Rio de Janeiro)

Paz e saúde a todos... 

segunda-feira, junho 27

O local onde moramos pode parecer inofensivo, mas esconde armadilhas que passam despercebidas


É importante ficar atento ao ambiente doméstico, realizando mudanças e adaptações de acordo com as alterações corporais e mentais inerentes ao envelhecimento.

O local onde moramos, frequentemente motivo de orgulho e fruto de muita luta, onde conhecemos de uma forma íntima todos os detalhes, pode parecer inofensivo a primeira vista, mas esconde surpresas e armadilhas que passam despercebidos frente a olhos destreinados. 

Com o passar dos anos, nosso organismo vai se fragilizando e o equilíbrio vai diminuindo. A utilização de remédios que afetam a consciência e o aparecimento de distúrbios neurológicos podem transformar nossa percepção do ambiente doméstico. Muitas vezes esse ambiente acaba se tornando cenário de quedas e acidentes. Até quedas “da própria altura” podem causar lesões gravíssimas como a fratura de fêmur, que levam a incapacidade e até ao óbito. 

Por isso, é importante ficar atento no ambiente doméstico realizando mudanças e adaptações pensando sempre nas alterações corporais e mentais inerentes ao envelhecimento, moldando-as de acordo com as necessidades de cada indivíduo. 

Dicas:

Dez sugestões ergonômicas* em ambiente domiciliar aplicadas às pessoas da terceira idade: 
1. Procure ter sempre ambientes mais iluminados. Podendo optar, opte por lâmpadas chamadas frias ou fluorescentes, pois iluminam mais e gastam menos.

2. Os tapetes também podem funcionar como armadilhas. Eles devem ser colocados em locais onde são realmente necessários, e devem ser aderentes ao piso, evitando, assim, quedas.

3. A utilização de corre-mão ao longo de escadas e rampas também é potencialmente benéfico.

4. A questão do piso também é importante. Opte sempre por modelos que não sejam escorregadios, principalmente quando molhados. Uma ótima saída para quem tem piso com essas características e não quer trocá-lo, é utilizar lixas especiais, que devem ser coladas em seqüência, formando um caminho ao longo do quintal ou áreas externas.

5. Sempre optar por um varal com sistema de polias preso com ganchos no teto, evitando assim o movimento e a utilização excessiva e inadequada da articulação do ombro, uma articulação que freqüentemente é alvo de queixas, principalmente em mulheres acima dos 50 anos.

6. Para as pessoas que residem em casas, o sistema de fotocélula também é interessante, onde, por meio de sensores, as luzes se ascendem ao perceberem a presença de alguém se aproximando.

7. A casa deve possuir aparelhos de telefone fixo e telefones sem fio, facilitando assim a utilização do telefone em qualquer parte da casa.

8. No quarto, o interruptor deve ser localizado na cabeceira da cama.

9. Optar por portões automáticos a fim de evitar acidentes em dias de chuva e segurança no período noturno.

10. Um “amigão do peito” também pode ajudar, principalmente para as pessoas que moram sozinhas. Prefira um animal de raça pequena, comportada, inteligente e dócil, para não incomodar os vizinhos. 
Viver com Saúde é viver feliz!

sexta-feira, janeiro 29

Idoso morre durante sexo com prostituta, que fica presa a ele


Um idoso morreu durante a relação sexual com uma prostituta. A dupla precisou ser levada para o hospital já que a mulher ficou presa no corpo do homem.

Um vídeo do incidente que circula nas redes sociais mostra o casal sendo retirado de uma casa em uma maca. Nas imagens, o par está sob um cobertor e a mulher parece estar se mexendo.

Apesar de incomum, a morte durante o sexo ocorre devido à tensão da atividade que pode levar a um ataque cardiovascular súbito. Segundo especialistas, a dupla ficou presa por uma ocorrência rara conhecida como "captivus pênis", onde os músculos vaginais se contraem de uma forma extrema que acabam prendendo o pênis do parceiro.
As imagens parecem ser de um site chinês de compartilhamento, mas ganhou o mundo depois que foi compartilhada por usuários do LiveLeak. Acredita-se que o incidente aconteceu na China.

A dupla foi levada para o hospital para ser separada cirurgicamente antes que o homem fosse levado para o necrotério.

terça-feira, agosto 25

Idosos são as principais vítimas de atropelamento

Atravessar dentro do tempo previsto pelos semáforos 
é uma dificuldade para muitos idosos

Os idosos são as principais vítimas de atropelamento: 44% dos peões mortos na estrada no primeiro trimestre tinham mais de 65 anos.

Alargando o grupo ao segmento acima dos 60 anos, são 64%. De janeiro a março deste ano, morreram 25 pessoas atropeladas, correspondendo a 20,6% dos mortos na estrada..

Os acidentes por atropelamento resultam geralmente da conjugação de comportamentos inadequados da parte de peões e condutores, explica Paulo Flores, porta-voz da PSP. "Muitos peões atravessam fora da passadeira, quando esta está apenas a poucos metros", explica o responsável. A comunicação preventiva junto dos idosos - que representam cerca de um quinto da população portuguesa - é um imperativo. "É preciso comunicar mais e melhor para este público em particular", sublinha, reconhecendo que "não é fácil educar pessoas com 70, 80 anos".

segunda-feira, agosto 24

Idosos usam TV para suprir carência


Dos 15 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, 87% assistem à TV todo santo dia, segundo o estudo Panorama da Maturidade, realizado pelo instituto Indicator. É a necessidade de suprir a carência deixada pela falta do parceiro e da família que justifica o índice de audiência tão alto, segundo a psicoterapeuta especializada em maturidade Maria Celia de Abreu. Porém, "nada substitui o toque e o carinho. Pode amenizar, mas não completa", diz ela.

