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quinta-feira, agosto 30

Receita com feijão-branco emagrece e ajuda a evitar diabetes


“O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue”, aponta a nutricionista.

Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa.

Depois de ser lavado normalmente, é preciso secar bem o feijão: no sol ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.

Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.

O efeito da farinha de feijão funciona mais ou menos assim: quando consumimos um prato cheio de macarrão, de 200 gramas, é como se tivéssemos consumido uma porção menor, de 160 gramas. Mas para isto acontecer, meia hora antes das refeições, é preciso ingerir uma colher pequena, rasa, de farinha de feijão diluída em água. É essa mistura que vai garantir que parte do carboidrato dessa refeição, cerca de 20%, não seja absorvida pelo nosso organismo. Então, é como se tivesse comido este prato, que é menor.

O estudo mais recente que comprova que a farinha de feijão ajuda a emagrecer foi feito pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ao todo, 50 adultos obesos fizeram uma dieta saudável, mas apenas metade recebeu farinha de feijão antes das refeições. A outra parte, sem saber, recebeu farinha sem efeito.

Depois de oito semanas, quem ingeriu o extrato de feijão-branco estava, em média, 1,7kg mais magro e com o nível de triglicerídeos três vezes menor do que os que receberam só o placebo.

Mas outros estudos registram perdas de peso de até 4% em apenas 30 dias. O bom é que, além de emagrecer, o extrato de feijão-branco também ajuda a prevenir o diabetes. 
A receita é uma colher rasinha em um copo d’água, duas vezes por dia, porque são duas refeições principais. “Não adianta consumir mais, porque não vai emagrecer mais. Você tem que comer é em torno de um grama por dia. Então, você pode pesar um grama e comer isso durante o dia”, sugere a nutricionista Renata Ramos.

“Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos”, alerta a pesquisadora.


abçs,

domingo, setembro 25

Leis em vigor que beneficiam os diabéticos.


LEIS FEDERAIS 
11.347 de 27/09/2006
Distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários inscritos em programas de educação para diabéticos.

7713 de 22/12/1988
Isenção imposto de renda: cegueira, cardiopatia e nefropatia graves
Portaria 2583 de 10/10/07

Define elenco de medicamentos e insumos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde.

LEIS ESTADUAIS / RJ

Nº 1751, de 26/11/1990
Dispõe sobre a obrigatoriedade do poder público instituir, como direito do cidadão, uma política de saúde preventiva do diabetes no Rio de Janeiro.

Nº 3436, de 03/07/2000
Dispõe sobre a criação de campanhas permanentes de prevenção, controle à diabetes pelo poder executivo em todo Estado do Rio de Janeiro.

Nº 3885, de 26/06/2002
Define diretrizes para uma política de prevenção e atenção integral à saúde da pessoa portadora de diabetes, no âmbito do Sistema Único de Saúde, no Rio de Janeiro, e dá outras providências.

N° 4119, de 1º/07/2003
Dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários a sua aplicação e à monitorização da glicemia capilar aos portadores de diabetes. Para receber o benefício, o paciente deve estar inscrito no cadastro para pessoas com diabetes em unidade de saúde do Estado do Rio de Janeiro.

N° 4510, de 13/01/2005
Isenção do pagamento de tarifas nos serviços de transportes intermunicipais, para as pessoas portadoras de deficiência e de doenças crônicas de natureza física ou mental, sendo o tratamento contínuo e com a falta do mesmo possa acarretar risco de morte.

Nº 4614, de 04/10/2005
Institui o programa de prevenção e controle do diabetes, através de diagnóstico precoce, nas crianças e adolescentes matriculados na rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências.

Nº 4746, de 11/04/2006
Dispõe sobre a merenda escolar distribuída aos alunos portadores de diabetes Mellitus, matriculados na rede pública estadual de ensino.

N° 5159, de 11/12/2007
Institui a Semana Estadual de Atenção ao Diabetes do Rio de Janeiro 
LEIS MUNICIPAIS

Existem ainda leis municipais, procure informações na secretaria de saúde do seu município.

