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terça-feira, janeiro 5

Quem disse que o sexo perde o seu encanto na terceira idade?


Na terceira idade, a prática sexual tem lá suas diferenças, mas continua fazendo bem, oferecendo prazer e sensação de bem-estar. Cerca de 50% das pessoas acima de 60 anos – casadas ou que têm parceiros sexuais - relatam a prática de sexo a cada 15 dias mais ou menos.

"Além do sexo como o conhecemos, uma carícia, um toque ou uma troca de intimidades, muitas vezes, é sensual e tem o mesmo grau de prazer na terceira idade que o sexo tradicional tem para o jovem", explica o geriatra do Einstein, Dr. Fabio Nasri.

"As pessoas se esquecem de que os mais velhos continuam tendo desejos, projeções, fantasias e afeto, que muitos jovens, inclusive, estão perdendo", diz.

A terceira idade

Em países mais jovens e menos desenvolvidos, são consideradas da terceira idade as pessoas acima de 60 anos - é o caso do Brasil. Nos mais desenvolvidos e com uma população mais velha - como os Estados Unidos e os países europeus, aquelas acima de 65 anos.

Uma nova revolução

O surgimento do famoso medicamento azul para disfunção erétil, em 1998, provocou uma nova revolução sexual - essa repleta de possibilidades para os integrantes da terceira idade.

O medicamento pegou muitos casais de surpresa. Vários deles não praticavam o sexo há um bom tempo. Com a novidade, os homens sentiram-se dispostos a procurar por suas mulheres novamente, que nem sempre estavam preparadas para recomeçar uma vida sexual ativa.

Como se sabe, as mulheres tendem a cuidar mais da saúde do que os homens porque visitam seus médicos regularmente. Depois deste medicamento, o sexo tornou-se novamente um assunto em pauta no consultório.

Para aquelas interessadas em recomeçar uma vida sexual com seus parceiros, a questão da lubrificação vaginal é a dúvida mais comum. E não há complicações: hormônios locais, aplicados em forma de cremes diretamente na vagina, possibilitam um retorno normal à prática sexual.

Com o passar dos anos, um pesadelo que aterroriza alguns jovens vai deixando de ser um bicho de sete cabeças. Com a idade, os homens passam a demorar mais para ejacular e, por isso, a ejaculação precoce deixa de ser um problema.

Dificuldades e contraindicações

Não há contraindicações para o sexo na terceira idade, apenas restrições temporárias como, por exemplo, para quem acabou de passar por uma cirurgia – as mesmas indicadas para qualquer idade.

Algumas dificuldades de um corpo mais maduro, porém, podem impedir ou atrapalhar a prática. Para as mulheres, dores reumáticas e incontinência urinária são as principais. No segundo caso, aplicação de hormônio local pode conter o problema.

No caso dos homens, hipertensão e complicações com a próstata são as principais chatices.

Cerca de 50% dos que passaram dos 60 anos no Brasil são hipertensos; e os remédios para pressão tendem a diminuir a potência sexual. A boa notícia é que já existem medicamentos com menos efeitos colaterais desse tipo.

Pacientes com câncer de próstata que tiveram a produção de testosterona bloqueada podem ter dificuldade de ereção, assim como os que fizeram cirurgia para a retirada do órgão. Atualmente, porém, existem técnicas de extração da próstata que conseguem preservar, em alguns casos, os nervos responsáveis pela ereção.

Para pacientes com doenças coronárias ou problemas pulmonares, a indicação é que conversem com seus médicos e que realizem exames para avaliar a sua capacidade física. "No caso do coração, por exemplo, um teste ergométrico nos dá uma ideia de como o órgão se comportaria na hora do sexo", explica o médico.

Alerta

Os medicamentos para disfunção erétil são contraindicados para pacientes com doenças das coronárias ou que tomam medicamentos vasodilatadores, já que eles mesmos são deste tipo, o que pode levar o paciente a sofrer uma vasodilatação excessiva.