Muitas vezes deixado de lado pela família, ainda que vivendo sob o mesmo teto, o idoso é "largado" em frente da TV para não incomodar. "É socialmente inaceitável manter o idoso trancado sozinho dentro de um quarto, mas, se diante dele tiver uma televisão, tudo bem. É uma maneira de a família se livrar da culpa de, além de não dar atenção ao parente, impedir que ele atrapalhe a rotina. E ele mesmo sabe disso", diz Abreu.

Manter-se "grudado" ao aparelho também pode causar danos à saúde, "que vão de demência a mal de Alzheimer", diz Cássio Bottino, coordenador do Projeto Terceira Idade do HC.

quarta-feira, maio 13

Idosos têm reação mais lenta no trânsito

Os idosos não precisam parar de dirigir, é só ficar mais atento e evitar situações de risco.

O pessoal da terceira idade demora até 40% mais para frear o carro que um jovem. Foi o que constatou o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo.

No teste, realizado em um simulador, mulheres com média de idade de 69 anos e homens com cerca de 74 levaram 1,34 segundo para reagir diante da placa "Pare", enquanto os mais moços demoraram 0,96 segundo. A fisioterapeuta Angélica Castilho, responsável pela pesquisa, conta que problemas de visão, de flexibilidade, perdas sensoriais e musculares também atrapalham o desempenho. "Mas hoje o perfil do motorista com décadas de experiência é mais ativo", ela pondera. "Não corresponde mais só à imagem de alguém que dirige lentamente."

Por isso, Angélica aconselha que o próprio condutor e seus familiares façam uma avaliação. Nem sempre é preciso abandonar o carro, basta tomar consciência das limitações e evitar situações de risco, como guiar na chuva ou à noite, e não trafegar devagar em vias movimentadas para não causar acidentes.

quinta-feira, março 5

Vasectomia pode aumentar em até 10% risco de câncer de próstata

Efeito pode ser mais forte entre os homens que realizam o procedimento ainda jovens.

O método contraceptivo da vasectomia foi associado com um aumento do risco de câncer de próstata de acordo com um novo estudo da Harvard School of Public Health (HSPH) e publicado no Journal of Clinical Oncology.
Os pesquisadores descobriram que a relação permaneceu mesmo entre os homens que realizaram o exame de PSA normal (teste que auxilia no diagnóstico de cânce de próstata), sugerindo que o aumento do risco de câncer letal não pode ser explicado pelo viés do diagnóstico.

A vasectomia é uma forma comum de contracepção nos EUA, com cerca de 15% dos homens realizando o procedimento. O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer entre os homens no país, por isso a identificação de fatores de risco para o câncer de próstata letal é importante para a saúde pública.

Os cientistas analisaram dados de 49.405 voluntários, que foram acompanhados por 24 anos, de 1986 a 2010. Durante esse período, foram diagnosticados 6.023 casos de câncer de próstata, sendo 811 letais. Um em cada quatro participantes havia feito vasectomia.

Os resultados mostraram um aumento de 10% do risco de desenvolver câncer de próstata em homens que realizaram o procedimento. O efeito parece ser mais forte entre homens que fizeram vasectomia em uma idade mais jovem.

Neste estudo, 16 em cada 1 mil homens desenvolveram câncer de próstata letal. Embora o aumento relativo do risco associado à vasectomia tenha sido significativo, isso se traduz em um aumento relativamente pequeno na diferença absoluta no risco de câncer de próstata letal, dizem os pesquisadores.

— A decisão de optar pelo procedimento como forma de controle de natalidade é altamente pessoal e um homem deve discutir os riscos e benefícios com o seu médico — conclui a autora e professora do Departamento de Epidemiologia na HSPH, Kathryn Wilson.

quinta-feira, janeiro 8

Inflamação na gengiva pode afetar o coração e aumentar o risco de infarto

O tártaro, originado por restos de alimento nos dentes, pode levar ao entupimento das artérias, piorar a diabetes e contribuir para a inflamação das articulações.

Mau hálito, infecções e inflamações na gengiva, problemas nos dentes e até nos ossos da mandíbula – tudo isso pode ser consequência da falta de higiene e da má escovação. Por isso, é importante tomar alguns cuidados diários com a saúde bucal.

Para quem não sabe, a gengiva inflamada pode prejudicar também a saúde do coração. Segundo a cardiologista Denise Hachul, as bactérias causadoras das infecções gengivais podem se espalhar pela corrente sanguínea e chegar aos vasos do coração, onde causam outra inflamação, que diminui o calibre desses vasos e reduz o fluxo sanguíneo, podendo causar doenças coronárias e até mesmo um infarto.


Má escovação leva ao surgimento do tártaro

Para evitar esses problemas, a principal dica é manter sempre os dentes limpos. Os restos de alimento nos dentes, consequência da má escovação, são causas importantes de problemas na gengiva, inclusive pelo surgimento do tártaro. Nesse caso, no entanto, apenas o dentista pode eliminar esse tártaro com equipamentos específicos.

