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terça-feira, agosto 2

Cinco Benefícios da Convivência Com Animais Para Idosos


Não é de hoje que os animais domésticos estão presentes nos lares de muitas famílias. E engana-se quem acha que os cachorros são os preferidos por ter a finalidade de proteger a casa. Assim como os cães, outros bichinhos têm conquistado significativamente espaço nas residências de muitas pessoas, como os gatos por serem excelentes companheiros.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de estimação (Abinpet), os cães apresentam cerca de 35,7 milhões nos domicílios contra 19,8 milhões de felinos. Hoje, estima-se que 44% dos lares brasileiros possuem animais de estimação. A razão para o crescimento desse número se dá também pelo fato dos animais de estimação trazerem benefícios para a saúde física e mental do seu dono.

Para quem chegou à terceira idade e tem por consequência a solidão, seja por causa do falecimento do conjugue ou porque os filhos já estão casados, a presença de um animalzinho no dia a dia ajuda a combater o isolamento e estimula o idoso a praticar atividades físicas que são realizadas ao passear ou brincar com o pet. Veja cinco benefícios da convivência com animais para quem já está na melhor idade:

1. Estimula a interação social: os animais precisam de passeios diariamente. Sendo assim, nessas caminhadas em parques ou pela vizinhança é possível interagir com outras pessoas, conhecer novos lugares e estimular a comunicação;

2. Aumenta a disposição: normalmente, o ideal é caminhar ao menos uma hora com o seu pet. Essa atividade promove sensação de bem estar e contribui para a saúde mental, já que os estímulos recebidos ao caminhar aumentam a coordenação motora e fazem com que o cérebro responda a estímulos visuais, sonoros, táteis e olfativos;

3. Melhora o humor: ao brincar com o cachorro ou gato, as taxas de serotonina – neurotransmissor que atua regulando o bom humor, sono, apetite e alivia a dor – são elevados. Diante disso, diminuem os níveis de ansiedade, proporcionando sensação de conforto, calmaria e melhora do ânimo no idoso;

4. Previne doenças: estudos realizados em vários países apontam que os tutores de cães e gatos, nessa etapa da vida, sofrem menos de depressão, problemas relacionados à pressão sanguínea, frequência cardíaca e capacidade motora, por causa da prática de exercícios em companhia do animal;

5. Aumento da expectativa de vida: a ciência já comprovou que quem convive com eles são mais felizes, saudáveis e vivem mais. Pesquisas realizadas em pacientes que receberam alta de uma unidade coronariana apontaram que quem possuía animais em suas residências viviam mais. Isto porque a convivência com os bichos aumentava a sensação de bem estar e, por consequência, elevava a expectativa de vida.

Com todos esses benefícios, o que você está esperando para adquirir um animalzinho de estimação?

sexta-feira, fevereiro 28

domingo, janeiro 19

Vovô vegano e fisiculturista exibe corpo firme e vira estrela de campanha em defesa dos animais


Aos 77 anos, o ex-campeão de fisiculturismo Jim Morris posou completamente nu na posição da escultura “O Pensador” de Rodin para mostrar seu corpo ainda admiravelmente firme. Vegano, Morris foi escolhido para estampar a campanha da PETA, organização global de proteção aos animais.


O objetivo do trabalho era mostrar como a dieta vegana, ilustrada pelo caso de Morris, pode contribuir para um envelhecimento saudável e para a sustentabilidade do planeta.
Morris, hoje com 78, também foi guarda-costas de Elton John. Se tornou vegetariano quando tinha 50 anos e vegano 15 anos depois. Em 1996, com 61, ele se aposentou após 30 anos de fisiculturismo. Encerrou a carreira com um vitória na classe das pessoas acima de 60 anos.

quarta-feira, outubro 2

Idoso promove campanha para encontrar cães desaparecidos

Foto reprodução

Uma campanha feita pelo aposentado Alício Silva, 65, a procura dos seus dois cães chamados “Bolé” e “Faísca” está provando a amizade e parceria que pode existir entre um ser humano e seus animais. A busca pelos cachorros com idade de oito meses começou nesta terça-feira (25), através de um anúncio feito nas redes sociais e panfletos distribuídos nas ruas de Manaus.

Por ter problemas de saúde, Alício também conta que a ausência dos animais está piorando seu estado. “Sofro de pressão alta e tenho problemas no coração. Desde quando começou isso eu não consigo mais dormir direito… já fui até parar no SPA”, revela.

