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sexta-feira, outubro 9

Colesterol ruim...Tô Fora!


O controle do colesterol LDL é essencial para que o corpo possa produzir os hormônios corretamente e por isso seus valores devem ser mantidos, preferencialmente, entre 70 e 100 mg/dL, através da alimentação saudável e prática regular de exercícios físicos.


Quando o colesterol LDL está alto, acima de 100 mg/dL, há formação de placas de ateroma, que aumenta o risco de doenças cardiovasculares, enquanto que, quando o colesterol LDL está baixo, abaixo de 70 mg/dL há um maior risco de derrame cerebral, depressão e Alzheimer, e pode estar associado a algum tipo de câncer, embora ainda sejam necessários mais estudos para comprovar esta relação. 


Porque o Colesterol LDL aumenta

O colesterol LDL alto é ruim para a saúde porque participa da formação das placas de ateromas nos vasos do coração e do cérebro, restringindo a passagem de sangue por estes órgãos, favorecendo o infarto ou Acidente Vascular Cerebral.

O colesterol LDL alto pode ser causado por fatores hereditários, sedentarismo, alimentação e idade, sendo particularmente perigoso, porque não apresenta sintomas. Seu tratamento é feito com simples mudanças na alimentação, prática regular de atividade física e, em alguns casos, uso de medicamentos para o colesterol receitados pelo médico.

Sintomas do colesterol LDL alto

O colesterol (LDL) alto não apresenta nenhum sintoma, por isso recomenda-se a realização de exames laboratoriais de rotina dos níveis de colesterol total e frações. A recomendação para realização desses exames deve ser individualizada. Indivíduos com fatores de riscos associados, como hipertensão, diabetes, tabagismo ou que apresentam história familiar de colesterol elevado, necessitam de um cuidado maior e devem realizar esses exames anualmente.

Pode-se suspeitar de colesterol LDL alto quando se está acima do peso ideal e quando se faz uma alimentação desregrada, na qual são permitidos refrigerantes, frituras, carnes gordurosas e doces.

Valores de referência para o colesterol LDL

Os valores de referência para o colesterol LDL estão entre 70 e 130 mg/dl, mas aconselha-se mantê-lo sempre abaixo de 100 mg/dl, principalmente em pacientes de risco elevado de apresentarem doenças coronarianas, como é o caso de hipertensos e diabéticos.

Como deve ser a alimentação para controlar o colesterol LDL

Para manter o colesterol LDL dentro dos valores ideais, é recomendado respeitar algumas regras alimentares:


O QUE COMER

- leite e iogurte desnatado 
- queijos brancos e light 
- carnes brancas ou vermelhas grelhadas ou cozidas 
- frutas e de sucos de frutas naturais 
- comer diariamente legumes e hortaliças 



O QUE NÃO COMER OU EVITAR

- leite e iogurte integral
- queijos amarelos, como queijo prato, catupiri e mussarela
- embutidos como mortadela, salame, presunto, carnes gordurosas
- refrigerantes e sucos industrializados
- frituras e alimentos ricos em gordura trans

Alimentos como alho, alcachofra, berinjela, cenoura e óleo de camelina são ótimos para controlar o colesterol LDL naturalmente. Assim como os alimentos ricos em ômega 3, 6 e 9. Mas os sucos de fruta naturais também são ótimos aliados.

sexta-feira, novembro 8

terça-feira, novembro 5

sexta-feira, junho 15

Colesterol tem influência na evolução do Alzheimer, diz pesquisa


Cientistas encontram ligação entre proteína da doença e o colesterol. Evidência abre caminho para novos tratamentos contra o Alzheimer.

Uma equipe de pesquisadores americanos descobriu que o colesterol tem papel importante na produção de uma proteína que destrói neurônios e é considerada a principal causa da doença de Alzheimer. A descoberta foi publicada nessa semana na revista “Science”.

O Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, que leva a alterações progressivas da memória, de julgamento e raciocínio intelectual, e costuma acometer pessoas idosas.

A equipe de pesquisadores, comandada por Charles Sanders, do Centro de Biologia Estrutural, revelou a estrutura tridimensional de uma proteína que dá origem a outra chamada beta-amiloide, encontrada em exames feitos no cérebro de vítimas da doença.

Ao mapearem sua estrutura, por meio de uma ressonância magnética com dimensão microscópica, eles perceberam que o colesterol se ligava a uma parte dela.

“Há muito tempo que se pensa que, de alguma forma, o colesterol promove a doença de Alzheimer, mas os mecanismos não eram claros”, disse Sanders.

Pesquisas anteriores já haviam sugerido que o colesterol alto aumenta o risco de Alzheimer e tal evidência foi levada em conta pelos cientistas.

Segundo Sanders, a análise microscópica da molécula, que mostrou ambas coladas uma na outra, pode responder a questão e ter um papel decisivo na evolução do tratamento da doença.
G1 

abraços fraternos...

segunda-feira, novembro 14

Injeção contra colesterol tem bons resultados nos primeiros testes



Remédio se apresenta como alternativa para abaixar os níveis de LDL.Outras duas etapas de testes são necessárias para confirmar eficiência.

Uma injeção se apresenta como alternativa para controlar o LDL, o colesterol ruim. Ela pode atender aos pacientes que não conseguem baixar esses níveis com os remédios disponíveis hoje no mercado.

O medicamento é um anticorpo monoclonal chamado AMG145, que age sobre o regulador de colesterol PCSK9. Sopa de letrinhas à parte, isso significa que o remédio age especificamente sobre uma substância que interfere na capacidade que o fígado tem de eliminar o colesterol ruim do sangue.

“Quanto mais o PCSK9 caiu, menores foram os níveis do colesterol ruim”, afirma Clapton Dias, que desenvolve a pesquisa pelo laboratório Amgen, em Thousand Oaks, nos EUA. “Com doses maiores, o colesterol ruim permaneceu baixo por um período mais longo”, completa o pesquisador.

Na primeira fase de testes, a pesquisa foi feita com 54 homens e duas mulheres, todos saudáveis, com entre 18 e 45 anos. Eles foram divididos em grupos que receberam um placebo – substância que não produz nenhum efeito – ou o anticorpo em cinco doses diferente. Os níveis de gordura no sangue foram medidos pelos três ou quatro meses seguintes.

Em média, a redução do colesterol ruim foi 64% maior nas pessoas que receberam a maior dose, em comparação às que tiveram o placebo injetado. Os níveis de triglicérides e de HDL – o colesterol bom – não sofreram variações significativas. Também não foi detectado nenhum efeito colateral grave.

Como o estudo ainda está na primeira fase de testes, ainda precisa passar por mais duas etapas antes de ser liberado. O trabalho foi apresentado nesta segunda-feira (14), durante um encontro da Associação Americana do Coração.

Fonte:G1 
abçs,

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