Essa sujeira pode piorar ainda o entupimento das artérias, aumentar as placas de gordura, piorar a diabetes, contribuir para a inflamação das articulações, favorecer o parto prematuro na mulher e a disfunção erétil nos homens; tudo por causa da reação inflamatória que a má escovação causa na boca.
Porém, além das inflamações e sangramentos na gengiva, é preciso prestar atenção também ao mau hálito. Se for algo recorrente, que não se resolve com pastilhas, sprays, bochechos ou outras alternativas, deve ser avaliado por um especialista, já que pode ser sinal de algum problema no estômago e não na boca.

Formado em Odontologia pela Universidade do Oeste Paulista 
e especialista em Implantes, é fundador e presidente da 
Odontocompany (CRO 44.508)

Cuide da saúde bucal!

*soninha*

sexta-feira, dezembro 12

Medo de cair pode causar isolamento social em idosos com problemas de visão

 
A limitação da atividade devido ao medo de cair é muito comum em idosos com doença oculares. Embora esta estratégia compensatória possa proteger o idoso contra as quedas, ela também pode colocá-lo em risco maior de isolamento social e deficiências.
Um estudo publicado na revista Investigative Ophthalmology & Visual Science revelou que entre 40-50% dos idosos com problemas de visão limitam suas atividades rotineiras devido ao medo de cair. Os cientistas alertam que esta “estratégia de proteção” coloca os idosos em risco de isolamento social e de desenvolvimento de outras deficiências.

No artigo, denominado Limitação das atividades devido ao medo de cair em idosos com problemas de visão, os pesquisadores compararam exames de pacientes com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), glaucoma e Distrofia Corneana de Fuchs com os exames de um grupo controle, composto por idosos que não apresentavam problemas de visão.

Dos três grupos com limitações visuais, os pacientes com Distrofia Corneana de Fuchsforam os que mais relataram limitação de atividades devido ao medo de cair, seguido por aqueles com glaucoma e pelo grupo com DMRI.

Os pesquisadores se surpreenderam ao constatar que os pacientes com Distrofia de Fuchseram os mais suscetíveis a limitar suas atividades, bem como o quão frequentemente os idosos com alguma doença ocular relataram limitações de suas atividades devido ao medo de cair. “Sem dúvida, um problema de visão afeta muito a vida do idoso”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Ao todo, a equipe de pesquisadores realizou um estudo transversal de 345 pacientes (93 com a DMRI, 57 com Distrofia Corneana de Fuchs, 98 com glaucoma e 97 integrantes do grupo controle). Questionários e testes de visão foram aplicados em cada um dos pacientes. Apenas 16% dos integrantes do grupo controle com visão normal relataram limitação de atividade devido ao medo de cair em comparação com 40-50% dos pacientes com moléstias oculares.

Os resultados também mostraram que as pessoas que relataram limitação das atividades devido ao medo de cair eram mais velhas, do sexo feminino, tinham uma pior qualidade de visão, eram mais propensas a ficarem deprimidas e tinham mais comorbidades.


“Estas descobertas não são relevantes apenas para pacientes idosos com doenças oculares, mas para suas famílias, cuidadores, médicos e profissionais que prestam serviços de reabilitação para os que apresentam baixa visão. É importante saber mais sobre quais atividades estão sendo limitadas devido ao medo de cair para que possamos fazer intervenções e ajudar os idosos a se sentirem mais confiantes sobre sua capacidade de fazer essas atividades com segurança”, defende Virgílio Centurion.

O médico lembra também que é preciso não esquecer que as mulheres, em média, vivem mais que os homens, que a incidência de depressão e osteoporose também é maior no sexo feminino, o que requer atenção especial. “Pacientes idosos que não vão a um oftalmologista com regularidade podem ter catarata não diagnosticada, perdendo, assim, a chance de enxergar melhor, pois o tratamento reverte totalmente o problema, devolvendo a qualidade da visão ao paciente”, destaca o oftalmologista.


Medo de cair na terceira idade…

Para muitos idosos, o risco real e as possíveis complicações das quedas podem ser ultrapassados pelo medo mórbido associado às quedas. Este é um problema circular, diversos estudos têm mostrado que o medo de cair, na verdade, aumenta o risco de queda.

“Muitos idosos, após uma queda, mesmo quando não se ferem, desenvolvem um grande medo de cair. Esse medo pode levá-los a limitar suas atividades, o que os leva à mobilidade reduzida e à perda de aptidão física por perda de massa muscular e de equilíbrio, o que por sua vez, aumenta o risco de cair”, afirma o oftalmologista Juan Caballero, (CRM-SP 63.017), que também integra o corpo clínico do IMO.

O medo, no entanto, é justificado. Em pesquisas realizadas sobre os maiores temores na terceira idade, cair é, invariavelmente, o item no topo da lista, superando o medo do crime e dos problemas financeiros.

O médico destaca também que se um paciente, ou um membro de sua família, já caiu algumas vezes ou chegou perto de cair muitas vezes é muito importante procurar um médico. “Há uma série de pequenas coisas que podem levar a quedas que são corrigíveis. Rever cuidadosamente os medicamentos que podem causar tontura ou sonolência; exames de visão regulares; calçados adequados; uso correto dos dispositivos de marcha – andador ou bengala – também podem ajudar a reduzir o risco de quedas”, alerta o oftalmologista.

Além das medidas mencionadas, é preciso prestar atenção nos riscos ambientais, garantindo, por exemplo, que o idoso tenha iluminação adequada e corrimãos em pontos-chave, como escadas. A prática de exercícios físicos que fortaleçam os músculos e melhorem o equilíbrio, a flexibilidade e a força também são importantes, especialmente para os braços, que podem ajudar a impedir que uma queda aconteça.