Frequência e orgasmo

"É natural que, nessa faixa etária, a frequência sexual seja menor. Mas devemos considerar que a noção de sexo para eles é mais ampla. Muitos se satisfazem com as carícias. Nessa fase existe uma desobrigação do orgasmo e, com menos expectativas, muitas vezes a relação fica mais prazerosa", afirma o geriatra.

Fertilidade na terceira idade

Diferente da menopausa – fenômeno que encerra os ciclos menstruais e ovulatórios de uma única vez – a andropausa (que acontece nos homens) acontece gradativamente com o passar dos anos.

Por isso, enquanto o homem produzir espermatozoides ele pode engravidar uma mulher. A diferença é que a produção será cada vez menor e o caminho até o óvulo ficará mais difícil. Por esta razão, muitos casais de homens mais velhos com mulheres mais jovens procuram inseminação artificial quando optam por ter um bebê.

Consenso é fundamental

Com a menopausa, a queda na libido da mulher é natural e elas começam a procurar menos por seus parceiros. Para elas, será cada vez mais importante sentirem a presença do homem, sua proximidade e suas carícias. "Nessa fase, especialmente se o homem toma algum medicamento para disfunção erétil ou continua sexualmente ativo, conversar e entrar em consenso é fundamental para não haver atrito entre os dois", recomenda o Dr. Fábio Nasri.

Ainda sem perspectiva de um medicamento para as mulheres, a utilização de testosterona no combate à perda de massa muscular e óssea tem se mostrado positiva para elas. O tratamento acaba ajudando no aumento da libido.

Felicidade na terceira idade

Considerando a história do ser humano, a terceira idade é praticamente uma novidade. A expectativa de vida no Brasil em 1900, por exemplo, era de 33 anos. Hoje, é de 75. "Envelhecer é novo e muitos idosos ainda têm dificuldade de lidar com as perdas que vieram com o fim da chamada segunda idade, como a capacidade e a frequência sexual, a perda de amigos, de trabalho e até financeira", avalia o Dr. Nasri.

"Aqueles que entenderem o seu envelhecimento e entrarem em consenso com as suas novas características, terão menos dificuldade em lidar com a sua terceira idade. Já aqueles que não aceitarem, tentarão ter atitudes de jovens por acreditar que estarão envelhecendo menos. Mas envelhecer é natural e quanto mais cedo nos prepararmos, melhor será a nossa aceitação", conclui o médico.

segunda-feira, julho 21

Moda Feminina!


Observem os detalhes do cinto e do 
chapéu combinando com a blusa.



As listras embelezam mas...na horizontal elas tendem 
a tornar a silhueta mais "cheiinha", já na vertical, elas alongam.



As mais "ousadas" optam por chapéus coloridos, 
colares e anéis em flores e pérolas solitárias...



Calça boca larga com talhe folgado, observem a beleza 
do detalhe na cintura, a beleza da bolsa e a 
delicadeza dos óculos coloridos...



Esta senhora optou por detalhes mais 
extravagantes porém bonitos!!



Já esta escolheu um estilo "masculino", 
ideal para os dias frios...

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quarta-feira, novembro 6

Conheça os exames médicos básicos para idosos


O geriatra Omar Jaluul, presidente da sessão paulista da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia), indica os exames que devem virar rotina na vida de homens e mulheres a partir dos 60 anos. Mas alerta para exageros desnecessários. Para Jaluul, o ideal é fazer apenas os exames que o médico solicitou, sem se submeter aos checkups ultracompletos que existem no mercado.

- Checkup é fundamental, mas o exagero no número de exames é ruim. Precisa ser feito o essencial: ir ao médico, fazer o indicado, mas parar por ai. Não tem que ficar procurando coisas muito diferentes onde não há sintomas.