No município do Rio de Janeiro temos:
Nº 2122/94:
SMS tenham equipes destinadas a prevenção, diagnósticos e controle do “diabetes mellitus”;

Nº 2383/95:
Concessão pelo poder executivo de passe de transporte doenças crônicas e doenças físicas;

Nº 2714/98:
Determina realização de exames para detecção do diabetes.
Informe-se e cuide-se! 
bjs,soninha

É Diabético?


O nível de açúcar no sangue e o exercício:

Os diabéticos que usam medicamentos ou insulina para controlar o nível de açúcar no sangue podem sofrer redução significativa da taxa quando realizar o exercício. Você deve:

- Ao iniciar o exercício, fazer o teste de glicose no sangue

- Caso o nível de açúcar fique abaixo de 100, você deve comer o mais breve possível

- Caso o nível esteja acima de 300mg/dl, seja cauteloso em relação ao exercício.

- Caso se exercite por mais de 60 minutos, alimente-se um pouco mais

- Leve alimentos com açúcar de ação rápida: balas, doces, bolachas, mel, torrão de açúcar... caso sinta hipoglicemia, use logo estes alimentos

- Os sintomas de hipoglicemia, podem aparecer horas depois da realização dos exercícios. Faça testes caso necessite após os exercícios. Caso sinta dúvidas sobre o exercício, consulte seu médico.

Durante a prática dos exercícios, sempre leve seu cartão de identificação médica.

- Realize os exercícios regularmente. Se possível sempre no mesmo horário.

- No início os exercícios não fazem parte da sua rotina. Será difícil encontrar tempo, porém ao incorporá-los à sua vida, sentirá falta quando não os fizer.

- É importante que sejam realizados 4 ou 5 vezes na semana, 20 a 30 minutos.

- Muito importante é a sua segurança. Tênis confortáveis e meias esportivas podem ajudar a evitar as bolhas.

- Procure realizar os exercícios, inicialmente, sob a supervisão de um profissional qualificado na área de educação física.

- Inicie o exercício devagar. Aumente o ritmo quando se sentir pronto. Faça aquecimento e alongamento.

- Beba água antes e durante os exercícios.

- Faça exercícios 60 ou 90 minutos após ter se alimentado.

- Caso sinta mal estar, sensação de desmaio, se tiver dor ou dificuldade de respirar, suspenda o exercício. Não reinicie, procure seu médico.


bjs,soninha

segunda-feira, junho 27

Portal Diabetes Responde...



1- Diabéticos podem fazer uso do açúcar light ?
O açúcar light não deve ser usado por diabéticos, pois possui açúcar comum (sacarose) na sua formulação, aumentando níveis de glicemia desses pacientes.

2- Pacientes diabéticos tem mais propensão a ter osteoporose ?
Indivíduos com diabetes geralmente apresentam um decréscimo de massa óssea.

Entretanto, os estudos tem mostrado que o diabetes não seria o fator responsável e sim a dieta a que os pacientes diabéticos se submetem no decorrer de sua vida.

Por isso, o tratamento do diabetes deve ser acompanhado de uma orientação rigorosa da dieta por um profissional de nutrição, de forma a prevenir o problema de perda óssea.

3- Quem tem retinopatia pode ter problemas nos rins ( nefropatia ) ?
Sim, pois nessa situação, 90% dos pacientes que já têm retinopatia, já apresentam alguma nefropatia.

É aconselhável procurar rapidamente um nefrologista.

4- As carnes, ovos e queijos podem ser usados à vontade por diabéticos?
Não. Carnes, ovos e queijos não contêm açúcar, mas possuem proteínas que, em excesso, também alteram a glicemia e sobrecarregam os rins. Estes alimentos também têm gorduras saturadas e colesterol que, em excesso, podem comprometer o sistema cardiovascular de quem tem diabetes e levar às complicações crônicas (pressão alta, doença renal, ou doenças cardíacas).