O idoso é morador do bairro Redenção, Zona Centro-Oeste de Manaus. “Eu sinto muita falta deles”, disse.

Quem tiver informações a respeito dos cães, os contatos são 92-8227-6030 e 92-9513-8096. O tutor promete pagar recompensa para quem encontrar os animais.

quarta-feira, julho 31

Interação com cachorros pode ajudar pessoas com demência


A interação estruturada com um cão pode ajudar a melhorar a saúde mental e as funções físicas de pessoas com demência, aponta uma nova pesquisa da Universidade de Maryland (EUA). O estudo analisou adultos com demência em residenciais para idosos e encontrou uma diminuição na depressão após a realização de um programa que envolveu interação regular com um cão. O estudo também indicou uma tendência para a melhoria da função física.

“O estado funcional dos idosos com demência pode deteriorar-se rapidamente, o que frequentemente leva à transferência para casas de repouso especializados em doentes mentais” disse a coordenadora do estudo e professora da Universidade de Maryland, Erika Friedmann.

“Esta pesquisa fornece evidências importantes sobre os benefícios da interação com animais domésticos para pessoas com demência. Ao melhorar a saúde mental e função física, estes tipos de programas podem ajudar as pessoas a manterem a sua independência por mais tempo” afirmou a pesquisadora.

O estudo envolveu 40 idosos com demência domiciliados em residenciais. Os participantes tiveram duas sessões de 60 e 90 minutos por semana durante três meses em que eles foram incentivados a interagir com um cão. Isto incluiu cuidar do animal utilizando habilidades motoras finas e grossas. Alimentar o cão, ajustar sua coleira, caminhar com o animal e acariciá-lo foram algumas das atividades desenvolvidas. As sessões também envolviam o uso de habilidades sociais, como conversar com o cão, falar sobre o cão para os outros, e dar os comandos ao animal.

Os resultados mostraram que os participantes que interagiram regularmente com um cão tiveram melhorias nas suas funções emocionais em comparação com o grupo controle, como pode ser visto pela diminuição na frequência de depressão. Os participantes do estudo também demonstraram uma tendência para a função física melhorada em comparação com o grupo controle, com um aumento de atividades físicas em todos os dias ao longo do tempo.

A pesquisa foi apresentada na conferência trienal da Associação Internacional de Organizações de Interação Homem-Animal (IAHAIO), realizada no mês de julho, em Chicago.


segunda-feira, novembro 12

Zooterapia melhora qualidade de vida de idosos em asilo de SP

A zooterapia, tratamento de pessoas por intermédio de animais, traz benefícios significativos à qualidade de vida de idosos. O contato com animais como cães, peixes, tartarugas, pássaros e até escargots vem proporcionando um aumento da afetividade, do ânimo e da socialização dessas pessoas, como mostra o projeto implantado pela professora Maria de Fátima Martins, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP.

O projeto “Desenvolvendo a afetividade de idosos institucionalizados através dos animais” existe desde 2006 e tem repercutido positivamente na saúde dos pacientes. A cada 15 dias, um grupo de cinco ou seis alunos de graduação e pós-graduação, tanto da USP como de outras instituições de ensino, faz uma visita às pessoas internadas no asilo São Vicente de Paula, em Pirassununga (SP), e leva animais para interagir com elas. A instituição acolhe cerca de 31 idosos, entre homens e mulheres.

“Desde que implantamos o projeto, observamos inúmeras melhorias na qualidade de vida desses idosos”, aponta Maria de Fátima, coordenadora da iniciativa e docente do Departamento de Nutrição e Produção Animal da FMVZ, no câmpus de Pirassununga.

Entre os animais, estão cães como labrador,, golden retriever, bassê e vira-latas, além de canários e calopsitas. “O importante é que o animal tenha passado por um processo educativo para estar apto a ser levado ao asilo e esteja adequado sob o ponto de vista sanitário”, afirma Maria de Fátima.

Segundo a professora, se antes os idosos se mostravam fechados, sem se comunicar entre si e entediados com a rotina do asilo, agora a realidade é outra. “Eles acabam conversando mais uns com os outros, compartilham experiências de vida, relembram os animais de estimação que tiveram e conseguem sair da rotina”, revela.

