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terça-feira, dezembro 16

Casal de idosos é preso acusado de tráfico drogas


Uma equipe da Polícia Militar prendeu durante o final de semana um casal de idosos acusado de praticarem crime de tráfico de drogas, quando foi apreendido na casa dos suspeitos mais de três quilos de maconha.

A polícia foi até a residência localizada no bairro Cuniã, setor Leste de Porto.

Velho, após receber denúncia anônima. Quando presos os idosos não deram detalhes sobre a droga.


Segundo informações policiais a idosa é foragida da justiça e possui condenação por crime de tráfico. 

O casal foi encaminhado para a Central de Flagrantes e ficou a disposição da Justiça.


segunda-feira, fevereiro 18

Sexualidade


Nos últimos anos, a terapia de reposição hormonal para as mulheres e os tratamentos para que homens possam prolongar a ereção possibilitaram aos idosos manter a vida sexual ativa.

Para o ginecologista Celso Galhardo, coordenador do Programa Municipal DST/Aids, de São Paulo, é preciso quebrar o preconceito de que o idoso sexualmente ativo é anormal. Segundo ele, não existe uma idade limite para a atividade sexual, já que isso depende do físico do idoso, das condições de saúde, da libido e do erotismo. “Sexo é sinal de saúde”, argumenta.
Mas o uso das drogas que facilitam a ereção requer muita atenção e cuidado. Antes de tomar o medicamento, o idoso precisa procurar um urologista ou clínico geral para fazer uma avaliação, pois esses medicamentos agem no sistema cardiovascular. Qualquer problema nesse sentido pode inviabilizar o uso do remédio.

Além da maior frequência de sexo nessa faixa etária, outro problema tornou-se preocupante, o aumento do número de infectados pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, gonorreia e clamídia. O vírus do HIV ataca as células de defesa do corpo e o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças. Se descoberto cedo, o tratamento adequado feito com os anti-retrovirais possibilita uma vida normal.
De acordo com o Boletim Epidemiológico do Departamento de DST e Aids, do Ministério da Saúde, de 1980 até junho de 2011, foram notificados 16.838 casos de Aids em pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Em 2000, foram registrados 702 casos nesta faixa etária.

Para a gerontologista e coordenadora nacional da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado, o profissional de saúde muitas vezes esquece de perguntar se idoso tem atividade sexual e de pedir o teste. Assim, ocorre muito erro de diagnóstico. “Hoje o idoso vive mais, namora mais, então temos de preconizar uma campanha de prevenção da DST/Aids.”
Segundo a especialista, cada vez mais mulheres idosas são infectadas com HIV e outras DSTs durante o casamento. Muitos homens que fazem uso de medicações contra a disfunção erétil procuram relações extraconjugais e não usam camisinha. “É preciso estimular o uso do preservativo, a própria mulher pode usar e está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde)”, enfatiza.
Galhardo considera que o aumento da incidência de HIV entre idosos está ligado a uma questão cultural. “O idoso viveu numa época na juventude dele que o uso de preservativo não era difundido, é difícil explicar a ele que pode pegar o HIV em qualquer faixa etária. O idoso acha que o prazer será menor, mas o sexo pode ser tão bom ou até melhor com camisinha”, explica.

A geriatra Fabíola Borges diz que o HIV na terceira idade é uma questão delicada. “Se é difícil convencer uma geração jovem que teve educação sexual e, mesmo assim, não usa camisinha, imagine convencer um idoso que nunca usou preservativo”, afirma.
E enumera outros fatores que contribuem para a disseminação do vírus em idosos: faixa etária que não se preocupa com a prevenção de gravidez (considerada um estímulo à prevenção dos jovens), o preconceito do próprio idoso e da sociedade que o vê como população de não-risco e falta de informação.
Durante a janela imunológica – período entre a infecção pelo vírus da AIDS e a produção de anticorpos anti-HIV no sangue – o paciente não apresenta sintomas. Mas muitas vezes, o idoso só procura ajuda médica no estágio mais avançado da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, quando seus sintomas já estão se manifestando. Nessas situações, qualquer doença oportunista, como gripe ou pneumonia, pode ser muito grave e até fatal. “O idoso também precisa tomar a iniciativa e fazer o teste. Quanto mais cedo tiver esse diagnóstico, pode ser direcionado ao serviço público de saúde e ter o tratamento correto”, afirma Galhardo. 
Fontes: 

sábado, abril 30

Drogas da terceira idade



Querendo manter o pique da juventude a todo custo, há quem, na maturidade, utilize excessivamente antidepressivos, remédios contra impotência, hormônio do crescimento... um grande risco à saúde

O coração bate, o sangue corre nas veias, os neurônios trabalham a mil por hora, os pulmões enchem e esvaziam, rim e estômago funcionam freneticamente. Como uma máquina - formada por alavancas, dobradiças, válvulas, roldanas e bombas -, o corpo humano não pára de trabalhar, com um único e essencial objetivo: manter-se vivo. Porém, ao longo dos anos essas 'engrenagens' vão perdendo capacidade e 'enferrujando', o que faz o sistema diminuir a velocidade até, finalmente, parar. "Com o passar do tempo acontecem alterações fisiológicas normais, além do acúmulo de doenças. E o que é envelhecer senão a diminuição da função de determinados órgãos progressivamente, consumindo a reserva funcional que temos?", diz Roberto Miranda, professor da disciplina de Geriatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e integrante da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.