5- É verdade que o mel também faz subir a glicemia?
O mel também contém sacarose, além de outros tipos de açúcar (frutose e glicose), sendo desaconselhado o seu uso generalizado como substituto do açúcar comum.

Em excesso, o mel, assim como o açúcar cristal, mascavo ou demerara, também engorda e faz subir o açúcar no sangue.

6- Quais são os sinais de um possível infecção ?
Alguns sinais podem levar a suspeita de infecção. Febre associada a machucado ou bolhas nos pés, aumento de açúcar na urina, difícil controle da glicemia, necessitando de dose maior de insulina.


7- A Neuropatia Diabética pode ser prevenida?
Estudos evidenciam que mantendo níveis de açúcar no sangue o mais próximo do normal quanto possível, reduz a progressão de doenças nos nervos causadas pela diabetes.

8- Todos os diabéticos têm neuropatia ?
A probabilidade de ter neuropatia aumenta com a idade. Quanto mais tempo de diabetes maior a chance de desenvolver neuropatia. Muitos casos são leves, mas outros são muito severos. A gravidade da neuropatia não necessariamente corresponde com a gravidade do diabetes. Algumas pessoas com diabetes leve pode ter neuropatia grave.

9- Como eu sei que tenho neuropatia ?
Neuropatia geralmente acontece de forma lenta. Você pode não notá-la inicialmente porque ela é a ausência ou redução da sensação tátil. É difícil ficar atento para aquilo que a gente não sente! Um exame médico ou ás vezes testes especiais pode ajudar a fazer o diagnóstico.

10-A obesidade pode levar ao aparecimento do diabetes?
A obesidade é importante fator de risco para o diabetes Tipo II. O excesso de peso, sobretudo em pessoas com histórico familiar de diabetes Tipo II, aumenta de forma significativa o risco de surgimento desta doença. Indivíduos com estas características podem diminuir o risco em mais de 50%, caso modifiquem hábitos alimentares, percam peso e pratiquem atividade física sistemática.


fonte: Portal Diabetes

bjs,soninha

domingo, junho 19

Diabetes Mellitus


A atividade física é de fundamental importância e deve estar integrada na vida do paciente diabético devido aos benefícios do exercício à ação da insulina.Ela contribui para a redução da glicemia e da necessidade de insulina no diabético tipo 1, e medicamentos no tipo 2, pois melhora a captação de glicose pelas células.

Além desses benefícios, a atividade física ainda contribui com a melhora da circulação sanguinia, o que no paciente diabético é por vezes prejudicado, isso sem falar nos efeitos benéficos do controle da pressão arterial e das dislipidemias, redução do risco de doença cardiovascular asterosclerótica, redução e controle do estresse, melhora da auto-estima e da qualidade de vida
Todos esses benefícios se dão através da pratica de exercícios físicos,principalmente aeróbicos. Já pacientes com diabetes tipo 2, além dos benefícios citados acima, com a prática regular de atividade física, conseguem um maior controle das glicêmias, devido ao maior transporte da glicose para dentro do músculo, que aprimora e prolonga o controle glicêmico.



bjs,soninha

sexta-feira, junho 17

Pé Diabético


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Um novo artigo de uma nova fonte...mais informações!

Cuidado com os pés

Um dos problemas mais temidos pelos diabéticos são os problemas com pernas ou pés. No entanto alguns dos problemas graves do pé são passiveis de prevenção, caso sejam seguidas algumas regras básicas na educação dos pacientes. Estima-se que um em cada cinco admissões de pacientes diabéticos de longo tempo no hospital seja por lesões do pé e muitos desses pacientes tem uma história pregressa desses mesmos problemas.


