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quinta-feira, novembro 12

Mitos e verdades sobre cabelos brancos


Junto com os primeiros fios brancos surgem muitas dúvidas. Descubra o que é mito e o que é verdade sobre o assunto.

Ter cabelos grisalhos pode ser um charme

Os cabelos brancos podem ser desesperadores para alguns, que tentam reverter o processo e tingem os fios, enquanto outras pessoas decidem assumir a cabeleira em tom prateado e ficam com um look extremamente imponente e marcante.

Fato que não pode ser negado, quer se goste ou não dos fios grisalhos, é que juntamente com o aparecimento dos primeiros cabelos brancos surgem muitas dúvidas e sempre acabamos nos lembrando de receitas milagrosas e dicas que prometem resolver qualquer problema. Conheça algumas curiosidades desse processo e descubra agora o que é mito e o que é verdade sobre o assunto.

Os fios brancos só aparecem em pessoas mais velhas

Afirmação falsa. Qualquer pessoa, de qualquer idade (até mesmo no momento do nascimento), pode apresentar os fios brancos, mas o que normalmente se observa é que os fios grisalhos tendem a surgir a partir dos 30 anos.

Pessoas mais velhas têm cabelos brancos

Mito. Do mesmo modo que é possível ter jovens com cabelos brancos, também há idosos que não ficam grisalhos.

O processo de ficar com os cabelos brancos tem nome?

Tem sim, e se chama ‘canice’.

Por que ficamos com os cabelos brancos?

A melanina, que é o pigmento responsável pela coloração tanto do cabelo quanto da pele, é produzida por um conjunto de células no folículo piloso.

Existem células que produzem o pigmento, chamadas de ativas, como também existem as células que substituem as ativas, à medida que elas vão envelhecendo. Quando, tanto as células ativas como as de ‘estoque’ acabam, não há produção de melanina e os cabelos ficam brancos.


Cabelos grisalhos dão um ar de maturidade

Ser uma pessoa nervosa deixa os cabelos brancos mais rapidamente

Verdade. Há momentos na vida em que a produção de pigmento é mais escassa; eventos traumáticos e estresse podem contribuir para surgimento desses momentos.

Cabelos brancos são causados exclusivamente pela idade

Mito. Além de fatores genéticos que predispõem ao aparecimento mais precoce dos fios brancos, existem doenças e medicamentos que provocam o surgimento de cabelos brancos.

Existem remédios que revertem o processo?

Não. Ainda não existe nenhum remédio que, comprovadamente, seja eficaz na tarefa de restaurar a produção de melanina. Por enquanto, a única solução continuando ficando por conta das tinturas.

O cabelo branco é mais grosso ou mais crespo que o fio pigmentado

É impressão. Os fios brancos possuem a mesma estrutura anatômica dos fios pigmentados, a única diferença é que ele não tem o pigmento que daria cor aos fios.

Nascem 7 fios brancos a cada fio branco arrancado

Mito. Os fios brancos são iguais aos pigmentados, com exceção da ausência de melanina. O cabelo branco nunca interferirá na produção de melanina nos fios que o cercam, uma vez que cada fio possui seu próprio estoque de células produtoras desse pigmento.

Agora que as principais questões sobre o assunto foram esclarecidas, a grande dúvida será em assumir os fios brancos ou pintar o cabelo.


sexta-feira, outubro 23

Mitos e Verdades sobre a Homeopatia!