Tomar água com limão em jejum ajuda a emagrecer



Em meio às dietas infalíveis, tem-se falado muito sobre a dieta do limão. Hoje vamos entender a sua origem, o seu princípio e os benefícios do limão.
A dieta do limão (ou da limonada) teve origem em uma dieta desintoxicante criada por um americano nos anos 50. Desde então, ganhou várias versões e também alcançou certa popularidade tanto no Brasil quanto no exterior.

Em sua forma mais popular, a dieta é simples de ser seguida. Existem diversas versões de cardápios, alguns de uma semana, outros de quinze dias ou até mesmo um mês, onde o efeito esperado é emagrecer 3 kg por semana. 

Essa dieta combina dois pontos: o consumo da limonada (sem açúcar) em jejum e o consumo de um cardápio bem balanceado e com calorias reduzidas ao longo do dia. Algumas versões dessa dieta incluem a limonada no almoço ou nos lanches entre as refeições ou ainda indicam o uso do suco de limão como tempero em saladas, por exemplo. Variam também quanto a temperatura da água utilizada para preparar a bebida.

Antes que você se proponha a fazer a dieta do limão, vamos primeiramente conhecer a origem do limão e seus benefícios. E a partir deste ponto discutiremos se a dieta tem fundamento.


A grande maioria dos frutos cítricos provém da Ásia, de regiões compreendidas entre a Índia e o sudeste do Himalaia. O limoeiro, no início, era um simples arbusto que se espalhava espontaneamente pelo sudeste asiático. Existem diferentes versões sobre a forma como o limão tornou-se conhecido na Europa. De qualquer forma, nas Américas, ele chegou junto com os primeiros conquistadores portugueses e espanhóis, no século dezesseis.

O Brasil é um grande produtor desse fruto. Nacionalmente, é encontrado facilmente durante todo o ano, nas suas diversas variedades, embora sendo mais produtivo entre os meses de abril a setembro. Em geral, todas as variedades apresentam aspectos básicos semelhantes, diferenciando-se na cor, tamanho, forma e textura da casca.


Sabe-se que, o limão ajuda a "atacar" a gordura localizada, ou seja, aqueles quilinhos a mais associados com a ação hormonal, que participam do processo de acúmulo de tecido adiposo em determinadas partes do corpo, (no caso das mulheres, na região do quadril e glúteos, e em homens, no abdômen). Alimentos como o limão favorecem o bom funcionamento intestinal, minimizando a absorção de gordura e facilitando a perda de peso. 

Além disto, o limão deixa o pH do sangue mais alcalino, favorecendo o trabalho das enzimas responsáveis pela eliminação das toxinas. A sua casca é rica em monoterpenos, moléculas dos óleos cítricos que penetram com facilidade em tecidos e células do corpo, ajudando a regular a absorção de açúcares e o armazenamento de gordura. Atua como diurético, já que o potássio contido na fruta auxilia na eliminação de sódio, facilitando a produção de urina. A sua acidez ajuda na quebra das moléculas de proteína, facilitando e acelerando o processo de digestão dos alimentos ingeridos. Aumenta a sensação de saciedade, devido à grande concentração de pectina (fibra solúvel).

a vitamina C, contida no limão em grande quantidade, é um potente antioxidante, ou seja, combate os radicais livres responsáveis pela oxidação da célula e pelo envelhecimento; fortalece o sistema imunológico, já que impede que estes radicais livres ataquem as células imunológicas do corpo.

A vitamina C ainda compõe a base da molécula de colágeno, substância essa que funciona como um "cimento", mantendo as fibras unidas favorecendo a sustentação da pele. A vitamina C ajuda na absorção de ferro pelo corpo, mineral que atua na produção de enzimas as quais mantêm os neurônios sempre ligados; mantém a estrutura do organismo, já que assimila cálcio, mineral que atua na firmeza da massa óssea e dos dentes.

Por tudo o que discutimos, concluímos que, tomar água com limão em jejum ajuda a emagrecer, mas não é responsável diretamente pela perda de peso. Entenda o por quê.

Um estudo da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, provou que pessoas que consomem vitamina C, vitamina presente no suco fresco de limão, têm um sistema digestivo mais eficiente e perdem peso mais facilmente do que aquelas que não mantêm uma dieta rica em tal vitamina. Isso porque essa bebida ajuda a "limpar" o intestino, eliminando o muco acumulado no órgão.

Quando essa bebida é preparada com água gelada, alia-se a um outro benefício, como a água gelada é termogênica, ela faz nosso organismo gerar calor e, consequentemente, perder calorias, visto que, para absorvê-la, nosso corpo faz um grande esforço, elevando sua temperatura até os 36ºC.

No entanto, cabe mencionar que, o consumo excessivo de limão em jejum pode causar náuseas, diarreia, cólicas estomacais e lesões na mucosa gástrica, razão pela qual é contraindicado para pessoas com gastrite e úlceras. Além disso, ataca o esmalte dentário, descalcificando os dentes, expondo-os à formação de cáries. Ao mesmo tempo o consumo excessivo de vitamina C pode provocar cálculos renais, distúrbios gastrintestinais e incômodos na bexiga. Neste ultimo caso, o excesso de vitamina C acidifica a urina, provocando irritações.