Pressão arterial: verifica o nível da pressão arterial e indica possíveis alterações (alta ou baixa). A pressão arterial é determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo. Ela é considerada normal quando está em 120x80 mmHg (milímetros de mercúrio) e se não ultrapassar 130x85 mmHg. Em caso de pressão ao alta, esse número fica acima de 140x90 mmHg, o que pode acarretar desmaios, ataque cardíaco e, em casos extremos, a morte. A pressão baixa (menor do que 120x80 mmHg) não preocupa tanto os médicos. Mas níveis muito baixos de pressão provocam sonolência, tonturas, desmaios e até a morte.

Exames básicos de sangue:

Hemograma: o exame de coleta do sangue pode detectar anemia. Deve ser feito uma vez por ano a partir dos 60 anos.

Ureia e creatinina: exame para checar as funções renais e possíveis alterações, como insuficiência renal. Deve ser feito uma vez por ano, a partir dos 60 anos.

TSH (hormônio estimulante da tireoide): o exame é indicado para detectar alterações na produção de hormônios da tireoide. O TSH é um hormônio que regula a produção dos hormônios tireoidianos (T3 e T4). Quando a produção está alta, o nível de TSH diminui, e quando está baixa, aumenta, para estimular a produção dos hormônios da tireoide. O nível baixo do TSH indica hipertireoidismo. Se o nível de TSH é alto, indica hipotireoidismo. Deve ser feito uma vez por ano, a partir dos 60 anos.

Glicemia de jejum: o exame detecta o diabetes (deficiência de produção ou ação da insulina, que causa o aumento anormal de glicose no sangue). Deve ser feito a partir dos 60 anos.

Colonoscopia: o exame pode detectar precocemente o câncer nos intestinos (grosso e delgado). Deve ser feito uma vez por ano a partir dos 50 anos. Se tiver casos na família, é indicado fazer o primeiro exame aos 40 anos. O câncer no intestino grosso também pode ser detectado por um exame chamado pesquisa de sangue oculto nas fezes, já que cânceres e pólipos instalados no intestino podem sangrar em pequenas quantidades, invisíveis a olho nu. No exame, é possivel enxergá-lo nas amostras, que devem ser colhidas três vezes por ano.

Papanicolau: a partir dos 65 anos, se o exame apresentar resultado normal durante três anos seguidos, ele pode ser suspenso, desde que a mulher não tenha vida sexual promíscua. O exame tem a função de detectar câncer de colo do útero.

Mamografia: o exame de avaliação das mamas é feito por raio-X. O primeiro deve ser feito entre os 35 e 40 anos. Após os 40, uma vez por ano. O objetivo da análise é prevenir ou detectar o câncer de mama. Detalhe: homens e mulheres podem desenvolver o câncer.

Densitometria óssea: assim que completar 65 anos ou depois da menopausa, o exame deve ser realizado na mulher a cada dois anos para prevenir a osteoporose (perda anormal da massa dos ossos). O exame mede a densidade dos ossos e a possível perda de massa óssea.

Teste ergométrico (ou de esforço): o exame mede a capacidade cardíaca e verfica a existência de doenças cardiovasculares, como aterosclerose e hipertensão, por meio de exercícios físicos na esteira ou na bicicleta ergométrica. É indicado fazê-lo uma vez por ano a partir dos 30 anos. A partir dos 60, é fundamental para quem pretende começar uma atividade física.

Exame da próstata: detecta o câncer de próstata, uma glândula masculina que envolve a uretra e produz um líquido que compõe o sêmen. Do tamanho de uma azeitona, está localizada entre a bexiga e o reto. Para detectar o câncer é necessário fazer três exames complementares: o toque retal (introdução do dedo indicador coberto por uma luva no ânus do paciente), a ultrassonografia transretal (introdução de aparelho com microcâmera no ânus) e o exame de sangue PSA (antígeno prostático-específico), que mede os níveis de uma substância relacionada a alterações na próstata. É recomendável fazer o primeiro exame de próstata depois dos 40 anos. Aos 50, deve-se fazê-lo uma vez por ano, pois o risco de câncer aumenta com a idade.