Outro aspecto interessante é que os pacientes também se transformam em cuidadores: os pesquisadores instalaram um aquário na instituição para que eles tomassem conta dos peixes. “A cada dez dias, aproximadamente, alguns alunos do projeto vão até lá para supervisionar a iniciativa”, conta. 
Os pesquisadores também criaram uma horta dentro do asilo, que fica sob os cuidados dos idosos, e outra dentro do câmpus de Pirassununga, envolvendo alunos de pré-iniciação científica e da terceira idade, onde são cultivadas hortaliças e plantas medicinais.
Com isso há uma interação nas diferentes idades, promovendo um entrosamento e troca de vivencias. “Se antes apenas transmitíamos conhecimento em medicina veterinária, agora nos transformamos em agentes sociais de mudanças”, comemora a professora.

Nesta sexta-feira, 16, sábado e domingo, a população da capital paulista poderá conhecer mais de perto o projeto de zooterapia desenvolvido pela professora Maria de Fátima. O trabalho contará com a participação das ONGs Zooterapia e ATEAC e será apresentado no 13º Festival do Japão 2010, que acontece no Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, São Paulo).

Extensão com pesquisa

Maria de Fátima salienta que o projeto agrega o tripé ensino, pesquisa e extensão, mas, em relação a este último item, destaca o caráter científico com que abordam as atividades no asilo. “Buscamos observar as reações dos idosos, coletar e anotar essas informações para termos material que poderá ser usado em outras pesquisas”, explica. O grupo é formado por veterinários, enfermeiros, geriatras, fisioterapeutas e psicólogos.

Essa inter-relação entre as áreas do conhecimento, explica a professora, é proporcionada pela zooterapia a partir do fato de que o contato com os animais pode ser analisado sobre diversas áreas. “Ao acariciar um cão, por exemplo, o idoso vai estender a mão, ou ainda, pode querer passear com o animal, e isso pode ser útil na área da fisioterapia.

Já um psicólogo pode analisar as reações emocionais do idoso a partir do contato com o animal. Um veterinário pode avaliar o comportamento dos animais diante das pessoas do asilo”, enumera.

O câmpus de Pirassununga oferece a disciplina de Zooterapia desde 2000, e a turma recebe, além de alunos de diversas áreas do conhecimento, idosos participantes do Universidade Aberta à Terceira Idade. “Já fizemos palestras sobre o projeto de zooterapia em escolas e hospitais e fomos convidados para ministrar cursos em universidades de Manaus, Cuiabá, Vitória”, afirma.

O próximo curso acontece entre os dias 31 de julho e 1º de agosto, no campus de Pirassununga, que vai sediar a terceira edição do “Curso de atividade, educação e terapia assistida por animais”. As inscrições estão abertas

sexta-feira, setembro 14

Benefícios do animal de estimação para os idosos


A companhia dos animais oferece uma alternativa proteger as pessoas dos estados de solidão.

Em alguns casos substituem os filhos que cresceram e se tornaram independentes; em outros, proporcionam inúmeras oportunidades para fazer novos amigos. No parque por exemplo ou mesmo na rua quando os animais se socializam ou quando alguem acha o seu cachorrinho um mimo , a oportunidade de entabular uma conserva ou de fazer novo conhecido ou amigo é muito grande.

- Os animais pela sua expontaneidade permitem-nos grandes risadas e aumentam a nossa atividade física, assim como o nosso exercício muscular. Na caminhada com eles, no cuidar e tratar alimentando ou trocando a água.

- Permite principalmente aos idosos serem independentes sem se sentirem sozinhos.

- Otimizam o atendimento e a percepção, melhoram na comunicação verbal e aumentam as expressões faciais positivas.

- Estimula os sentidos da visão, olfato, audição e tato.

- Atende a necessidade de tocar e serem tocados. Idosos em instituições de repouso usam o gato para tocar e ser tocado pois este animalzinho também gosta do toque e o mais interessante é que esta provado que acariciar um gato diminui a pressão arterial, é calmante e relaxante.

- Os idosos se sentem úteis por terem alguém para cuidar.

Também animais domésticos de estimação trazem benefícios para a saúde mental:

- Em adultos com depressão, diminui o número de suicídios e o tempo internado em hospitais psiquiátricos.

- Em relação aos adultos com retardo mental, observa-se um aumento do vocabulário oral compreensível, uma comunicação não-verbal mais rica e maior motivação.

Atualmente, existem instituições que protegem os animais de rua, onde se pode adotar um animal de estimação vermifugados e limpos, proporcionando um lar e, o que é mais importante, dando a oportunidade de compartilhar com eles parte da sua vida. 

Fonte: Dra. Odilza Vital
Dra Odilza Vital é médica endocrinologista, geriatra e esteta.

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