Todas as doenças podem ser tratadas com homeopatia. 
MITO - O tipo e a gravidade da doença limitam o uso da homeopatia, sendo mais indicada para um tratamento complementar e coadjuvante, já que os efeitos colaterais são muito baixos, caso o medicamento seja bem prescrito. "A homeopatia não tem nenhum medicamento que possa substituir a insulina de um paciente diabético, por exemplo, então nem todas as doenças são tratáveis pela especialidade", exemplifica Sérgio Eiji Furuta, presidente da Associação Paulista de Homeopatia
Pode consumir álcool durante um tratamento com homeopatia. 
VERDADE - O consumo de álcool moderado não atrapalha o tratamento homeopata, diz Sérgio Eiji Furuta, presidente da Associação Paulista de Homeopatia
Não há contraindicações para usar homeopatia. 
MITO - O tratamento da homeopatia é feito por meio de substâncias que causam sintomas "semelhantes" aos da doença que será tratada e estimulam o organismo a reagir contra a enfermidade. A potência do remédio, conhecida como dinamização, pode provocar reações adversas no paciente, por isso, o presidente da Associação Paulista de Homeopatia, Sérgio Eiji Furuta, alerta para o risco de uma automedicação
Não é preciso receita médica para usar homeopatia. 
MITO - A homeopatia é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1980, logo necessita e exige prescrição para compra de medicamentos, alerta o médico e pesquisador homeopata, pós-doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Marcus Zulian Teixeira. "O remédio tem que ser individualizado segundo o conjunto de aspectos do indivíduo, ou seja, dez indivíduos com a mesma doença teoricamente irão receber dez medicamentos únicos. Isto acontece porque além da doença se manifestar com aspectos diferentes em cada um deles, cada pessoa tem diversos aspectos emocionais, psíquicos, alimentares, entre outros, que mexem com o sistema imunológico de forma particular", explica
Homeopatia não deve ser usada com remédios tradicionais. 
MITO - Segundo Marcus Zulian Teixeira, médico e pesquisador homeopata, pós-doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), desde que os remédios tradicionais tenham uma prescrição correta, levando em contra os efeitos colaterais, ambas as medicações (homeopata e alopata) podem ser tomadas de forma simultânea, sem ter interferência nas ações. "Uma pessoa da terceira idade que esteja tomando um remédio para pressão arterial ou um diabético que toma medicamentos não deve deixa de tomar as drogas, mas pode fazer um tratamento homeopata concomitantemente", exemplifica Sérgio Eiji Furuta, presidente da Associação Paulista de Homeopatia.
Homeopatia causa reação alérgica.
VERDADE Toda substância pode causar efeito colateral, e na homeopatia não é diferente. Levando em conta a individualidade do paciente e a totalidade dos sintomas, se o medicamento homeopata não for bem prescrito, ele pode ter reações adversas, como a alérgica
Remédio homeopata potencializa o tratamento com remédios tradicionais.
PARCIALMENTE VERDADE - Ambos os remédios, alopata e homeopata, são prescritos de forma diferente, não se excluem e podem agir de forma complementar ou coadjuvante. O paciente tem uma renite alérgica forte, por exemplo, e precisa tomar um antialérgico, conforme ele vai tomando de forma simultânea um remédio homeopático, cada vez menos ele melhorará mais. De acordo com Sérgio Eiji Furuta, presidente da Associação Paulista de Homeopatia, "o tratamento homeopático pode ser associado beneficamente ao tratamento convencional"
Homeopatia é a mesma coisa que placebo. 
MITO - O "efeito placebo", que, de maneira geral, são comprimidos que não têm nenhum princípio ativo, mas produz no paciente a convicção de ter recebido um tratamento, é observado, segundo Marcus Zulian Teixeira, em qualquer remédio. Uma revisão de cinco estudos feita em 2014 concluiu que a homeopatia tinha resultados um pouco maiores do que do placebo para algumas doenças específicas
Homeopatia cura as doenças. 
PARCIALMENTE VERDADE - "O grande papel da homeopatia é junto a doenças crônicas, como alergia e enxaqueca. Com um bom remédio prescrito com base nos aspectos individuais e levando em conta a totalidade de sintomas físicos e psíquicos, a homeopatia consegue mudar o curso natural da doença para uma melhora, levando em conta o tempo de tratamento e o tipo da doença", explica Marcus Zulian Teixeira, médico e pesquisador homeopata, pós-doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)
Se tocar com as mãos o remédio de homeopatia, ele perde o efeito. 
MITO - Ao contrário do que muita gente acredita, o toque das mãos não interfere no efeito do remédio homeopata. Este deve receber os mesmos cuidados de uma droga tradicional, como não ser exposto ao calor excessivo para não desnaturar as proteínas presentes e, consequentemente, perder a atividade biológica.

quarta-feira, setembro 23

O Mito do Exame da Próstata

Segundo o Dr. Maluf, é normal a próstata se desenvolver com a idade. O fato de ela crescer não significa que seja câncer, nem que irá se formar um tumor
Em entrevista exclusiva ao Portal Terceira Idade, o urologista Dr. Roberto Eid Maluf fala sobre as causas e tratamentos para o câncer de próstata, que atinge 18% da população masculina

Já está havendo uma desmistificação do exame da próstata. Hoje, o homem já procura espontaneamente o médico, sem a pressão da família ou da esposa que obriga o homem a vir”, relata o Dr. Roberto Eid Maluf, urologista do Hospital Santa Cruz, em São Paulo, e especialista na área pela Sociedade Brasileira de Urologia.

Em entrevista exclusiva ao Portal Terceira Idade, o Dr. Maluf fala sobre o mito do exame da próstata, as causas e tratamentos para o câncer que atinge aproximadamente 18% da população masculina, o que significa um paciente para cada 6 homens.

O mito do exame de toque

Segundo Maluf, o exame da próstata é recomendado a partir dos 45 anos de idade, uma vez por ano. Quando há casos na família, recomenda-se fazê-lo já a partir dos 40. O exame é importante, pois o câncer de próstata não apresenta sintomas. A cura, hoje em dia, é possível sem quimioterapia, através de cirurgia ou de radioterapia.