As lesões do pé diabético ocorrem geralmente por uma combinação de neuropatia e doença vascular na extremidade inferior, podendo ser a característica do inicio do diabetes tipo 2. A neuropatia é um dos maiores fatores de risco para o pé diabético, pois ao tornar os pés insensíveis associada a doença vascular faz com que o diabético não sinta dor, o que faz com que ele não perceba o aparecimento de uma lesão ou úlcera grave.


A pele grossa e seca do pé neuropático pode rachar-se facilmente e constituir uma porta de entrada para infecções. A infecção aumenta ainda mais a necessidade de suprimento sanguineo o que se agrava e se torna mais difícil com a presença da doença vascular.


O primeiro passo e mais importante é que o paciente diabético assim que diagnosticado sejam avaliados e orientados quanto aos cuidados na prevenção desses problemas. Diabéticos que já possuem complicações como neuropatia e doença vascular, fatores de risco já requerem uma educação especial quanto aos cuidados preventivos dos pés. Portadores de diabetes que não possuem um bom controle glicêmico estão mais susceptíveis a desenvolver complicações, o que aumenta consideravelmente o risco de ter esses problemas nos pés.


Prevenção

Um das áreas mais criticas na educação dos pacientes quanto aos cuidados com os pés é a providência de sapatos adequados, porque os sapatos podem ser um perigo para os pés diabéticos de forma geral, pior ainda para os pés insensíveis. Os sapatos são os maiores aliados dos diabéticos na prevenção dos pés além dos cuidados diários com os pés e o exame clinico realizado por parte do médico ou equipe médica para avaliar possíveis problemas realizados na consulta periódica.


- Observe seus pés diariamente e verifique se os mesmos não estão em atrito com os sapatos, pois isso evita a formação de bolhas, calosidades ou outras lesões

- Realize a higiene dos pés diariamente com sabonete neutro e água morna secando-os bem principalmente entre os dedos, em seguida passe um creme ou óleo hidratante
- Apare sempre as unhas com corte reto, em seguida use a lixa para eliminar pontos salientes.

- Evite cortar os cantos das unhas, pois isso evita que encravem, dê preferência procure um podologo

- Dê preferência a meias de algodão

- Compre sapatos sempre no período da tarde ou noite, já que neste horário nossos pés ficam ligeiramente inchados.

Além dos cuidados, acompanhamento médico, controle glicêmico e toda forma de prevenção. O mais importante é que os diabéticosque têm de estar convencidos de que os cuidados regulares com os pés vão reduzir, e muito, a chance de eles virem a apresentar ulcerações e coisas ainda piores, como amputações.




bjs,soninha

quarta-feira, junho 15

Esclareça sua dúvida


O que acontece com pessoas que têm diabetes e que apresentam problemas no funcionamento da tireoide?

Nas pessoas com diabetes e que começam a ter funcionamento diminuído da tireoide, o açúcar no sangue tende a apresentar níveis mais baixos. Frequentemente os diabéticos que estão tomando insulina ou comprimidos devem diminuir a quantidade desses medicamentos.

No hipertireoidismo o açúcar tende a se elevar, e os medicamentos têm que ser aumentados. Também é importante informar que em pessoas que têm diabetes tipo 1, aquele em que os pacientes são mais jovens, usam insulina e cuja causa é autoimune, isto é, os seus anticorpos atacam as células que produzem insulina, outros anticorpos podem atacar a tireoide e causar hipotireoidismo.


bjs,soninha

quinta-feira, maio 26

Pé Diabético



Sinônimos e nomes populares 
 Gangrena diabética, mal perfurante plantar, arteriopatia diabética nos pés.

 
O que é? 
 
Os problemas que aparecem na perna e, particularmente no pé dos diabéticos constituem um constante desafio à ciência e à profissão médica.
As alterações anatomopatológicas do diabete mellitus são numerosas, acometem o corpo como um todo e de várias formas, principalmente no período avançado da moléstia e na região de transição da perna ao tornozelo e no pé propriamente dito.

A neuropatia diabética e suas alterações da sensibilidade dos pés têm sido as maiores responsáveis pelo aparecimento destas lesões de difícil tratamento e de prognóstico reservado.