Vale ressaltar que, o ideal é praticar exercícios físicos e manter uma alimentação saudável. O exercício físico por si só estimula o crescimento muscular, mas não leva necessariamente à perda de peso, se não aliado a uma dieta equilibrada. Por outro lado, os hábitos alimentares ajudam a diminuir a camada adiposa do corpo, mas não enrijecem os músculos. Por isso, ambos são imbatíveis para remodelar o corpo e fortalecer a saúde.

sexta-feira, março 21

Dormir logo após o jantar pode aumentar risco de AVC


Um novo estudo sugere que a espera de pelo menos uma hora após o jantar antes de ir dormir, pode reduzir o risco de AVC de forma significativa. O estudo não prova causa e efeito, entretanto, há uma associação entre a espera de uma hora ou mais entre o jantar e o início do sono. Os resultados do estudo de 1.000 pacientes foram apresentados na Sociedade Européia de Cardiologia (2011).

O estudo incluiu 500 pessoas saudáveis, 250 pessoas que tinham tido um acidente vascular cerebral e 250 pessoas com síndrome coronariana aguda. A síndrome coronariana aguda é um tipo comum de doença cardíaca, onde normalmente há uma redução no fluxo sanguíneo para o coração por causa do entupimento das artérias, que pode levar a um aperto no peito e até mesmo um ataque cardíaco.

Todos os participantes preencheram um questionário detalhado sobre seus hábitos de sono, bem quando e o que eles comeram. Comparado com as pessoas que costumavam ir dormir dentro de uma hora após o jantar, aqueles que esperaram de 60 a 70 minutos apresentavam probabilidade 66% de ter um acidente vascular cerebral.

Aqueles que esperaram 70 minutos a duas horas apresentaram uma probabilidade 76% menor de ter um derrame. Houve uma sugestão que esperar uma hora ou mais entre o jantar e a hora de dormir também pode estar associada à redução do risco de síndrome coronariana aguda.

domingo, janeiro 19

Mexa-se: a inatividade reduz a expectativa de vida das mulheres

Pesquisa mostra que, após a menopausa, passar muitas horas sem se movimentar aumenta em 12% o risco de morrer prematuramente.
NOVA YORQUE - Se exercitar não é o bastante para alcançar uma vida mais longeva.
Segundo estudo da Universidade Cornell, em Nova York, mulheres de meia idade que passam muito tempo sentadas, não importa quanto tempo tenham dedicado para atividades físicas, têm mais risco de morrer prematuramente por doenças cardíacas e câncer.

Publicada no “American Journal of Preventive Medicine”, a pesquisa avaliou a rotina de 93 mil mulheres na pós-menopausa durante um período de 12 anos.

As mulheres que ficaram inativas por cerca de 11 horas por dia aumentaram em 12% o risco de morrer cedo, em 27% a probabilidade de ter doença cardíaca e em 20% a possibilidade de desenvolver câncer, na comparação com aquelas que ficaram cerca de quatro horas ou menos sem fazer nada.

“A suposição era: ‘se você é ativo fisicamente, isso irá protegê-lo de doenças, mesmo se você passe uma enorme quantidade de tempo sentado a cada dia’”, escreveu Rebecca Seguin, pesquisadora nutricional da Universidade Cornell, no artigo. “Na verdade, ao fazer isso você está muito menos protegido contra os efeitos negativos de ser sedentário do que você imagina.”

Mudanças na saúde da mulher

As mulheres começam a perder massa muscular a partir dos 35 anos, uma mudança que acelera com a menopausa. De acordo com o estudo, passar muito tempo sentada em um escritório ou assistindo televisão dificulta a recuperação da força física.

O exercício físico regular, especialmente musculação e outras atividades de fortalecimento, ajudam a neutralizar o declínio. Mas a nova pesquisa aponta que movimentar-se durante o dia também é vital para a saúde. Então, pequenas mudanças no cotidiano podem fazer a diferença.

- Se você estiver em um escritório, levante-se e movimente-se com frequência - aconselhou Rebecca. - Se você é aposentado e tem mais tempo ocioso, encontre maneiras para se mover.

domingo, setembro 29

Uso de analgésicos pode causar ataque cardíaco


Pacientes com doenças cardíacas e com pressão arterial elevada que fazem uso de analgésicos, chamados anti-inflamatórios, correm um risco maior de sofrer um ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou até mesmo morte súbita. Esse risco inclui o uso de medicamentos populares, como aspirina, celebrex, ibuprofeno e naproxen.

O estudo foi conduzido por cientistas ingleses da universidade Heart & Life, o professor Bavry e seus colegas acompanharam 882 usuários de NSAID, e cerca de 22.000 pessoas que usaram AINEs intermitentemente, durante três anos.

Pacientes com pressão arterial elevada e doença arterial coronariana que tomaram AINEs regularmente tiveram um aumento de 47% na taxa de morte, bem como ataque cardíaco não fatal e acidente vascular cerebral. Após um período de cinco anos, essas taxas pularam para 126% para 66% de morte e de ataque cardíaco. Outra grande preocupação é o uso de certas drogas que tem a função de baixar os níveis colesterol (como as estatinas), que aumentam significativamente a possibilidade de ataque cardíaco.

Ainda há uma falta de dados que possam auxiliar os pesquisadores a entenderem por que pessoas com doenças cardíacas e pressão alta que tomam AINE correm um risco maior de sofrer um ataque cardíaco e AVC. Obviamente, o uso ocasional não fará mal, porém, é importante que os pacientes considerem métodos alternativos de alívio da dor.

terça-feira, abril 9

Incluir mais potássio na alimentação pode reduzir risco de AVC


Cortar o consumo de sódio para até 3 g por dia também ajuda na prevenção.