À espera de um milagre
É evidente que existem recursos de manutenção no decorrer dessa trajetória - e principalmente na terceira idade - para que se consiga envelhecer com saúde. Mas atenção: a palavra é usar, não abusar desses auxílios. "Certas pessoas procuram drogas 'milagrosas' com o intuito de manter-se bem a todo custo. Muitas acham que se tomar uma injeção ou um comprimidinho a mais vão ganhar a juventude eterna. Na realidade todo medicamento tem que ser prescrito com critério e nas condições em que realmente são necessárias. O idoso tem um organismo mais frágil. Tudo nessa faixa etária precisa ser indicado com cuidado", alerta o médico Paulo César Ribeiro, do Hospital Sírio Libanês e coordenador da Jornada de Nutrição ao Idoso, realizada recentemente, em São Paulo.


Um indivíduo maduro tomar, com conhecimento e prescrição médica, um sedativo, não é necessariamente perigoso, mas se ele se tornar dependente porque não consegue outra forma de relaxamento, então existe um uso problemático. "Muitos começam a abusar de fármacos justamente com a chegada da terceira idade e nem se dão conta. Aliás, é fato que grande parte dos acidentes domésticos, como as quedas, ocorre quando o idoso está sob efeito de remédios", diz a psicóloga Sabine Cavalcante, autora do Guia da Terceira Idade(Editora KroArt) e coordenadora do ambulatório do Departamento Geral de Prevenção Integral às Drogas do Conselho Estadual Anti-drogas (Deprid/Cead), do Rio de Janeiro.


Antidepressivos, anabolizantes, remédios contra impotência e hormônios do crescimento ganham destaque na lista da dependência na maturidade. As principais complicações dos abusos são os efeitos colaterais das medicações sobre doenças preexistentes ou as interações medicamentosas. "Devese tomar cuidado com as misturas", avisa Roberto Miranda, lembrando que também é comum a pessoa apelar para substâncias 'naturais' por conta própria, achando que plantas não fazem mal. "Isso é um engano. Quando for ao médico, o idoso deve levar todos os remédios que toma. Ele pode querer ter melhor aparência, mas precisa ser responsável", adverte.
Para quem acredita que há mesmo uma 'fórmula mágica' para envelhecer com saúde, o professor da Unifesp revela: "Existe uma 'pílula' que ajuda a emagrecer, aumenta a massa muscular, afasta a depressão, previne a ansiedade, diminui o colesterol, controla a hipertensão arterial e ainda é 'gratuita': o nome dela é atividade física".

Indicações e usos abusivos


ANABOLIZANTES
Essas substâncias têm a função de recuperar tecidos após longos períodos de atrofia muscular (como em casos de acidentes e cirurgias que exigem um grande prazo de restabelecimento). São usados por idosos que têm a intenção de melhorar a performance na atividade física. O uso indiscriminado, buscando um aumento de massa muscular, pode acarretar impotência sexual, além de problemas renais e cardíacos. 




ANTIDEPRESSIVOS
São drogas que atuam no sistema nervoso central, diretamente nos centros reguladores do humor, ansiedade e auto-estima. Aumentam a liberação de acetilcolina (neurotransmissor responsável pelo transporte do estímulo cerebral), melhorando o humor e a ansiedade. O uso correto ameniza o quadro depressivo até a completa melhora. Já o mau emprego pode provocar dependência química que, aliada ao uso concomitante de álcool, potencializa o efeito do remédio, podendo provocar danos irreparáveis ao usuário. Além disso, a utilização exagerada dessa classe de medicamentos pode ocasionar prisão de ventre, queda de pressão, boca seca e alterações cardíacas.



COMPRIMIDOS ANTIIMPOTÊNCIA
Indicados para auxiliar a ereção masculina. O uso correto melhora o desempenho sexual do paciente, promovendo a satisfação tanto do homem quanto de sua companheira. Existe uma contraindicação clara para esse tipo de tratamento: a droga não pode ser ingerida por quem toma algum medicamento na classe dos 'nitratos' (utilizados para quem tem problemas no coração, especificamente nas coronárias). Os efeitos colaterais mais comuns são dor de cabeça, vasodilatação (vermelhidão) e palpitação.




HORMÔNIOS DO CRESCIMENTO
Além da utilização em crianças com deficiência no crescimento, são indicados para corrigir a falta comprovada de testosterona (hormônio masculino) nos idosos. O uso incorreto eleva a incidência de câncer de colo e de próstata, interfere no equilíbrio da glicemia, além de na mulher aumentar as características masculinas secundárias (pêlos e voz grossa). O mais conhecido é o GH, muitas vezes encontrado em academias e vendido no 'mercado negro'.
 depois x antes

fonte:revistavivasaude.uol.com.br

bjs,soninha

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