O exame, que não necessita de preparos, é rápido e indolor. O toque – tão temido pelo público masculino – é necessário, pois, junto com o exame de sangue (PSA), é possível detectar aproximadamente 90% dos tumores de próstata.

As causas podem ser genéticas ou ambientais. Até a alimentação pode influir no desenvolvimento de tumores do órgão. “As comidas gordurosas que os países ocidentais fazem mais consumo poderia ser uma das causas. No Japão e na China, a incidência é rara”, destaca o médico.

“É normal a próstata se desenvolver com a idade. O fato de ela crescer não significa que seja câncer, nem que irá se formar um tumor”, finaliza.

Assista à entrevista completa clicando no vídeo acima.

quinta-feira, setembro 4

Quatro Verdades e Uma Mentira sobre o OVO!


Durante muito tempo, ele andou por baixo, acusado de ser uma bomba de colesterol. A má fama começou há cerca de 40 anos, desde que se cogitou a relação entre o ovo e as doenças do coração. Mas, na década de 1990, vários estudos contrários a essas acusações começaram a pipocar.

Uma das descobertas mais importantes, apresentada em um trabalho realizado pela Universidade de Kansas (EUA), foi a de que apenas uma pequena parcela do colesterol sanguíneo provém da dieta e a maior parte é produzida pelo próprio organismo. E o ovo possui uma substância (fosfolipídeo) capaz de interferir na absorção do colesterol, impedindo sua captação pelo intestino, que é o responsável por levar tal substância para o sangue. Portanto, aumentar a ingestão de colesterol não provoca necessariamente elevação importante em seus níveis.

"Alto benefício e baixo custo" 
Constatado tal fato, passou-se a dar mais destaque ao valor nutricional do alimento que, além de saboroso, é de baixo custo. Trata-se de uma excelente fonte de vitaminas A e do complexo B e de carotenoides, que colaboram na prevenção de doenças degenerativas. Também é rico em minerais, como ferro, fósforo, selênio e zinco. E, segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), o valor nutricional de sua proteína pode ser comparado ao do leite materno, pois contém todos os aminoácidos essenciais.

E quanto ao limite no consumo? "Considerando uma alimentação saudável, o recomendado seria até uma unidade por dia", orienta a nutricionista Maria Gandini, da RG Nutri Consultoria Nutricional. Entretanto, mesmo com a absolvição, parece que o ovo ainda enfrentará algumas polêmicas. Há poucos meses, a revista científica americana Diabetes Care publicou um artigo que acusa o alimento de elevar o risco de diabetes do tipo 2 em 77% entre as mulheres e em 60% entre os homens. Ribas Filho aponta que este estudo é apenas preliminar e que ainda há outros sendo realizados sobre os benefícios do alimento. Portanto nada de alarde. O especialista recomenda seu consumo (desde que sem exageros), já que o alimento possui nutrientes essenciais ao funcionamento do organismo.

*AUMENTA O BOM COLESTEROL (HDL)*
Segundo a nutricionista Maria Gandini, um ovo contém 213 miligramas (mg) de colesterol, ou seja, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração, que é de 300 mg. Entretanto, ela ressalta que nem todo colesterol ingerido tem como destino certo o entupimento das artérias. "A substância participa de funções importantes no organismo, como formação de hormônios", explica. De acordo com o cardiologista Wilson Salgado Filho, médico assistente da Unidade Clínica de Lípides do Instituto do Coração (Incor), apenas 1/3 do colesterol do ovo é absorvido pelo organismo. Maria lembra que algumas pesquisas têm apontado uma ação inusitada: seu consumo aumenta a quantidade de HDL (colesterol bom), que é considerado um fator preventivo contra a aterosclerose (quando placas de gorduras se formam nas paredes das artérias). Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, pesquisadores japoneses já divulgaram estudos que reforçam essa tese. "Os trabalhos mostram que, apesar de haver um aumento do LDL (colesterol ruim) com o consumo diário de ovo, há também um aumento do HDL, o que é compensador", comenta.