Normalmente, o diabético só se dá conta da lesão quando esta se encontra em estágio avançado e quase sempre com uma infecção secundária, o que torna o tratamento extremamente difícil, devido à insuficiência circulatória.



O que se sente?

- Desaparecimento ou diminuição dos reflexos do tendão, das rótulas e do calcanhar são freqüentes.

- Diminuição na sensibilidade térmica e dolorosa e áreas de anestesia são justificativa às tão freqüentes lesões.
Na verdade, o grande problema do diabético - devido à sua falta de sensibilidade - é que só se apercebe da seriedade de seu caso, quando sente o mau cheiro exalado pela gangrena diabética.



Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito pela história clínica e pelo exame físico da lesão que geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca.



Como é feito o tratamento?

No tratamento do pé diabético, é fundamental encarar sempre esses pacientes como casos graves, pois é imprevisível o potencial evolutivo que encerram as lesões nos diabéticos, particularmente quando se associam à polineuropatia, à vasculopatia e às infecções.

É necessário o controle rigoroso da glicemia através da dieta e de insulina ou hipoglicemiantes orais, bem como da limpeza diária e tratamento precoce das lesões - o mais imediato possível.

A cirurgia arterial direta e a simpatectomia são possibilidades que podem ser utilizadas.



Como é feita a prevenção? 


A prevenção no pé diabético é o capítulo mais importante nesta patologia: 

- o exame diário dos pés, bem como a proteção dos dedos e maléolos é a maneira mais fácil de evitar o aparecimento das tão desagradáveis e perigosas lesões;

- é necessário secar bem os pés, cortar cuidadosa e periodicamente as unhas;


- é preciso evitar a colocação de calor local, tipo bolsas de água quente e proximidade com o fogo;
 - é recomendável fazer um exame diário dos sapatos, evitando pregos ou corpos estranhos soltos no interior deles
Estas são precauções que, na maioria dos casos, evitam o aparecimento da moléstia, que, em geral, leva a amputações. 


 
Atenção! As informações  aqui contidas, não devem ser substituídas pela consulta ao médico pois somente ele poderá diagnosticar e implementar o tratamento que se faz necessário em cada caso. 

Leia, aprenda mas não se automedique, NUNCA
 
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bjs,soninha

quinta-feira, março 24

Nutrição & Diabetes - Pré Páscoa




Nesse período da pré-páscoa, vemos os corredores do comércio ficando mais coloridos com os populares Ovos de Páscoa. Isso torna difícil controlar o impulso de consumir chocolate, mas esse consumo deve ser controlado especialmente por quem sofre de diabetes.

Conduta

Para os diabéticos a ocasião deve ser tratada com cautela, o consumo de carboidratos nunca pode superar ao limite diário estipulado. As crianças diabéticas sofrem bastante nessa época, privar o chocolate pode gerar muitos transtornos, por isso o chocolate não é proibido, mas o consumo deve ser controlado. Uma boa solução é ter uma boa conversa com o a criança e sempre ser orientado por um profissional nutricionista.


Estudos feitos pela Associação Americana de Chocolates, divulgados no site da Associação Brasileira de Indústria de Chocolates, Cacau, Balas e Derivados (ABICAB), demonstram que o chocolate, quando integrado a um plano alimentar balanceado, não aumenta os níveis de colesterol no sangue. Também desmistifica o fato de que o chocolate e outros doces sejam substâncias causadoras de diabetes e que, tampouco, ele precisa ser completamente evitado por pessoas com diabetes.

Light, Diet

Nessa época do ano, as prateleiras de supermercados e lojas estão repletas de opções. Os ovos light são boas alternativas quando se observam os teores de gordura e a quantidade de calorias. Nos rótulos deve-se procurar ler se contém sacarose (açúcar da cana) ou muita quantidade de frutose. Isto não estaria indicado para o portador de diabetes.


