Ratos que receberam suplementos do ácido ursólico tiveram menos problemas ligados ao excesso de peso, como diabetes e hipertensãoUma substância natural encontrada em grandes quantidades na casca de maçã pode ter efeito protetor contra a obesidade e os problemas de saúde que o excesso de peso provoca, como diabetes e hipertensão. É o que revelam pesquisadores da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos.A pesquisa divulgada na revista Plos One revela que o composto, chamado ácido ursólico, reduz o ganho de peso e evita o surgimento de doenças hepáticas em ratos.A equipe, liderada por Christopher Adams testou o ácido ursólico em camundongos que seguiram uma dieta altamente calórica e rica em gordura ao longo de oito semanas. Metade dos animais também recebeu um suplemento do composto ao longo do mesmo período. Não houve diferença entre os níveis de atividade dos dois grupos.Os pesquisadores observaram, ao final da pesquisa, que os camundongos que receberam o suplemento com o ácido apresentaram peso menor do que os outros, níveis normais de açúcar na corrente sanguínea e não desenvolveram doença hepática gordurosa, condição comum associada à obesidade.Segundo Adams, o ácido ursólico também aumentou a massa muscular e a quantidade de gordura marrom dos camundongos, tecidos conhecidos por ajudar na queima de calorias e que auxiliam na prevenção da obesidade."A gordura marrom é benéfica e as pessoas estão tentando descobrir maneiras de aumentá-lo. Neste ponto, não sabemos como o ácido ursólico age. Nosso próximo passo é determinar se o composto encontrado nas maças pode ajudar os seres humanos", conclui Adams.
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sexta-feira, junho 22
Substância natural da casca da maçã ajuda a combater a obesidade
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Jequié - BA, Brasil
sábado, fevereiro 4
Obesidade na artrite
Mulheres obesas que sofrem de artrite têm propensão mais elevada que os homens para a incapacidade na velhice. Foi o que demonstrou um estudo da Universidade de Duke, nos EUA, analisando taxas de incapacidade em 5.888 homens e mulheres com mais de 65 anos. O objetivo era aferir se pessoas com 70 anos ou mais poderiam fazer exercícios . Foram analisadas desde correr maratonas ou jogar tênis, bem como verificar comprometimento articular ao realizarem atividades básicas do dia a dia, tais como andar dentro de casa, sair da cama, tomar banho, vestir-se, etc.
Com esse propósito, os pesquisadores constataram que a população feminina avaliada apresentava um risco 83% maior de tornar-se deficiente ou incapaz de realizar essas atividades quando comparada com a masculina. A artrite foi encontrada em um terço desse grupo com risco mais elevado, no qual 57% eram mulheres, e, considerando-se todos os pacientes avaliados, a obesidade mórbida foi cerca de quatro vezes mais comum no sexo feminino.
A obesidade traz mesmo uma série de riscos para a saúde em geral, aumentando a probabilidade de morte por doenças cardiovasculares. Mas a ocorrência de obesidade em pacientes com artrite pode reduzir a qualidade de vida e elevar o risco de mortalidade. Como caminho para o controle do peso corporal e para a prevenção de problemas futuros, recomenda se hábitos saudáveis de vida, incluindo dieta balanceada e atividade física regular.
articulação joelho
O importante também é alertar o paciente com artrite reumatoide que o uso dos derivados da cortisona que aumentam a obesidade podem ser substituídos por medicamentos receitados pelo reumatologista que se chama poupadores de corticoide como metotrexato, azatioprina e ciclosporina A, alem disso tem também os chamados medicamentos biológicos
C.Fiehn reumatologista alemão da Universidade de Baden-Baden, afirma que essas drogas as poupadoras de corticoides podem eventualmente causar um dano renal, que deve ser controlado com doses adequadas. Mesmo as chamadas drogas anti-reumáticas não-esteróides (NSARDs na abreviação em ingles ) podem causar problemas renais quando usado a longo prazo que o reumatologista deve controlar
RAM
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quinta-feira, agosto 18
Governo quer reduzir em 15 mil ao ano mortes por doenças crônicas
No lançamento do plano de ações de combate à DCNT (Doenças Crônicas não transmissíveis) como câncer, diabetes e doenças cardiovasculares como infarto e AVC (acidente vascular cerebral), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira (18) que a principal meta da proposta com duração de 10 anos é de reduzir em 2% ao ano o número de mortes causadas pela doença.
São as DCNT as doenças que mais matam no Brasil e no mundo. Dados do Ministério apontam que 72% dos óbitos de 2009 foram causados por elas, num total de 742 mil pessoas e, em nível mundial, a estimativa é de sejam responsáveis por 63% das mortes, sendo que 1/3 tem menos de 60 ano
"A principal meta é reduzirmos 2% ao ano a mortalidade por doenças crônicas e que envolve um conjunto de ações, sobretudo, nos fatores de risco. Buscarmos reduzir a obesidade, incentivar a atividade física (...), garantir metas de ampliação de diagnósticos e tratamento para câncer, reestruturar a rede de urgência e emergência para dar conta das situações de doenças cardiovasculares ”, citou o ministro.
“Quanto mais as pessoas vivem, mais chances a doença tem de aparecer. Na década de 1980, achava-se que as pessoas de baixa renda não fossem acometidas por estas doenças que eram tidas como de países ricos. Era uma concepção equivocada”, pondera o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa da Silva.
Fatores de Risco
O aumento de peso dos brasileiros é um dos fatores que faz com que a tendência de desenvolver essas doenças cresça. Cerca de 16% das crianças de 5 a 9 anos são obesas. A meta é reduzir este índice pela metade. Da mesma forma, no grupo de jovens com 10 a 19 anos, que está com cerca de 6% de obesos, o objetivo é derrubar o índice em três pontos percentuais.
Com relação ao tabaco e ao álcool, as campanhas publicitárias do governo continuarão a reforçar o desligamento do vício. E, no caso do cigarro, a pasta pretende trabalhar para elevar a carga tributária do produto, dos atuais 60% para 81%. A ideia é reduzir fumantes de 15,1% para 9% até 2022.
Plano Nacional
A meta do Plano Nacional é diminuir em 2% ao ano a mortalidade dos menores de 70 anos. Entre as ações da proposta estão a distribuição gratuita de remédios para diabetes e hipertensão arterial, aumento de impostos sobre o cigarro, incentivo à prática de atividade físicas dentro do Programa Academia da Saúde, exames preventivos e acordos com a indústria alimentícia para redução do sal e gordura trans nos alimentos.
A meta da Academia da Saúde é construir, equipar e levar profissionais para trabalhar em quatro mil academias que serão montadas até 2014. A ideia é construir mil por ano por meio de parcerias entre municípios e Estados mais carentes. O ministério já recebeu cerca de sete mil propostas de três mil municípios.
Este conjunto de propostas brasileiras será apresentado na reunião da ONU (Organização das Nações Unidas), em setembro em Nova York.
Fonte: Ciência e Saúde
*** Não basta apenas o governo querer, é imprescindível que a população também queira!
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