Um estudo conduzido por pesquisadores da Organização Mundial de Saúde (OMS) concluiu que incrementar a dieta com alimentos ricos em potássio e diminuir o consumo de alimentos industrializados ajuda a controlar a pressão arterial e prevenir um AVC. A conclusão do trabalho fez a revisão de 33 estudos e foi publicado esta semana no British Medical Journal.



O controle da pressão arterial foi o tema escolhido pela OMS para o Dia Mundial da Saúde, que foi comemorado neste domingo, 07 de Abril. Segundo dados do Ministério da Saúde, o derrame cerebral é a principal causa de morte e incapacidade no Brasil - e uma das formas de preveni-lo é controlar a pressão alta.


O estudo envolveu dados de quase 130 mil pessoas saudáveis e mostra que, entre as que consumiam mais potássio (de 3,5 g a 4,7 g por dia), o risco de derrame era 24% menor do que no grupo que ingeria menos desse nutriente. O nutriente é essencial para o funcionamento celular e serve como contraponto à ação do sódio, componente do sal fortemente ligado à hipertensão, que é fator de risco para derrames e outras doenças cardiovasculares.


O trabalho sobre potássio, desenvolvido pelo Departamento de Nutrição para a Saúde e o Desenvolvimento da OMS, é acompanhado por outras duas revisões de estudos a respeito do efeito de reduções do consumo de sódio na pressão. Uma das pesquisas, feita pela Universidade de Londres, concluiu que cortar o sal dos atuais 9 g a 12 g - consumidos em média pela população - para a recomendação da OMS de 5 g já teria um grande impacto. No entanto, um corte mais radical, para 3 g, seria o ideal para o controle da pressão arterial.


Enriqueça sua dieta com potássio.

A relação entre sódio e pressão alta não é novidade. Quem sofre da doença, que atinge cerca de 35% dos brasileiros com mais de 40 anos, segundo o Ministério da Saúde, sabe que tirar o sal da mesa é um dos primeiros passos para controlar a hipertensão. O que nem todo mundo sabe é que os níveis desse nutriente no organismo dependem de outro elemento: o potássio. "A dupla sódio e potássio geram o que nós chamamos de equilíbrio hídrico do corpo, sendo o potássio um bom diurético e o sódio um bom retentor de líquidos", explica a nutricionista Roseli Rossi, especialista em Nutrição Clínica Funcional, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Uma dieta rica em potássio, portanto, leva a uma maior eliminação de sódio, o que pode ajudar a combater a pressão alta. 


Veja quais alimentos são boas fontes desse mineral: salmão, abacate, espinafre, batata inglesa, banana, feijão preto, molho de tomate, mamão papaia 




segunda-feira, fevereiro 18

Sexualidade


Nos últimos anos, a terapia de reposição hormonal para as mulheres e os tratamentos para que homens possam prolongar a ereção possibilitaram aos idosos manter a vida sexual ativa.

Para o ginecologista Celso Galhardo, coordenador do Programa Municipal DST/Aids, de São Paulo, é preciso quebrar o preconceito de que o idoso sexualmente ativo é anormal. Segundo ele, não existe uma idade limite para a atividade sexual, já que isso depende do físico do idoso, das condições de saúde, da libido e do erotismo. “Sexo é sinal de saúde”, argumenta.
Mas o uso das drogas que facilitam a ereção requer muita atenção e cuidado. Antes de tomar o medicamento, o idoso precisa procurar um urologista ou clínico geral para fazer uma avaliação, pois esses medicamentos agem no sistema cardiovascular. Qualquer problema nesse sentido pode inviabilizar o uso do remédio.

Além da maior frequência de sexo nessa faixa etária, outro problema tornou-se preocupante, o aumento do número de infectados pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, gonorreia e clamídia. O vírus do HIV ataca as células de defesa do corpo e o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças. Se descoberto cedo, o tratamento adequado feito com os anti-retrovirais possibilita uma vida normal.
De acordo com o Boletim Epidemiológico do Departamento de DST e Aids, do Ministério da Saúde, de 1980 até junho de 2011, foram notificados 16.838 casos de Aids em pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Em 2000, foram registrados 702 casos nesta faixa etária.

Para a gerontologista e coordenadora nacional da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado, o profissional de saúde muitas vezes esquece de perguntar se idoso tem atividade sexual e de pedir o teste. Assim, ocorre muito erro de diagnóstico. “Hoje o idoso vive mais, namora mais, então temos de preconizar uma campanha de prevenção da DST/Aids.”
Segundo a especialista, cada vez mais mulheres idosas são infectadas com HIV e outras DSTs durante o casamento. Muitos homens que fazem uso de medicações contra a disfunção erétil procuram relações extraconjugais e não usam camisinha. “É preciso estimular o uso do preservativo, a própria mulher pode usar e está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde)”, enfatiza.
Galhardo considera que o aumento da incidência de HIV entre idosos está ligado a uma questão cultural. “O idoso viveu numa época na juventude dele que o uso de preservativo não era difundido, é difícil explicar a ele que pode pegar o HIV em qualquer faixa etária. O idoso acha que o prazer será menor, mas o sexo pode ser tão bom ou até melhor com camisinha”, explica.