AUMENTA A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES
Como já foi dito, houve um grande movimento de pesquisadores para tirar o ovo do banco dos réus. E todos reuniram provas suficientes para absolver o alimento da grave acusação de ser o vilão do coração. Ficou comprovado que não existe relação entre o colesterol presente no ovo e o aumento das taxas de gordura nociva ao organismo. Tudo graças a pesquisadores que parecem nunca terem se conformado com a má fama do ovo. É o caso de Frank Hu, epidemiologista nutricional da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA), que confirmou, após alguns estudos, que comer um ovo por dia não aumenta o risco de ataque cardíaco ou derrame. Ao avaliar, por um período de dez anos, cerca de 120 mil homens e mulheres saudáveis, o cientista concluiu não haver diferença significativa de risco entre os que comiam sete ovos por semana e os que comiam apenas um. Segundo ele, outros nutrientes existentes no ovo compensam ou anulam o perigo representado pela taxa elevada de colesterol. "Hoje, sabemos que, quando dosamos o colesterol do sangue, ele reflete muito mais a ingestão de gorduras saturada e hidrogenada; estas, sim, verdadeiras vilãs, pois aumentam o LDL (colesterol ruim) e o risco de doenças cardiovasculares", afirma o endocrinologista Ricardo Martuci, de São Paulo. O ovo é rico em colesterol e pobre em gordura saturada, isso o exime da culpa de causar doenças cardiovasculares. O cuidado maior fica para diabéticos e aqueles que já sofreram infartos (consumir apenas três unidades semanais).

_AJUDA A MANTER OS MÚSCULOS_
Se a ideia é ganhar ou evitar a perda de massa magra, o ovo pode ser um grande aliado. Na clara, mais especificamente na ovoalbumina (proteína da clara), há uma boa quantidade de leucina, um aminoácido utilizado em suplemento nutricional que evita a perda de musculatura e é consumido por alguns atletas. Na gema, a leucina também aparece, mas em pequena quantidade. "Por muitos anos, praticantes de atividade física de força e velocidade atribuíam a melhora no desempenho ao consumo de ovo, principalmente da clara, que é isenta de gordura e rica em proteína. Hoje, sabemos que isso se deve ao fato de o ovo proporcionar a mistura ideal de aminoácidos essenciais (aqueles que não são produzidos pelo organismo) na quantidade e relação correta para favorecer o crescimento e o reparo dos músculos", explica Maria Gandini. A nutricionista enfatiza que a prática antiga de comer ovos crus deve ser desconsiderada, pois grandes doses de avidina - substância natural de proteção do ovo - diminuem a absorção de algumas vitaminas do complexo B, importantes na produção de energia e recuperação muscular e ainda podem levar à contaminação por salmonella.

Por: Françoise Gregório 
Fotos:  Fábio Mangabeira

E viva o ovo!!

sexta-feira, fevereiro 28

Preconceito contra o idoso ainda é muito frequente neste Brasil


Muitos afirmam que o idoso não produz. Entretanto o idoso é detentor de conhecimento, experiência e visão ampla do mundo, tendo condições de participar no mercado de trabalho, contribuindo com sua experiência e conhecimento acumulado ao longo dos anos. Não é só o jovem que produz e consome, o idoso pode exercer atividades produtivas e, tendo recursos, também vai consumir.

Quem afirma que a velhice é uma etapa negativa da vida desconhece que a maioria dos idosos não tem limitações, nem sua vida é negativa e dependente. Uma pessoa idosa possui experiência, conhecimento e saber que um jovem não tem. O importante numa sociedade democrática e pluralista é respeitar a condição do idoso, sua experiência e conhecimento de vida, em equilíbrio com a capacidade de inovação, iniciativa e vitalidade do jovem.

Idoso só gosta de bingo e baile.

O baile traz a possibilidade de relembrar e reviver momentos prazerosos, desenvolver a sociabilidade, as habilidades e talentos, promover a atividade física por meio da dança, estimular a sensualidade, desenvolver o gosto pela música e soltar a imaginação e a fantasia. Essa atividade não se restringe apenas aos idosos, ela tem efeitos positivos em QUALQUER FAIXA ETÁRIA. O bingo pode ser um excelente espaço de sociabilidade, quando promovido com o objetivo de diversão e integração comunitária. Quando a atividade se caracteriza como comercial, pode levar ao vício, ao isolamento e a perdas materiais - aspectos negativos em QUALQUER FAIXA ETÁRIA.

Ninguém pode afirmar que o envelhecimento traz impotência sexual.

Este é o mito mais presente nos dias de hoje. Basta observar como a mídia, a TV e o cinema apelam para o tema. Mas os médicos, os psicólogos e os sexólogos já desmitificaram esse assunto tão importante para a pessoa em todas as etapas da vida. O corpo muda, mas a sexualidade continua. A sensibilidade fica, inclusive, mais refinada e mais bela com o passar dos anos. Daí a importância da manutenção dos cuidados preventivos em relação às doenças sexualmente transmissíveis, garantindo um sexo seguro e revertendo estatísticas que apresentam altos índices de AIDS entre os idosos, atualmente considerado um dos grandes grupos de risco.

A pessoa que possui características como teimosia, rigidez, mau humor e é considerada ranzinza pode ter acentuadas essas características na velhice. Mas esses comportamentos não são exclusivos da pessoa idosa, que costuma ser prudente e experimentada na vida, sabendo ceder quando percebe a irracionalidade. Nós já aprendemos que VELHO É O PRECONCEITO.

Paz!