O chocolate diet revela-se outra boa opção, caso ele tenha menos carboidratos total em relação ao chocolate tradicional e, no máximo, 5 gramas para 15 gramas de carboidrato.


fonte: Portal Diabetes

bjs,soninha



quarta-feira, março 9

Nutrição e Diabetes


Esta semente tem propriedades que protegem contra o diabetes tipo 2 e as doenças cardíacas, segundo um estudo americano publicado na revista Journal of the American College of Nutrition.

A pesquisa, realizada na Universidade de Medicina e Odontologia de New Jersey (EUA), incluiu amêndoas na dieta de 65 voluntários, todos adultos e em estado pré-diabético, ou seja, com nível de glicose acima do normal.

Após a mudança no cardápio, os médicos verificaram nos pacientes um aumento da sensibilidade à insulina, o que melhora o processamento de açúcares pelo corpo. A insulina é o hormônio responsável pela quebra dos açúcares no sangue, deficiente no organismo dos diabéticos.

Segundo os autores do estudo, os voluntários também apresentaram uma significativa redução dos níveis de LDL (colesterol ruim), o que contribui para evitar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.


fonte:Portal Diabetes

bjs,soninha


segunda-feira, março 7

Impotência Em Homens Diabéticos



O que é a impotência?

Para poder definir de forma adequada o que em Medicina se entende por impotência é importante esclarecer previamente algumas questões.

O orgão sexual masculino pode encontrar-se em dois estados:

1. Estado basal ou de relaxamento (flacidez) que é o habitual incluindo quando realiza a sua função de condutor de urina.

2. Estado de excitação ou ereção, relacionado diretamente com a atividade sexual

Nesta última forma o pénis aumenta de tamanho e consistência, de forma progressiva e ao longo de um tempo que pode ser muito variável. Torna-se mais rijo, eleva-se sobre o plano horizontal, colocando-se diante do abdómen e permitindo a penetração durante o ato sexual.

Denomina-se de impotência a impossibilidade de alcançar ou manter o estado de ereção suficiente para permitir uma relação sexual.

Anatomia do pênis

O pénis é formado por três cilindros que consistem em dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso.

O corpo esponjoso encontra-se ao meio, debaixo dos corpos cavernosos, contém a uretra e termina numa expansão distal a glande.

Os corpos cavernosos, são dois corpos laterais responsáveis pela rigidez do pênis.

No seu interior existem múltiplas cavidades constituídas por músculo liso e que se vão enchendo de sangue durante a ereção até alcançar a rigidez completa.

A ereção alcança-se graças á capacidade do pénis em se preencher de sangue. Estímulos múltiplos diretos ou psicológicos podem pôr em marcha este mecanismo.

Todo o processo está controlado pelo sistema nervoso, havendo um componente consciente voluntário e outro inconsciente reflexo.
 
A diabetes é uma causa frequente de impotência. Entre 30 a 50% dos doentes diabéticos mal controlados são afetados por problemas de ereção.

Esta maior predisposição dos diabéticos para sofrerem de impotência relaciona-se com o que é normal na evolução da doença: as complicações vasculares e neurológicas da diabetes.

O fator mais importante além da duração da doença é a falta de controle adequado, já que nestes casos aparecem alterações nos vasos sanguíneos e nos nervos que são os principais elementos responsáveis pela ereção.

Assim serão causas de impotência na diabetes, alterações que podem se desenvolver ao longo da doença:

· Alterações vasculares afetando as artérias que irrigam o pénis;

Alterações nervosas pela neuropatia que atinge a inervação desta zona;

Alterações hormonais que além da insulina pode ocorrer em outros hormônios;

Alterações psicológicas em doentes que sofrem de doença crónica, podem predispor a fatores psicológicos com incidência negativa na qualidade de vida e no funcionamento sexual.

Os medicamentos que por vezes o diabético tem de tomar pela presença de outras doenças pode também afetar a ereção.

O que fazer se surgirem disfunção erétil (impotência)?