Ultrassom de abdômen: exame indicado para homens fumantes, detecta aneurisma de aorta (dilatação da artéria aorta, que pode se romper). É recomendado fazer o primeiro exame a partir dos 50 anos. Não é indicado para mulheres dessa faixa etária porque, segundo o urologista, o índice de mulheres que fumam nessa idade é muito menor do que o dos homens. O paciente só deve voltar a fazer o exame se for detectado algum problema na artéria. 

segunda-feira, outubro 14

Conheça os alimentos ideais para diabéticos


Uma alimentação saudável é extremamente importante na vida dos diabéticos. A dieta para as pessoas que possuem a doença não precisa ser sem sabor nem sem tempero, mas ela deve ter alguns cuidados especiais. 

De acordo com a nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde, o diabético deve cortar de sua dieta alguns alimentos: açúcar, mel, caldo de cana, melado, rapadura; carboidratos de alto índice glicêmico e pobres em fibras como refrigerantes, balas, biscoitos doces, farinha branca, bebidas alcoólicas, café, fumo e deve ainda evitar o consumo excessivo de sal.

A nutricionista diz que é importante que o paciente que tem diabetes pratique atividades físicas de forma regular e orientada, pois isso melhora a ação da insulina, contribuindo para o controle da glicose. “As refeições devem ser realizadas com intervalos máximos de três a quatro horas, totalizando de cinco a seis porções ao dia, evitando permanecer em jejum prolongado. É importante ainda realizar uma refeição leve antes de dormir e tomar café da manhã assim que acordar”, explica Bruna.

Confira os alimentos que auxiliam no combate do diabetes:

Alimentos fontes de fibras solúveis: em contato com o líquido no interior do estômago formam uma espécie de “gel” que retarda o esvaziamento gástrico, dificultando o acesso das enzimas digestivas aos alimentos e retardando o aumento da glicemia.

O Portal da Band dá exemplos de alimentos que são fontes de fibras solúveis:

Farinha ou biomassa de banana verde: fonte de amido resistente, um tipo de fibra solúvel;

Aveia: fonte de betaglucana;

Semente de linhaça: fonte de fibras solúveis e insolúveis, que retardam a absorção da glicose, além de ser rica em ômega 3, de ação anti-inflamatória, que tem relação com o tratamento do diabetes;

Canela: a inclusão de canela na dieta de diabéticos melhora o controle da glicose. Isso porque a canela aumenta a sensibilidade do organismo à ação da insulina;

Aloe Vera: é fonte da fibra solúvel glucomannam, responsável pela ação da aloe vera na redução do nível de glicose.

Vegetais folhosos verde escuros, oleaginosas, cereais integrais e sementes: além de serem fontes de fibras são ricos em magnésio, mineral que melhora a ação da insulina, facilitando o transporte de glicose para dentro das células.

Levedo de cerveja, cereais integrais, cogumelos, oleaginosas, gérmen de trigo, brócolis: são fontes de cromo, mineral que potencializa a ação da insulina.

Cereais integrais, oleaginosas, carnes e ostras: são fontes de zinco. A deficiência dele está relacionada à diminuição da secreção da insulina, levando ao aumento dos níveis de glicose.

Flavonóides encontrados nas frutas, chá verde e suco de uva integral: úteis no tratamento do diabetes e na prevenção e controle das complicações crônicas.

sexta-feira, setembro 6

Oito maneiras de consumir mais aveia


Seja no mingau ou na panqueca, alimento enche o prato de nutrientes

A estrela da aveia é o seu teor de fibras - não só pela quantidade, mas pela qualidade do nutriente presente no alimento. Isso porque as fibras específicas da aveia, as beta-glucanas, trazem diversos benefícios ao organismo, como trazer saciedade, ajudar no trânsito intestinal e até fortalecer a imunidade. 