A geriatra Fabíola Borges diz que o HIV na terceira idade é uma questão delicada. “Se é difícil convencer uma geração jovem que teve educação sexual e, mesmo assim, não usa camisinha, imagine convencer um idoso que nunca usou preservativo”, afirma.
E enumera outros fatores que contribuem para a disseminação do vírus em idosos: faixa etária que não se preocupa com a prevenção de gravidez (considerada um estímulo à prevenção dos jovens), o preconceito do próprio idoso e da sociedade que o vê como população de não-risco e falta de informação.
Durante a janela imunológica – período entre a infecção pelo vírus da AIDS e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue – o paciente não apresenta sintomas. Mas muitas vezes, o idoso só procura ajuda médica no estágio mais avançado da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, quando seus sintomas já estão se manifestando. Nessas situações, qualquer doença oportunista, como gripe ou pneumonia, pode ser muito grave e até fatal. “O idoso também precisa tomar a iniciativa e fazer o teste. Quanto mais cedo tiver esse diagnóstico, pode ser direcionado ao serviço público de saúde e ter o tratamento correto”, afirma Galhardo. 
Fontes: 

quinta-feira, julho 12

OSTEOPOROSE III



Assim como a massa muscular diminui ao avançar a idade,acontece o mesmo com a massa óssea tornando os ossos frágeis e quebradiços.Ressaltamos que o tecido ósseo se renova ao longo da vida mas algumas pessoas não tiveram uma dieta rica em cálcio na sua infância e juventude e os resultados negativos apresentar-se-ão na terceira idade.

Nas primeiras décadas predomina a formação óssea e por último a atividade de reabsorção óssea.Assim,a massa óssea começa a diminuir gradativamente a partir dos cinqüenta anos de idade para a grande maioria das pessoas.
O cálcio,fundamental na estruturação óssea,é absorvido em parte e também eliminada uma parte através da urina.Se a ingestão dele for abaixo do que está sendo elimindao o organismo entra em carência e, como nosso organismo precisa dele na fisiologia de outros órgãos vitais ele passa a retirá-lo dos ossos a fim de suprir a sua necessidade imediata, começando a surgir uma provável osteoporose.Digo provável,porque a densintometria óssea poderá detectar a perda óssea ainda na fase de osteopenia que poderá receber tratamento médico adequado a fim de prevenir a osteoporose.
Os ossos além de se tornarem frágeis e quebradiços poderão desgastar causando a redução da estatura do indivíduo.Os discos vertebrais se encurtam e,consequentemente a pessoa se torna um pouco mais baixa.
As fraturas que mais acontecem são:

- fraturas de punho,

- fraturas de úmero (osso do braço que vai do ombro ao cotovelo) e

- vértebras, costelas e, principalmente, a do colo do fêmur (osso único da coxa)
Muitos idosos recuperam-se parcialmente carregando sequelas até o fim da vida e outros ficarão acamados e poderão desenvolver : 
- complicações circulatórias- infecções respiratórias- surgimento do diabetes- escaras de decúbito- trombose- embolia
O mais grave: infecções generalizadas que poderão levar à septicemia e eventual morte. 
Medidas preventivas:
- vitamina D
- banho de sol
- exercício físico
- reposição hormonal
- evitar quedas e trauma
**Ingestão de leite e derivados é importante mas quem sofre de intolerância à lactose deve buscar orientação do (a) nutricionista a fim de prescrever uma dieta alternativa. 
Os Fatores de Risco para a Osteoporose
fumo
bebida alcoólica
baixo peso
baixa estatura com ossatura delicada
sedentarismo
idade avançada
uso contínuo de certos medicamentos como:
corticoesteróides
anticonvuldivantes
ou metotrexatedroga usada no tratamentodo câncer,doenças auto-imunes e na indução do aborto
ingestão inadequada de cálcio;
ser da raça branca
raça asiática.
** A história familiar de fratura é muito importante! 
Como vêem, quase tudo é possível a prevenção.


ATENÇÃO! Voltei a enfatizar o assunto porque ele é extremamente sério.


bjs,soninha

terça-feira, maio 15

OSTEOPOROSE EM MULHERES

Osteoporose é o enfraquecimento dos ossos que pode ocorrer à medida que envelhece. Os ossos se tornam mais finos e mais fracos com o avançar da idade. Assim, há um risco maior de quebrarem em quedas ou pequenas lesões. Complicações destas lesões podem resultar num longo período de internação hospitalar, deficiências e até a morte. 
Osteoporose é mais comum em mulheres brancas e asiáticas, principalmente em mulheres magras, mas pode ocorrer em mulheres de qualquer raça.
Como ocorre?
A osteoporose ocorre em mulheres quando se tornam mais velhas. Após a menopausa, as mulheres produzem muito menos hormônio sexual - o estrogênio, e é este hormônio que ajuda para que os ossos permaneçam fortes. O estrogênio ajuda no depósito de cálcio nos ossos e uma diminuição desta taxa acarreta no enfraquecimento dos mesmos.
O fumo e inatividade física aumentam as chances de desenvolvimento osteoporose na velhice. Outros fatores de risco são alimentação deficiente de cálcio e histórico de osteoporose familiar. 