Normalmente o paciente deverá ser encaminhado para o Urologista, especialista neste campo.A este vai caber analisar, estudar o caso e propor a solução que a ele melhor se adapte.

Hoje em dia existem distintas opções de tratamento que permitem corrigir ou melhorar este problema em quase todos os pacientes.

Assim temos:

* 1. Tratamento com hormônios se houver alguma deficiência.

* 2. Psicoterapia efetuada por Psicólogos especializados nesta área se a parte psicológica tiver um papel importante na disfunção.

* 3. Sildenafil (Viagra),é o medicamento mais usado para a impotência, que pode ser tomado por via oral. Exige algumas precauções na sua tomada sobretudo se há problemas cardíacos. No diabético parece ter resultado positivo em cerca de 40% dos casos. Outros medicamentos orais estão disponíveis hoje no mercado com o mesmo efeito mudando apenas o tempo de atuação, mas também só devem ser prescritos pelo médico.

* 4. Auto-injeção no pénis de um medicamento (prostaglandina) que tem efeito local, com boa resposta em cerca de 80% dos casos, embora necessite ser aplicado sempre que se pretende obter uma ereção.

fonte:Portal Diabetes

bjs,soninha


quarta-feira, março 2

Riscos do Consumo de Bebidas Alcoólicas por Diabéticos




O álcool não é considerado nutriente e não há necessidade nutricional para seu consumo, ao contrário, é um grande competidor para algumas vitaminas e minerais, propiciando carências nutricionais. Portanto, não há a indicação do consumo de bebidas alcoólicas por diabéticos e não diabéticos.

O álcool ainda favorece o aumento dos níveis sanguíneos de triglicérides (gorduras). Estas gorduras aumentam a viscosidade do sangue facilitando a ocorrência de derrames e infarto. Pessoas diabéticas com mau controle são mais propensas a desenvolver essas alterações vasculares e, portanto o álcool intensifica esse risco.

O seu efeito na glicemia depende não só da quantidade consumida, como também da ingestão de alimentos. Como impede a liberação da glicose armazenada no fígado, se for ingerido sem o consumo concomitante de alimentos, por pessoas tratadas com insulina ou medicamento oral, pode ocorrer hipoglicemia, algumas vezes severa. Se usado com moderação e associado a alimentos, os níveis de glicemia não são afetados quando o diabetes estiver bem controlado. Para pessoas que não prescindem do consumo de bebidas alcoólicas, duas doses ou menos de álcool proveniente de bebidas fermentadas por conterem menor teor alcoólico, podem ser consumidas em adição ao plano alimentar, ou seja, como parte da ingestão calórica total, substituindo algum alimento do grupo das gorduras. Uma dose de álcool, considerada como uma lata de cerveja ou uma taça de vinho, equivale a duas substituições do grupo das gorduras.

Não devem consumir álcool as diabéticas grávidas, pessoas com pancreatite, doença renal do diabetes e aqueles que já apresentam alterações nos níveis de colesterol e triglicérides.Consulte sempre seu médico e nutricionista.

Profa. Ms. Celeste Elvira Viggiano
Nutricionista Clínica, especializada em diabetes, obesidade e doenças coronarianas
Coordenadora do Curso de Nutrição do Centro Universitário Municipal de São Caetano do Sul- IMES
Coordenadora da Divisão Nutrição do Grupo Racine
Conselheira da Federação Nacional de Associações de Diabetes - FENAD e da Associação Nacional de Assistência ao Diabético - ANAD
Editora científica das revistas Nutrição Brasil e Revista Brasileira de Ciências da Saúde

bjs,soninha


Café x Diabetes Melittus tipo II




Um estudo recente publicado no periódico Diabetes apresentou dados que afirmam que mulheres que tomam quatro copos de café por dia tem menos risco de desenvolver o tipo 2 de diabete.