Mas se engana quem pensa que a aveia só tem fibras - ela também é rica em proteínas e minerais, como magnésio, zinco e ferro. Para aproveitar seus benefícios, o ideal é consumir cerca de 30 gramas por dia, o equivalente a três colheres de sopa. Por causa do seu alto teor de fibras, o consumo deve ser acompanhado da ingestão de líquidos. Quer incluir esse cereal na sua dieta, mas está sem ideias? Listamos aqui algumas sugestões saudáveis de consumo:

Clique nos links abaixo e veja as sugestões.


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e veja quanta coisa gostosa...

segunda-feira, agosto 6

AFINAL, CAFÉ FAZ BEM À SAÚDE?




Os bons efeitos do café vão além dos vasos sanguíneos. Seu consumo regular tem sido associado à redução da mortalidade geral, inclusive por câncer e redução do risco de doenças crônicas do fígado.No cérebro.

• Aumenta o desempenho psicomotor e estados de vigília, atenção e humor 

• Reduz o risco de suicídio 

• Evita o aumento da pressão arterial durante estresse mental

• Reduz o risco de declínio cognitivo e demência incluindo a Doença de Alzheimer

• Reduz o risco de desenvolver a Doença de Parkinson

• Reduz o risco de isquemia cerebral entre fumantes


NO EXERCÍCIO FÍSICO

• Reduz a freqüência cardíaca e percepção de dor muscular em atividade aeróbica 

• Retarda a fadiga muscular no exercício aeróbico e anaeróbico

O café também tem seus CONTRAS, mas que têm fáceis soluções:

1- Consumo de cafeína NA GRAVIDEZ AUMENTA O RISCO DE ABORTO espontâneo e de gerar recém-nascido de baixo peso, especialmente em doses maiores que 200mg/dia. Alguns estudos demonstraram que o excesso de café pode reduzir a fertilidade feminina.

SUGESTÃO: Na gravidez, tomar pouco café ou só tomar café descafeinado.


2- PODE PROVOCAR INSÔNIA.

Sugestão: Evitar tomar após certa hora da tarde.


3- ABSTINÊNCIA. Geralmente entre pessoas que bebem altas doses diárias. 

SUGESTÃO: Para quem toma café diariamente, evitar suspender o consumo subitamente.


4- Consumo de café não coado pode levar a um leve AUMENTO DE COLESTEROL .e de homocisteína (marcadores de risco de doença cardiovascular). 

SUGESTÃO: Dar preferência ao café coado. Entretanto, não há porque deixar de saborear um bom café expresso de vez em quando.


5- AZIA. Não há evidências de que o consumodo café aumente o risco de refluxo de ácido do estômago para o esôfago (refluxo 
gastroesofágico). Alguns estudos demonstraram que o café descafeinado pode reduzir o nível de acidez no esôfago. 

SUGESTÃO: Para as pessoas que gostam de café, mas sentem azia ao bebê-lo, a sua forma descafeinada pode ser uma saída. 


6- Café em excesso em IDADES AVANÇADAS pode 
aumentar o risco de osteoporose e risco de fraturas, pois a cafeína reduz a absorção de cálcio.

SUGESTÃO: É recomendável que indivíduos idosos não excedam três xícaras de café por dia (300mg de cafeína).


7- Excesso de café pode dificultar a o CONTROLE DE CRISES DE ENXAQUECA Por outro lado, a suspensão abrupta do café também pode desencadear crises.

SUGESTÃO: Evitar excesso de café assim como suspensão abrupta do seu consumo. Se percebermos que em mais da metade das vezes que tomamos um cafezinho ele nos provoca uma crise de enxaqueca, aí sim vale a pena suspender seu uso.

À luz do conhecimento atual, o consumo de três a quatro xícaras diárias (300-400mg de cafeína) está muito mais próximo de um ótimo investimento à saúde do que simplesmente um hábito que não faz mal à saúde. 
fonte:



-soninha-

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