Além da idade, outras causas da osteoporose são:
- Remoção cirúrgica dos ovários, o que reduz as taxas de estrogênio
- Exercícios intensos (tais como corrida de maratona), que reduzem as taxas de estrogênio
- Períodos longos de repouso durante alguma doença grave
- Muito hidróxido de alumínio, um antiácido comum usado para tratar azia e úlceras.
Quais são os sintomas?
Pode não haver nenhum sintoma até que algum osso quebre. Ossos quebrados são o problema mais comum para pessoas com osteoporose. Geralmente são os ossos da bacia, braços e punhos que se quebram. 
Os ossos da espinha são também uma região comum de estreitamento. Geralmente, com o passar do tempo, os ossos da espinha (vértebras) enfraquecem um por um, causando perda de força, dor nas costas e postura curvada para a frente.
Como é diagnosticada?
Seu médico poderá descobrir se você tem osteoporose através de raio-X feito para diagnosticar outros problemas. O diagnóstico deverá ser feito através de uma revisão da sua história clínica e dos sintomas, exame físico, raios-X e exames de sangue. Se você estiver em alguma categoria de alto risco, seu médico poderá pedir exames que meçam a densidade dos ossos do seu antebraço e da espinha.
Como é tratada?
O tratamento pode não eliminar a osteoporose mas medicamentos podem retardar a perda dos ossos e recuperar alguns. 
O único tratamento eficiente para osteoporose é o estrogênio (tratamento de reposição hormonal). Antes da menopausa, as mulheres começam a produzir menos estrogênio e sem este hormônio para providenciar que os ossos permaneçam fortes, ficam mais suscetíveis a terem osteoporose. Começar a tomar pílulas de estrogênio por volta da época da menopausa é a melhor forma de retardar a perda de cálcio pelos ossos e mantê-los fortes. A maior perda de densidade óssea ocorre nos primeiros anos da menopausa. Por esta razão, alguns médicos prescrevem estrogênio para mulheres que estão perto da menopausa. 
Existem vantagens e desvantagens em se tomar estrogênio. Este hormônio ajuda a retardar a perda de cálcio e pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares. No entanto, o estrogênio sozinho sem a progesterona pode aumentar os riscos de câncer uterino. O médico poderá não recomendar estrogênio se houver um histórico de câncer de mama, má circulação sanguínea ou derrame cerebral. Nestas situações você e seu médico precisam conversar para saber qual o caminho a seguir. 
Aumentar a quantidade de cálcio em seu organismo também faz parte do tratamento e isto é feito normalmente através da alimentação e de suplementos alimentares. O cálcio é bastante útil no tratamento da osteoporose, principalmente se você não toma estrogênio, mas não é tão eficaz quanto o estrogênio. A maioria das mulheres adultas necessitam de 1000mg de cálcio por dia, mas no caso das grávidas e das que estão amamentando, a necessidade é de 1200 a 1500mg por dia. Mulheres que já passaram da menopausa também necessitam de 1500mg por dia de cálcio quando não estão repondo estrogênio.
Novos tratamentos para osteoporose estão sendo estudados. Exemplos de novos remédios são:
- CALCITONIN, que ajuda a prevenir o enfraquecimento dos ossos mas não é tão eficaz quanto o estrogênio. A forma mais conveniente deste medicamento é um spray nasal que é usado uma vez por dia.
- ALENDRONATE (FOSAMAX), que também ajuda a prevenir o enfraquecimento do osso e ajuda a reconstituir alguns. Ele é tomado na forma de pílulas, uma vez por dia.
- RALOXIPHENE (EVISTA), uma nova droga similar ao estrogênio que mantém a densidade óssea sem aumentar os riscos de câncer uterino. É tomado em forma de pílula uma vez por dia.
Estes medicamentos são na maioria das vezes prescritos para mulheres que não podem tomar estrogênio ou que já tenham tido uma fratura causada pela osteoporose.

Exercícios para fortalecimento das pernas, como caminhar e subir escada, também ajudam a manter os ossos fortes. Fazer este tipo de atividade física todos os dias, poderá evitar o enfraquecimento ósseo . Nadar, além de muito saudável, poderá fazer parte do seu programa de exercícios físicos mas, para mulheres com riscos de osteoporose, a caminhada é obrigatória.

A chance de um osso quebrado resultante de osteoporose aumenta com a idade. Uma vez que o processo de menopausa comece, a maioria das mulheres, principalmente as caucasianas e as asiáticas, precisam tomar precauções pelo resto de suas vidas para prevenirem a osteoporose.


Como posso me cuidar?

Siga o tratamento prescrito pelo seu médico. Como complemento, você pode:
- Fazer uso alimentos saudáveis, principalmente leite e derivados desnatados, verduras, frutas cítricas, sardinhas e crustáceos.
- Se seu médico recomendar, tomar um suplemento alimentar que contenha cálcio.
- Fazer atividade física para fortalecimento das pernas, como por exemplo caminhar, regularmente. Esteja certo de estar exercitando a parte superior do seu corpo também.
O quê fazer para prevenir a osteoporose?

Você pode ajudar a prevenir a osteoporose com:
- Reposição hormonal na menopausa, ou outros medicamentos recomendados pelo seu médico
- Antes e depois dos 35 anos (idade em que a densidade óssea da mulher está no seu auge), ter uma dieta com uma taxa adequada de cálcio
- Atividade física regular.
O quê fazer para reduzir riscos de lesão?
- Evitar carregar peso.
- Evitar atividade física mais forte que o comum; aumentar seu ritmo gradualmente.
- Usar roupas adequadas para a atividade física: sapatos de salto baixo com solado anti-derrapante para andar e sapatos adequados para esportes e recreação. Esteja certa de que o solado do seu sapato não agarra em superfícies acarpetadas.
- Use apoio para andar, como bengala por exemplo, se necessário.
- Mantenha sua casa segura, bem iluminada e organizada para ajudá-la a prevenir quedas.
- Evite tapetes no chão da sua casa.
- Evite superfícies molhadas ou escorregadias, principalmente no banheiro.
- Use tapetes anti-derrapantes no chuveiro e na banheira.

Paz!