A pesquisa, realizada na Universidade da Califórnia (EUA), analisou os históricos médicos de mulheres ao longo de 10 anos. Todas tinham o hábito de tomar café. 359 das pacientes tinham diabetes e 359 eram saudáveis.

Os resultados mostraram que as mulheres que tomavam quatro copos de café todos os dias possuíam níveis mais altos da proteína SHBG (globulina ligadora dos hormônios sexuais). Essa proteína é responsável por regular o nível de hormônios sexuais no corpo e é conhecida por diminuir os riscos de diabete 2. Os cientistas ainda não compreendem inteiramente a relação entre o café e essa proteína, mas já se sabem que a bebida aumenta os níveis desse composto no sangue.

As pacientes que tomavam menos de quatro copos de café diariamente tinham 56% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que as mulheres que tomavam essa quantidade. 


fonte: Portal Diabetes
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sábado, fevereiro 26

Diabetes Mellitus



O Diabetes Mellitus é uma disfunção causada pela deficiência total ou parcial de produção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. Como conseqüência a glicose não é aproveitada adequadamente pelas células provocando sua elevação no sangue, ultrapassando as taxas normais ( 70 a 110 mg/dl ).

Para entender melhor o Diabetes, é preciso conhecer a função da glicose e da insulina em nosso organismo. A glicose é quem gera energia para nosso organismo funcionar, mas isso só ocorre se houver insulina. Portanto a função da insulina é garantir a entrada de glicose nas células para a produção de energia.. Quando nos alimentamos, ingerimos vitaminas, proteínas, sais minerais e glicose ( açúcar ). 

 
Essa glicose é absorvida no intestino, entra na corrente sanguinea e com a ajuda da insulina, penetra nas células para produzir energia e assim garantir o funcionamento do organismo. Existem algumas formas ou tipos de Diabetes, sendo os mais conhecidos os do tipo 1 e do tipo 2, no entanto existem ainda outros tipos como o gestacional , o provocado pelo uso de alguns medicamentos ou provocados por doenças do pâncreas ( tumores, etc )

O Diabetes quando não diagnosticado ou se diagnosticado e não tratado adequadamente passa a ser um grave problema de saúde pública devido as suas complicações.




Tipo 1

É o tipo de diabetes onde ocorre destruição das células do pâncreas que produzem insulina.Seu aparecimento se dá de forma abrupta em crianças, adolescentes e adultos jovens. O inicio dos sintomas é súbito e sua evolução clinica é rápida, podendo levar ao coma hiperglicêmico em poucos dias. É o chamado diabetes insulino-dependente, pois requer o uso de insulina no seu tratamento. Representa aproximadamente 10% do total de quem têm diabetes.




Tipo 2

É o tipo de diabetes mais comum. Neste o pâncreas diminui a produção de insulina e/ou a insulina produzida não é bem usada pelo organismo. Ocorre geralmente em adultos após os 35 anos de idade.O inicio dos sintomas é lento e podem passar despercebidos por longos períodos, dificultando seu diagnóstico e o tratamento. È o chamado diabetes insulino-não-dependente, na sua maioria tratado com comprimidos, embora possa também as vezes ser tratado com insulina. Representa 90% das pessoas que têm diabetes.




O Diabetes Gestacional : geralmente surge em mulheres grávidas que não eram diabéticas, onde ocorreu alteração da tolerância a glicose em graus diversos diagnosticado durante a gestação. Geralmente, desaparece quando esta termina. Futuramente elas podem vir a desenvolver o Diabetes tipo 2.




 
Outros tipos : específicos de diabetes podem vir a ocorrer, mas constituem situações raras de ocorrer e são causadas por:

Defeitos genéticos funcionais das células Beta e na ação da insulina;
Doenças do Pâncreas;
Endocrinopatias;
Induzidos por fármacos e agentes químicos;
Infecções;
Formas incomuns de diabetes imuno-mediado;
Outras síndromes genéticas associadas ao diabetes.


fonte: Portal Diabetes


bjs,soninha


Paz!